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Aretha Franklin

A sombria Siouxsie e as novatas Crystal e Cathy

Duas novas vozes e o retorno de uma já conhecida no último pacote da Polygram, marketing atento aos balanços do consumo jovem.

Videonotas

Embora tenha reduzido seu material promocional, a CIC Vídeo é uma das poucas distribuidoras que realiza um bom trabalho de relações públicas, oferecendo fitas para serem vistas, antecipadamente, pelas locadoras e alguns jornalistas. Afinal, oferece material confiável, de qualidade, podendo assim mostrar o que produz, sem receio de impor gato por lebre. Em compensação, outras distribuidoras continuam vendendo fitas de péssima qualidade.

Videonotas

A CIC Vídeo também está se rendendo ao baixo nível do mercado, com lançamentos apenas comerciais, de retorno imediato. De seu último pacote, títulos capazes de fazerem boa carreira mas que pouco acrescentam ao cinema.

A época da big bands

Com as mortes de Count Basie (William Basie, Red Bank, New Jersey, 21/08/1904-Florida, 26/04/84), Benny (Benjamin David) Goodman (Chicago, 30/05/1909-Nova Iorque, 13/06/1987) e Woody (Woodrow Charles Herman, Milwaukee, 15/05/1913 - 10/09/87) só restou Dizzy Gillespie (John Birks, Cherow, 21/10/1917) entre os grandes band-leaders, instrumentistas, criadores, improvisadores - enfim figuras exponenciais da época de ouro do jazz.

Poema de Leminski inspira a gaúcha Flora jazzística

Uma tristeza maior tomou conta da cantora gaúcha Flora Almeida quando soube da morte do poeta Paulo Leminski, dia 8 de maio último: - "A frustração de não ter podido conhecê-lo pessoalmente e ter lhe entregue o meu disco independente". Afinal, foi um dos mais belos poemas do poeta curitibano que Flora pinçou o título-tema de seu show: "Acordei Bemol / Tudo Estava Sustenido", que também batizaria seu primeiro álbum, produção independente, cujas gravações iniciaram em novembro de 1987 - para só serem concluídas quase um ano depois.

Quarentões, Carole, Neil e James Taylor retornando

Um retorno auspicioso: Carole King. Uma das principais compositoras na linha soft dos anos 60 (embora só tenha ficado famosa na década seguinte), nova-iorquina do Brooklyn, 47 anos, em plena maturidade, mostra em "City Streets" (Capitol/Odeon), que conserva aquela poesia e sensibilidade que a fez emplacar tantos sucessos em vozes de vários cantores e grupos - com "Will You Love Me Tomorrow?" (The Shireless), "Natural Woman" (Aretha Franklin), "Hi-De-Ho" (Blood Sweat & Tears), "Wasn't Born to Follow" (The Byrds) e "Going Back" (Dusty Stringfield).

As vozes maravilhosas que o tempo só faz melhorar

Selma, uma bela mulher, double de professora universitária (trabalhando há anos numa tese sobre a ideologia do músico paranaense) e, sobretudo, cantora de excelente bom gosto, vai deixar Curitiba. Ganhou uma bolsa de estudos para a França, onde, apesar do alto custo de vida, quer ficar dois anos. Quem sabe, dentro em breve não estará fazendo carreira como solista.

Som do ano 2 mil na New Age Music

Há pouco mais de dois anos, quando a jornalista Myrna Gynisch voltou ao Brasil após residir quatro anos na Califórnia começou a insistir na divulgação da chamada New Age Music. Após alguma resistência abriu um espaço na Eldorado FM e, em pouco tempo, executivos de gravadoras sentiam as possibilidades por esta música suave, numa fusão de processamentos sonoros que vagueiam do rock ao orientalismo, com instrumentos originais muitas vezes.

O curso intensivo para conhecer Rhythm & Blues

Uma coleção de discos conta a história do R&B. E mostra como surgiu a geração do rock and roll Orlando Azevedo, 36 anos, um dos mais requisitados fotógrafos do Paraná, ex-baterista do grupo A Chave - que o teve como grande teórico por quase uma década costuma surpreender quando fala sobre suas preferências musicais: - Para mim, tudo está no Rhythm and Blues.
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