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Altamiro Carrilho

Altamiro, 50 anos fazendo alegria com o melhor choro

Pedro Paulo Carneiro, um jovem produtor artístico, com curriculum dos mais credenciados - filho do embaixador Paulo Carneiro, estudou nos melhores colégios de vários países do mundo - havia idealizado, para o ano passado, uma grande homenagem a um dos nomes mais admiráveis da música instrumental brasileira: Altamiro Carrilho.

Os 10 melhores lançamentos instrumentais brasileiros-1991

1. "Bonfá's Magic" - Luiz Bonfá (Caju); 2. "Retratos/Radamés Gnatalli" - Chiquinho do Acordeon/Rafael Rabello/Orquestra de Cordas Brasileiras (Kuarup); 3. Rafael Rabello & Dino 7 Cordas (Caju); 4. "Tocar" - Geraldo Flach (RGE); 5. "Profissão, Músico" - Wagner Tiso (Polygram); 7. Paulo Moura e Ociladocê Interpretam Dorival Caymmi (Choros); 8. "Visões" - Leo Gandelman (Polygram); 8. Egberto Gismonti (EMI-Odeon); 9. Altamiro Carrilho - 50 anos de choro (Visom) e 10.

Os 10 melhores lançamentos instrumentais brasileiros-1991

1. "Bonfá's Magic" - Luiz Bonfá (Caju); 2. "Retratos/Radamés Gnatalli" - Chiquinho do Acordeon/Rafael Rabello/Orquestra de Cordas Brasileiras (Kuarup); 3. Rafael Rabello & Dino 7 Cordas (Caju); 4. "Tocar" - Geraldo Flach (RGE); 5. "Profissão, Músico" - Wagner Tiso (Polygram); 7. Paulo Moura e Ociladocê Interpretam Dorival Caymmi (Choros); 8. "Visões" - Leo Gandelman (Polygram); 8. Egberto Gismonti (EMI-Odeon); 9. Altamiro Carrilho - 50 anos de choro (Visom) e 10.

Velho Metralha, volta ao seu chão: os seresteiros

Ao longo de 50 anos de carreira, Nelson Gonçalves já gravou tudo que era possível. Do romantismo brega de Adelino Moreira - por mais de 20 anos o seu "alter ego" - o gaúcho de Livramento que está entre os cantores mais populares do país, evoluiu para um repertório mais atualizado chegando até a Bossa Nova (verdade que só recentemente) e dividindo seus discos com cantoras famosas.

Um concerto de virtuoses pode fracassar no Guaíra

Incrível, mas acontece! Um recital reunindo três dos melhores instrumentistas brasileiros - o violonista Sebastião Tapajós, o pianista Gilson Peranzetta e o flautista Altamiro Carrilho - acontecerá hoje à noite (auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, 21h, ingressos a Cr$ 6 e Cr$ 4 mil) numa produção totalmente improvisada em termos promocionais.

A arte da flauta, violão e piano que poucos aplaudiram

Pouco mais de 100 pessoas - perdidas no imenso Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto - assistiram na noite de sexta-feira, 29, um dos melhores espetáculos instrumentais da MPB que ainda este ano estará sendo levado a platéias européias e, possivelmente, em princípios de 1992, ao Japão. Infelizmente, como havíamos aqui previsto na semana passada, a única apresentação do flautista Altamiro Carrilho - comemorando seus 50 anos de carreira - ao lado dos amigos Sebastião Tapajós (violão) e Gilson Peranzetta (piano) não teve o público merecido.

Um estúdio de invenção para conhecer melhor nosso Brasil

Num momento em que a música popular brasileira vive uma de suas piores [fases], com os nossos melhores talentos permanecendo anos sem condições de fazer elepês (Paulinho da Viola é um exemplo) e que esquemas massificantes de multinacionais como a WEA trazem o lixo da produção internacional, descaracterizando o mercado e impondo um som supérfluo e medíocre, torna-se mais admirável ainda o esforço de produtores independentes.

Cascatinha e Inhana com as guaranias do coração

Nem só de fonogramas de músicas brasileiras vivem etiquetas como a Revivendo e Moto Discos.

O internacional Sivuca e os choros de Altamiro

Quando Sivuca apresentou o seu arranjo da cantata "Jesus Alegria dos Homens", fechando-se apenas o seu virtuosismo, tinha-se uma viagem (sem drogas) como se estivéssemos numa gótica catedral alemã e não no auditório Maria José Andrade Vieira (onde o artista fez duas apresentações nesta semana).
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