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Biblioteca Pública do Paraná

A noite em que Walt Disney jogou no nosso Cassino Ahu

Walt Disney, quem diria, jogou no Cassino Ahu? Pois é! O "pai" do Mickey, Pato Donald, Pateta e tantos outros mágicos personagens do imaginário das crianças de todas as idades também teve sua noite de freqüentador do nosso mais famoso Cassino - cuja importância na vida artística-social da Curitiba dos anos 30/40 terá, agora, uma obra referencial elaborada pelo pesquisador Alceu Schwab, a espera de editor.

No campo de batalha

Houve época em que os prefeitos adoravam instalar fontes luminosas em suas cidades. Agora criar fundações culturais virou modismo e instituições aparecem em comunidades pequenas, ainda sem infra-estruturas para tanto. Uma das mais recentes fundações municipais de cultura é a de Araruna, que tem uma senhora - dona Gleise Mari Horn Buzuco - na presidência. xxx

Quando a vanguarda virou a mesa do salão acadêmico

Em sincero e inteligente depoimento gravado para o projeto Memória Histórica do Paraná, o pintor Fernando Velloso, aproximando-se dos 60 anos - a serem devidamente comemorados com uma série de eventos em 9 de agosto - mas com a juventude que sempre o caracterizou - fez uma análise das artes plásticas no Paraná nas últimas quatro décadas que acompanhou - e participou - muito de perto.

As cores de Étretat no pincel de Osório

João Osório Brzesinski, 49 anos completados no dia 2 de março, paranaense de Castro, é um dos mais positivos exemplos da geração surgida no finalzinho dos anos 50 e que soube se integrar ao movimento de renovação das artes plásticas no Paraná detonada em 1957.

Livros para o acervo de nossa biblioteca

A campanha de doações de livros para a Biblioteca Pública do Paraná, estimulada com o vídeo institucional gravado pelo ator José Wilker trouxe ótimo retorno: até agora mais de 20 mil livros foram encaminhados e há muitas promessas de grandes contribuições. O mais importantes: as doações não se limitam a "limpeza de armários" como normalmente acontecia. Ao contrário, bons títulos, muitas vezes edições novas, além de até algumas raridades - ou ao menos obras difíceis de serem encontradas - compõem as doações que diariamente são feitas. xxx

No campo de batalha

Enéas Athanázio, 55 anos, catarinense de Campos Novos, SC, procurador aposentado em Santa Catarina, pode agora dedicar-se apenas à sua paixão maior: a literatura. Autor já de uma obra numerosa, tendo empreendido valiosos estudos sobre a vida e obra do escritor mineiro Godofredo Rangel (um dos principais colaboradores de Monteiro Lobato nos anos pioneiros da Cia. Editora Nacional), Enéas agora foi premiado no concurso "Uma Antologia em Busca de Autores" (Prêmio Monteiro Lobato), patrocinado pela Academia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil e apoio cultural do grupo Aché. xxx

Walfrido, a juventude intelectual de 87 anos

Se o empresário Jacob Mehl, novo arrendatário do Hotel-Estância Hidromineral Dorizzon (Dorizon - PR), conseguisse convencer uma das mais admiráveis personalidades de nossa vida intelectual e social a fazer um comercial para o seu empreendimento, poderia ganhar até um prêmio. É que não há melhor demonstração de que Dorizon pode ser identificada com qualidades medicinais do que o fato de ali ter nascido, há 87 anos - em 23 de abril de 1903 - o escritor, pesquisador, homem público e sobretudo grande memória do Paraná, Walfrido Piloto.

No campo de batalha

Como fazem desde 1962, os irmãos coragem da cinematografia curitibana - Erasmo e Jorge Souza, não deixam de programar na Sexta-feira Santa a projeção de "Paixão de Cristo", no Cine Morgenau. Este ano, mais uma vez, confirmou-se que ainda há religiosidade cinematográfica: as cinco sessões em que a velhíssima cópia de uma versão dos tempos do cinema mudo, possivelmente realizada na França, pela Pathé, em 1917, teve 1.150 espectadores.

Munhoz da Rocha, a cidade rural que virou fantasma

Uma cidade de características especiais, integrada à zona rural, planejada em forma de curvas de níveis, numa região totalmente nova. Toda uma arquitetura especial, valorizando material econômico, com características especiais e, principalmente, voltando-se à integração do homem à terra. Sonho de algum arquiteto-ecologista pensando neste final de milênio, no qual a qualidade de vida urbana decai cada vez mais e, rousseanamente, há uma busca do paraíso perdido entre o ver e a natureza? Nada disso. Em absoluto.

Médico, político, prefeito e humanista: um homem estimado

Para entender a importância de Erasto Gaertner como prefeito de Curitiba, nomeado por seu amigo e correligionário Bento Munhoz da Rocha Neto, tomando posse em 3 de outubro de 1951, é preciso viajar à cidade de quatro décadas passadas.
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