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Angela Maria

Artigo em 08.03.1992

A exemplo da Paris, a Mundial Filmes também criou uma publicação bem editada para anunciar seus lançamentos. Em papel couche, ilustrações bem escolhidas, a edição de fevereiro anuncia o lançamento no Brasil de pelo menos dois clássicos: "Alphaville", 65, de Jean Luc Godard - já nas locadoras e do famoso - mas pouquíssimo visto - "As Estranhas Coisas de Paris" (Elena et les Hommes) que o mestre Jean Renoir (1894-1979) dirigiu em 1956, com Ingrid Bergman e Jean Marais. xxx

Selma Reis, a confirmação do novo talento feminino

No ano passado, entre as boas estréias fonográficas, esteve Selma Reis, fluminense de São Gonçalo, 33 anos, que ganhou de Mauro Dias, em "O Globo", um justo comentário: "a melhor voz das últimas duas décadas". Aldir Blanc, vozes. "A gente ouve Selma Reis e pensa no auditório da Rádio Nacional em dia de gala. Selma está linda, nos bastidores, aguardando a vez de cantar. Conversa com Dalva de Oliveira, Dircinha, Linda, e, é claro, Angela Maria".

Mário Celso contra os "picaretas" artísticos

Em sua tríplice condição de homem de comunicação - produtor-apresentador de "A Simpatia Está no Ar", na Rádio Independência, um dos programas de maior audiência à tarde - político e vereador, Mário Celso Cunha, 46 anos, preocupa-se com a imagem negativa que Curitiba vem ganhando quando acontecem escândalos e golpes no meio artístico-cultural.

A próxima safra de filmes sobre Chico e a Amazônia

A imprensa internacional abriu espaços para o julgamento da década - dos assassinos do sindicalista Chico Mendes, em Xapuri, no Acre - mas a transposição de sua vida ao cinema continua a ocupar generosos espaços nas publicações americanas.

No campo de batalha

Um dos mais ecléticos tecladistas do Paraná, Lalo, retornou há meses da Bélgica - onde morou por 5 anos, e hoje é dono do restaurante Luganos, associado aos seus filhos Maria Luísa e Ladislau, que ali instalaram um moderno sistema de fone-pizza. Os garotos, aliás, estagiaram em restaurantes na Itália buscando receitas exclusivas. xxx

Um doutorado em Londres com a "Revista do Rádio"

Para quem menospreza revistas populares como "Amiga", "Contigo", "Sétimo Céu" e tantas outras publicações consideradas, preconceituosamente, de "público brega e para empregadas domésticas", preste atenção nesta informação: uma professora universitária fez seu curso de Doutoramento em Antropologia Social na University College London, desde janeiro de 1988, no qual grande parte do material pesquisado - vejam só - são justamente coleções de publicações como "Cinderela", "Querida", "Você", "Contos de Amor", e, mais especificamente, a "Revista do Rádio" e "O Cruzeiro" - todas do

Poeta do ar e da terra naqueles anos dourados

Não seria em poucas linhas de uma coluna que se poderia sintetizar a vida e a obra de uma pessoa da dimensão de Paulo Soledade - merecedor há muito de ser tema para uma das próximas edições do projeto Lúcio Rangel (monografias da MPB) que Hermínio Bello de Carvalho promove há 16 anos pela Funarte.

18 anos sem sucesso (com muita criação)

Muita pouca gente, neste país, pode se orgulhar de alguma coisa, principalmente quando o que os destaca da multidão é o fracasso. Mas ser constante no fracasso, durante dezoito anos, é coisa que só uns poucos loucos ou predestinados conseguem ter. Quem de vocês consegue imaginar um grupo musical que tem uma atividade ininterrupta durante dezoito anos e não entrou nem uma vezinha só que seja nas paradas de sucesso do Brasil?
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