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Bernardo Bertolucci

Artigo em 29.03.1992

Rose Carvalho, uma das mais eficientes profissionais da divulgação da área cultural, é quem está coordenando a área de comunicação da AB Vídeo. Jornalista, produtora artística, Rose foi até agosto do ano passado o braço-direito da Jean Gabriel Albicoco na Distribuidora Belas Artes (anteriormente na Gaummont). xxx

Os 10 melhores filmes de 1991

1. Paisagem na Neblina (Landscape in the Mist), Grécia, 88, de Theo Angelopoulos (107 pontos). 2. Não Amarás (Krótki film a milosci), 001 Polônia, 88, de Krzysztof Kieslowski (105 pontos). 3. O Silêncio dos Inocentes (Silence of the Lambs), EUA, 90 de Jonathan Demme (88 pontos). 4. O Céu que nos Protege (The Sheltering Sky), EUA, 90 de Bernardo Bertolucci (85 pontos). 5. Os Imorais (The Grifters), EUA, 90 de Stephen Frears (71 pontos). 6. Europa (Europa), França, 90 de Lars Von Trier (63 pontos). 7. Febre na Selva (Jungle Fever), EUA, 90 de Spike Lee (47 pontos).

No deserto, no fogo e no gelo

Como a produção internacional acumula-se nas prateleiras das distribuidoras o fluxo de estréias torna-se cada vez mais intenso e, mesmo, filmes que mereceriam ganhar continuidade acabam sendo sacrificados. Por exemplo, "Stelinha" de Miguel Borges Jr. - o melhor filme nacional dos últimos anos, 11 premiações em Gramado-90, foi sacrificado e desde hoje é substituído por "O Céu Que Nos Protege" (The Sheltering Sky), de Bernardo Bertolucci - uma produção merecedora de toda atenção, baseado no notável romance de Paul Boubes, com Debra Winger encabeçando o elenco.

Sketches da Espanha ao som de Miles Davis

Um filme que já vale(ria) pela sua trilha sonora (Marcus Miller / Miles Davis). Eis uma definição para "Marcas de Uma Paixão" (cine Bristol, até amanhã em exibição), desperdiçado neste lançamento - inclusive porque simultaneamente saiu em vídeo.

Artigo em 02.06.1991

A artista plástica Ana Maria Comodo, viaja para Portugal na terça-feira. Uma das dez artistas do Brasil, convidadas a expor na 3a Bienal Nacional de Obidos (que inaugura dia 14), Ana Maria, única do Paraná que se dedica a colagens, aproveita para fazer um roteiro mais amplo, viajando em companhia da publicitária Silvia Dias. Depois de coordenar mais uma edição do Troféu Colunistas Silvia vai descansar num roteiro europeu. Com muitos toques românticos.

Os grandes textos que chegam à tela

Nos anos 50, uma das coleções de maior sucesso da saudosa editora Vecchi (quem se lembra desta casa publicadora?) era "Os Maiores Êxitos da Tela", que publicava os romances levados ao cinema - entre trabalhos originais ou adaptações. Com capas coloridas, papel-jornal, a preços econômicos, vendia como pão quente.

O cinema para ler

Após anos de indigência editorial nas áreas das artes, começamos a entrar em dias melhores. Ano a ano, cresce a produção editorial de obras que se voltam ao cinema, música, teatro e artes plásticas - incluindo edições de arte. Mesmo com os tempos bicudos que enfrentamos, e, no caso de edições-brinde de obras de arte tenha havido uma natural recessão com o fim da Lei Sarney (que estimulava investimentos culturais), aliada aos rigores do Plano Collor, ainda se publicou bastante em 1990.

Moravia no cinema

Quem tiver, intelectualmente, atração pelo nome do respeitado Alberto Moravia e for assistir "Elas me Querem", pode se decepcionar.

Dois filmes inéditos de Bridges

Realizador inglês, vindo da televisão, Alan Bridges, 62 anos, teve em 1973, com "O Assalariado" (The Hireling), com Sarah Miles e Robert Shaw, a sua chance maior. Premiado com o Palma de Ouro, em Cannes, aquele filme colocando em questão as desigualdades sociais da Inglaterra, foi comparado, por muitos, como um exemplo do cinema influenciado por Joseph Losey (1909-1984), contundente em suas visões do british way of life. Entretanto, afora um público mais atento, poucos se interessaram em acompanhar os outros trabalhos de Bridges, que nem chegaram aos circuitos comerciais no Brasil.

Chegou o pássaro azul com o som do bom jazz

Há algumas semanas, em reportagem especial no "Almanaque" dominical, destacamos a importância do pacote do Bluebird, com o qual a BMG/Ariola inicia a tão esperada vinda ao Brasil deste prestigioso selo jazzístico. Realmente, o Bluebird está entre os melhores acervos jazzísticos americanos e até hoje era privilégio de quem se dispunha a enfrentar os dólares da importação para ter acesso as verdadeiras jóias que fazem parte deste label.
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