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Grande gênio do Bandoneon

É possível que Astor Piazzolla apresente-se no Teatro Guaíra ainda no primeiro semestre. Em duas vezes, dentro de duas excursões ao Brasil, o maior nome do bandoneon incluiu a nossa cidade em seu roteiro. E todas as vezes em que passou pelo nosso país, Piazzolla tem merecido os maiores aplausos, pois o tempo só faz com que a sua arte musical cresça.

Soledade, o compositor que merece ser lembrado

Na festa de som & luz que a partir das 20h30 de domingo, dia primeiro, no Largo da Ordem, marcará a posse do prefeito Jaime Lerner, a trilha sonora concebida por Adherbal Fortes de Sá Júnior, um dos criadores do evento, incluirá uma marcha rancho de um bicho do Paraná até hoje pouco lembrado: "Estão chegando as flores" do parnanguara Paulo Soledade (Paulo Gurgel Valente do Amaral Soledade), cujos 70 anos a serem completados no próximo dia 29 de junho, justificariam toda uma série de comemorações - mas para o que, até o momento, ninguém lembrou-se.

Um show felliniano no palco do Paiol

Como Fellini não morreu, Fellini estará amanhã à noite no Teatro Paiol, dando um banho de som-rock-samba-mpb, como ocorre há mais de quatro anos em espetáculos e em discos. "O Adeus de Fellini", "Fellini só Vive Duas Vezes" e "Três Lugares Diferentes", este último escolhido pela crítica na revista "Bizz" como melhor elepê de 87, ao lado do disco dos Titãs.

No campo de batalha

Embora ainda não tenha inaugurado oficialmente o Alamo, o mais novo estúdio de som do Paraná, Romário Borelli já começou a fazer do amplo espaço - um casarão na Rua Lúcio Raseira, 1.035, às margens do lafo do Barigüi - um centro cultural. Para tanto, cedeu as instalações para os alemães do grupo The Blesh fazerem um workshop com os roqueiros da cidade. xxx

As vozes maravilhosas que o tempo só faz melhorar

Selma, uma bela mulher, double de professora universitária (trabalhando há anos numa tese sobre a ideologia do músico paranaense) e, sobretudo, cantora de excelente bom gosto, vai deixar Curitiba. Ganhou uma bolsa de estudos para a França, onde, apesar do alto custo de vida, quer ficar dois anos. Quem sabe, dentro em breve não estará fazendo carreira como solista.

Leminski ganha música na vanguarda de Itamar

Não há dúvida que o curitibano Paulo Leminski conseguiu enturmar-se com bom marketing entre a vanguarda paulista. A mídia impressa foi generosa na cobertura do evento No Canto da Palavra, iniciativa da Brasiliense Promoções Culturias que, por quatro noites no Dama Xoc realizou uma espécie de parcerias, juntando pessoal da música de vários estilos - e que se encerrou sábado, 17, com Leminski, Renato Russo e a cantora Fortuna falando de música pop e rock. Paulo até cantou e pelo visto vai acabar, em greve [breve], fazendo um disco. xxx

Biografias para todos os gostos

Quando repórter político do Diário do Paraná, de saudosa memória o jornalista Gilberto Larssem chegou a planejar uma biografia de Ney Braga. Achava um absurdo que o ex-governador do Paraná, que há quatro décadas é, direta ou indiretamente uma presença maior na política paranaense, não tivesse ainda um estudo de maior profundidade - capaz de explicar muitas coisas do Paraná. Hoje, poderoso assessor-chefe de comunicação de Rede Ferroviária Federal S/A - cargo para o qual foi levado pelo ex-presidente da empresa, Osires Stenguel Guimarães, Larssem, evidentemente, abandonou o projeto.

Carlinhos, o pai da Bossa

As duas apresentações que o compositor-intérprete Carlos Lyra faz nesta semana ("505", Avenida Manorel Ribas) se constituir numa das poucas manifestações musicais comemorativas aos 30 anos da Bossa Nova. É uma pena! Pela importância de Lyra na Bossa Nova, seria justo que ele também se apresentasse em espaços menos sofisticados (e caros) como o piano-bar do Alto das Mercês.

Joyce canta Vinícius

Se faltam discos de Carlinhos e João Gilberto para comemorar os 30 anos da Bossa Nova, nem tudo está perdido: no dia 1º de setembro será lançado "Vinícius - negro demais no coração" (SBK Songs), homenagem que uma das maiores amigas do poeta, Joyce, lhe presta agora exatamente um ano após ter feito "Tom Jobim, os anos 60", também editado no Brasil pela SBK (etiqueta que vem ampliando seu catálogo de trilhas sonoras também para o melhor da MPB) e que, em CD já saiu também no Japão.
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