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Airto Guimorvan Moreira

Airto, o melhor também para os leitores de DB

Mesmo, sem gravar há quase dois anos – em 1980, rompeu seu contrato com a Warner, descontente com o tratamento que ali estava tendo – o percussionista Airto Guimorvan Moreira, 42 anos, catarinense de Itaiópolis – mas paranaense de formação – continuam a ser o percussionista de maior prestígio nos Estados Unidos.

Imagens de stars, livros de arte e amigo de Lee, Waldir faz a América

A exemplo de outro "Bicho do Paraná", o músico Airto Guimorvan Moreira, 52 anos, hoje um dos percussionistas mais respeitados do mundo, Waldir Cruz, também viajou para Nova York, há muitos anos, com apenas US$ 100 emprestados e uma passagem aérea adquirida com as maiores dificuldades. Se Airto nasceu em Itaiópolis, SC, mas viveu alguns anos em Guarapuava (antes de Ponta Grossa e Curitiba, daqui seguindo para São Paulo), Waldir é guarapuavano do dia 10 de outubro de 1954.

Airto e Flora ganham Grammy mas o Brasil fica sem saber

Nem Milton Nascimento ("Txai"), nem Dory Caymmi ("Brazilian Serenade"). Quem levou o Grammy de "Best World Music" foi o quase curitibano Airto Moreira. O que? Por certo muitos indagarão. Afinal, toda a imprensa nacional só falou em Milton e Dory como os candidatos brasileiros à esta premiação máxima de indústria fonográfica americana e mesmo quem acompanhou atentamente as três horas em que durou a festa no Rádio City Music Hall, via Rede Globo, não viu o percussionista Airto ser mencionado entre os vitoriosos.

Raulzinho do trombone, das noites curitibanas, chega agora em vídeo

No final dos anos 50, a Escola de Oficiais e Especialistas e Guardas do Ministério da Aeronáutica, no Bacacheri, teve um comandante que era um apaixonado pela música das big-bands americanas. Ao assumir o comando da unidade e ali encontrando uma banda de música que se limitava a um repertório naturalmente "oficial", o brigadeiro não teve dúvidas: decidiu que a mesma deveria ter uma melhoria artística.

O Banco de Luz que necessita de depositantes humanitários

Há 33 anos, quando era repórter da então recém nascida "Tribuna do Paraná", o jornalista Enock de Lima Pereira, no idealismo de seus 23 anos, ficou tão emocionado ao fazer uma reportagem sobre a iniciativa da oftalmologista Paula Soares em implantar o Banco de Olhos de Curitiba, que não teve dúvidas: antes de terminar a entrevista, fez questão de assinar um documento sendo o primeiro doador de olhos para o humanitário "banco" que era fundado.

Uma notável versão com os teclados das irmãs Labeque

Uma oportunidade para se apreciar como uma obra-prima tem diferentes interpretações após ouvir o integral de "West Side Story" na gravação de Bernstein, compará-la com a interpretação que o pianista de jazz Oscar Peterson fez há quase 30 anos com a recente gravação das irmãs Kátia e Marielle Labeque, lançada pela Sony/CBS, dentro de sua série Masterpieces - e que embora tenha sido colocada no mercado há já alguns meses, é possível de encontrar ao menos em fita-cromo.

Airto Moreira volta-se agora ao som espiritual e curativo

Um dos projetos mais importantes a serem lançados em CD nos Estados Unidos dentro de alguns meses terá sons curitibanos: pássaros cantando nos bosques de Santa Felicidade, águas do Saltinho e mesmo "ruídos" "capturados" nas noites do Boqueirão. Há seis meses, quando aqui esteve trazendo o então recém adquirido (no Japão) gravador DAT, com microfones da maior sensibilidade, Airto Guimorvan Moreira fez estes registros, conforme registramos com exclusividade.

O Paulinho que ficou americanizado

Se a saída para o músico brasileiro era o portão internacional do Galeão, como teria dito Antônio Carlos Jobim antes de conquistar a América, ninguém melhor do que os percussionistas entenderam este recado. Basta fazer um levantamento do número de instrumentistas de nosso país que acabaram dando certo nos Estados Unidos - entre outros países - para se perceber que os homens do ritmo foram privilegiados.

Airto, como sempre, o melhor da América

A notícia já foi publicada por nós, nestes anos todos em que aqui estamos, várias vezes, mas sempre repetimos mudando apenas a data. Sempre com uma imensa satisfação: o catarina-curitibano Airto Guimorvan Moreira, mais uma vez, na cabeça do "Jazz Poll" da "Down Beat", a mais famosa revista de jazz do mundo. Tanto no julgamento da crítica como dos leitores (que, por se constituírem numa elite de bom gosto, sabem no que votam), o catarinense de Itaiópolis, infância passada em Guarapuava e juventude em Curitiba - desde 1967 morando nos Estados Unidos, continua a ser o melhor na percussão.

Airto Moreira grava os sons da natureza para seu 4º Mundo

Mais uma prova de que 22 anos de Estados Unidos não americanizaram o catarina-paranaense Airto Guimorvan Moreira. Em Curitiba há uma semana, o mais conhecido percussionista brasileiro no Exterior, programou prioritariamente uma missão ecológica-musical: a gravação de sons da natureza para incluir em seus shows com o novo grupo que formou: "Airto Moreira Fourth World", que, no primeiro trimestre de janeiro, deve fazer um elepê digital.
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