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Bossa Nova

MT, um pesquisador

Numa bela crônica que começou a escrever no avião que o trouxe de Campo Grande na semana passada, José Octávio Guizzo recorda os seus anos de Curitiba, onde chegou em 1959 para estudar Direito - curso que inexistia então em sua cidade natal. No emotivo texto - que promete enviar para ser publicado aqui no "Almanaque" - Guizzo recorda seus verdes anos de Curitiba, morando em pensões - depois num apartamento na Rua Westphalen, 640, dividido com dois colegas de faculdade - o Faxinal (Antônio Sêga, hoje promotor aposentado) e Werner Jahnkee (hoje assessor jurídico da Paraná Equipamentos).

No campo de batalha

Nasce uma estrela do tênis brasileiro: a curitibana Antonella Macedo, l4 anos, que vem colecionando premiações nacionais, internacionaliza-se. Participando do Orange Bowl, em Miami, foi a 5ª classificada - e a campeã de duplas (com Silmara Passos, de São Paulo). Em Nova Iorque, no campeonato de Port Washington, ficou em 9º lugar. Considerando sua idade - e a dedicação ao tênis tem tudo para chegar a campeã mundial em sua modalidade. xxx

As vozes maravilhosas que o tempo só faz melhorar

Selma, uma bela mulher, double de professora universitária (trabalhando há anos numa tese sobre a ideologia do músico paranaense) e, sobretudo, cantora de excelente bom gosto, vai deixar Curitiba. Ganhou uma bolsa de estudos para a França, onde, apesar do alto custo de vida, quer ficar dois anos. Quem sabe, dentro em breve não estará fazendo carreira como solista.

Leminski ganha música na vanguarda de Itamar

Não há dúvida que o curitibano Paulo Leminski conseguiu enturmar-se com bom marketing entre a vanguarda paulista. A mídia impressa foi generosa na cobertura do evento No Canto da Palavra, iniciativa da Brasiliense Promoções Culturias que, por quatro noites no Dama Xoc realizou uma espécie de parcerias, juntando pessoal da música de vários estilos - e que se encerrou sábado, 17, com Leminski, Renato Russo e a cantora Fortuna falando de música pop e rock. Paulo até cantou e pelo visto vai acabar, em greve [breve], fazendo um disco. xxx

Biografias para todos os gostos

Quando repórter político do Diário do Paraná, de saudosa memória o jornalista Gilberto Larssem chegou a planejar uma biografia de Ney Braga. Achava um absurdo que o ex-governador do Paraná, que há quatro décadas é, direta ou indiretamente uma presença maior na política paranaense, não tivesse ainda um estudo de maior profundidade - capaz de explicar muitas coisas do Paraná. Hoje, poderoso assessor-chefe de comunicação de Rede Ferroviária Federal S/A - cargo para o qual foi levado pelo ex-presidente da empresa, Osires Stenguel Guimarães, Larssem, evidentemente, abandonou o projeto.

Carlinhos, o pai da Bossa

As duas apresentações que o compositor-intérprete Carlos Lyra faz nesta semana ("505", Avenida Manorel Ribas) se constituir numa das poucas manifestações musicais comemorativas aos 30 anos da Bossa Nova. É uma pena! Pela importância de Lyra na Bossa Nova, seria justo que ele também se apresentasse em espaços menos sofisticados (e caros) como o piano-bar do Alto das Mercês.

Joyce canta Vinícius

Se faltam discos de Carlinhos e João Gilberto para comemorar os 30 anos da Bossa Nova, nem tudo está perdido: no dia 1º de setembro será lançado "Vinícius - negro demais no coração" (SBK Songs), homenagem que uma das maiores amigas do poeta, Joyce, lhe presta agora exatamente um ano após ter feito "Tom Jobim, os anos 60", também editado no Brasil pela SBK (etiqueta que vem ampliando seu catálogo de trilhas sonoras também para o melhor da MPB) e que, em CD já saiu também no Japão.

Toquinho, a segunda geração da Bossa Nova

Toquinho foi o último dos grandes parceiros de Vinícius. E o que teve a felicidade de conviver profissionalmente o maior período com Vinícius de Moraes. Quando Carlinhos Lyra fazia seus dois primeiros discos na Philips, no início dos anos 60, Toquinho, em São Paulo, era ainda um garoto que dedilhava as primeiras notas ao violão, aluno de Paulinho Nogueira, seu primeiro grande mestre. E músicas como "Barquinho de Papel", "Quando Chegares" emocionaram a Toquinho (Antonio Pecci Filho), que nem sonhava em se transformar também num grande nome da nossa MPB.

Alaide, cantora de verdade

Se existe uma definição perfeita para Alaide Costa é a de cantora de câmara. Uma voz fina, afinadíssima, perfeita, única e original - que a faria ser uma artista consagrada, valorizada profissionalmente e sem ter que se preocupar com qualquer problema material se tivesse nascido na Europa ou nos Estados Unidos - e não no Rio de Janeiro (08/12/1935).

Coelho, 20 anos da melhor programação

No espaçoso escritório que se espalha em várias salas do 13º andar do edifício Arthur Hauer, na Praça Osório, posters de muito bom gosto recobrem as paredes - intercaladas de fotos ampliadas e mesmo reproduções de alguns de quase 400 projetos desenvolvidos em 20 anos de trabalho.
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