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Abrão Assad

Curitiba ganha seu centro de convenções mas vamos lembrar os tempos do Vitória

Programado para ser inaugurado dentro de uma semana, em termos de atração artística com apresentação do pianista Pedrinho Mattar - e dentro de uma programação da qual, até agora, não se tem maiores notícias - o Centro de Convenções de Curitiba, na Rua Barão do Rio Branco, mereceria que o presidente da empresa de economia mista que se formou para a construção e administração, Marco Antônio Fatuche, se lembrasse, quando das solenidades, de incluir alguma menção ao histórico do prédio.

Só o auditório do Centro ficou pronto para a sua inauguração

Novos auditórios para a cidade: após os 250 lugares do Palácio Avenida - que inaugurado na última terça-feira, teve neste final de semana sua primeira programação com a Orquestra de Câmara de Blumenau, a cidade recupera outro importante espaço: os 1.800 lugares do antigo Cine Vitória - agora Centro de Convenções de Curitiba.

Houve uma vez uma praça, festas e sonhos musicais

Quando a chamada turma começou a se reunir não era ainda "da Espanha". A designação só viria a 23 de março de 1955, quando a grande área começou a ser urbanizada e ganhou repuxos, coreto e até uma biblioteca com o nome de Miguel de Cervantes - inauguradas pelo prefeito Iberê de Mattos em 10/10/1956. No início, era um imenso terreno baldio chamado de Praça Aurea - que depois, ninguém sabe explicar porque, se chamou Alfredo Andersen, "cassado" quando Iberê quis homenagear a colônia espanhola e sancionou a lei 10.082.

Uma mostra que mereceria um pouco mais de carinho

Embora seja um fanático por cinema - lazer cultural que não deixa de frequentar mesmo quando enfrenta sérias crises (como a atual, em decorrência dos protestos provocados pelo aumento do IPTU), o prefeito Jaime Lerner raras vezes comparece na Cinemateca.

Bradesco vai financiar nova sede da Cinemateca

Como gerente de agência Marechal do Bradesco, Antoninho Bornia ajudou muito o grupo de Amador Aguiar a conquistar a liderança nacional. Nos anos 60, quando o Bradesco ainda não era o campeão do ranking bancário, Bornia, com seu jeito afetuoso e amigo de fazer clientes, destacou-se na gerência local do Bradesco, catipultuando [catapultando] uma carreira que o faz hoje um dos principais executivos da organização.

Toda uma pedreira para os roqueiros

Já estão nas pranchetas do escritório do arquiteto Abrão Assad os primeiros estudos para a primeira grande obra de lazer da administração Jaime Lerner: transformar uma imensa pedreira nas proximidades do parque São Lourenço num espaço jovem, aberto à todas as idéias que possam atrair uma faixa etária entre os 12/30 anos.

38 projetos estão a procura de Mecenas

Começou a circular na segunda feira, 23, uma publicação muito especial: "38 Projetos Culturais". É um volume sofisticadíssimo, 98 páginas, papel couchê, excelente apresentação gráfica - méritos à designer Teresa Cristina Montecelli - destinado a tentar sensibilizar executivos de empresas médias, grandes e mesmo multinacionais a financiarem a cultura no Paraná. O secretário René Dotti entendeu que se deveria fazer um volume enfeixando as mais variadas propostas em busca de financiamento e encarregou seu assessor especial Sebastião De França, a organizar o trabalho.

Um final quase feliz na guerra das bancas

A diversificação cada vez maior das editoras, que de revistas passaram a lançar fascículos, livros, revistas-posters, anuários etc., trouxe um problema para os donos de bancas, a falta de espaço para exibir a mercadoria. Esta foi a tônica nas reclamações do presidente do sindicato dos Proprietários de Bancas, Sr.

As razões do IAB na polêmica das bancas

Em relação à polêmica do concurso público instituído pela URBS para um novo projeto de bancas de jornais e revistas no centro da cidade - que revoltou ao autor do projeto original, Abrão Aniz Assad, o Instituto de Arquitetos do Brasil - departamento do Paraná, finalmente nos enviou alguns esclarecimentos. "1. Concursos Públicos - É lei, e portanto está correta a municipalidade quando, para a escolha de projetos, faz uso do instrumento de licitar, através do concurso público, a escolha de projetos para edifícios ou equipamentos públicos.

Agora o ódio atinge as bancas na Rua das Flores

Mais um capítulo da novela "1984" ou de como a política faz com que se (tente) apagar o que uma boa administração fez por uma cidade: a prefeitura quer agora modificar o designer das bancas de jornais e revistas do centro da cidade. Tudo bem! O burgomestre pode até ter este direito executivo, embora não deixe de ser autoritário e representar um custo de milhões de cruzados para os cada vez mais empobrecidos microcomerciantes desta área. O absurdo é que se tente fazer isto com um concurso para escolha de um novo projeto e avalizado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil - Secção do Paraná.
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