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Ariel Coelho

Artigo em 07.01.1982

ARIEL COELHO, ator que de um modesto início em Curitiba em produções de seu amigo Antonio Carlos Kraide conseguiu catapultar sua carreira em escala nacional, voltou [à] cidade no início da semana.

Cupido tira Ariel do palco paulista

Sábado passado, registramos o sucesso do ator curitibano Ariel Coelho na peça "Uma Noite com Valentim", em cartaz na sala Rubens Sverner do Teatro de Cultura Artística, em São Paulo. Pelo visto, o Coelho já está em outro quintal a julgar pela picante nota que a apimentada Joyce Pascowith publicou em sua coluna na "Folha de São Paulo", com o título de "Bombom".

Intervenção de Lerner reduz a crise cultural

Graças a intervenção enérgica do prefeito Jaime Lerner - em decorrência das denúncias feitas pela imprensa - a crise provocada pela prepotência das diretoras da Fundação Cultural de Curitiba baixou alguns graus a partir de segunda-feira, dia 6.

Filme catástrofe na cultura curitibana

No explosivo ano de 1968, quando Paris estava em chamas pelos protestos populares, a injusta demissão do homem que havia salvado o patrimônio cinematográfico da Europa, o conservador da "Cinematheque Française", Henri Langlois (Esmirna, Turquia, 1914 - Paris, 1977) colocou mais lenha na fogueira.

No campo de batalha

Mais um Bicho do Paraná em escalada nacional: Ariel Coelho, ator que há uma década vem trabalhando regularmente em cinema e teatro (fora eventuais incursões na televisão), ganha destaque na montagem de "Uma Noite com Valentim", coletânea de textos curtos do cômico alemão Valentim Ludwig Fey, mais conhecido por Key Valentim (1892-1942). Com direção de Fernando Bechy, ao lado de Bia Nunes, Ariel está de quinta a domingo no palco do Teatro Cultura Artística (Rua Nestor Pestana, 196), São Paulo. xxx

Vietnã com humor e a morte de Moro entre as estréias

Depois de tantos filmes que trataram a guerra do Vietnã com seriedade e dramaticidade, enfim uma comédia: "Bom Dia, Vietnã", de Barry Levinson - que valeu a Robin Williams a indicação de melhor ator-88. Embora com muitas piadas tipicamente americanas e um humor (de certa forma amargo) este filme realizado pelo mesmo diretor do excelente "Quando os Jovens se Tornam Adultos", se constitui numa das melhores estréias da semana.

"Baleias de Agosto", o adeus de Bette Davis

Dispondo de grandes acervos, com títulos dos mais importantes - mas que nem sempre são comercialmente convenientes - as chamadas majors (as grandes produtoras do cinema americano) ao ingressarem em novos territórios na área do vídeo, como é o caso do Brasil, mostram-se cautelosas na escolha de seus lançamentos mensais. Afinal, com um vídeo chegando a quase NCz$ 400,00 - e restrito, portanto as distribuidoras com maior cacife - há necessidade dos pacotes oferecerem retornos garantidos do investimento feito por cada empresário.

No campo de batalha

Profissional que sempre se preocupou com seu aprimoramento intelectual, Eloi Zanetti foi, durante anos, atento aluno em seminários e cursos de marketing. Hoje, dirigindo nacionalmente a área de comunicação do Boticário, Eloi tem sido convidado para fazer palestras em importantes encontros. Por exemplo, na terça-feira, em Olinda, foi um dos palestristas no I Encontro Regional de Marketing do Varejo do Nordeste.

O Coelho do Paraná nas telas do mundo

O curitibano Ariel Coelho está agradando as audiências internacionais. Com seu tipo físico marcante, o ator formado pelo Curso de Arte Dramática da Fundação Teatro Guaíra e que teve nas peças de seu amigo Antônio Carlos Kraide as primeiras chances de aparecer no palco, vem sendo requisitado para as produções internacionais rodadas no Brasil. Em 1985 o inglês John Boorman o escolheu para fazer um padre que aparecia com destaque (inclusive alguns diálogos) em três seqüências de "A Floresta das Esmeraldas" (The Esmerald Forest).

Colegas esqueceram a homenagem para Kraide

Pelo menos durante uma década, Antônio Carlos Kraide (Piracicaba, 1-06-1945-Curitiba, 19-01-1983) viveu em nossa cidade. Aqui fez e viveu teatro - de seus tempos de aluno do curso de Arte Dramática da Fundação Teatro Guaíra até o mais criativo (e promissor) diretor revelado nos anos 70, com uma carreira brilhante e que uma morte brutal - um assassinato até hoje nunca esclarecido devidamente - veio interromper há três anos.
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