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Bossa Nova

Stelinha e Gaya, um espaço para recordar o grande amor

Stelinha Egg tem estado muito ocupada nas últimas semanas. Em sua residência, na ampla sala de visitas e biblioteca, espalham-se recortes de jornais, partituras, fotos, discos e objetos que marcaram a sua longa carreira artística e, especialmente, os 42 anos de um dos mais felizes casamentos do mundo artístico - em termos profissionais e pessoais - com o inesquecível pianista, compositor, arranjador Lindolfo Gaya (Itararé, 06/05/1921 - Curitiba, 17/09/1987).

Maria Rita, o canto que o Brasil precisa ouvir

Cada vez que a Dell'Art traz a Curitiba um grande espetáculo como a Orquestra Filarmônica de Moscou - último domingo, no Guaíra, nos bastidores, eletricamente eficiente, está uma jovem capaz de resolver qualquer problema de última hora. Ela é Maria Rita Stumpf, gaúcha de São Francisco de Paula, 33 anos, que hoje é, com razão, o braço direito de Miriam Dauelsberg. Só que por trás da coordenadora geral de produção que há mais de 5 anos trabalha com a Dell'Art, está um dos grandes - e até agora imerecidamente, desconhecidos - talentos da música brasileira.

Carmem, a princesa etíope da MPB

Não foi sem motivos que Carmem Costa (Carmelita Madriaga Trajano de Moraes, Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 1920) fez questão de vir a Curitiba para buscar o apoio oficial em sua nova cruzada, iniciada ainda em fins de 1989, no sentido de ser a primeira artista a merecer o tombamento em vida.

Phil, uma jovem (e moderna) escola para aprender inglês

O professor Phil Young retorna neste fim de semana dos Estados Unidos com boas novas: a turma de 35 alunos que levou para o curso de verão na Embry-Riddley Aeronautical University, em Daytona, Florida, teve um aproveitamento superior a todas as expectativas. A convivência por dois meses dos estudantes curitibanos numa das mais avançadas universidades americanas - cujos cursos são voltados a aeronáutica e que conta com alunos vindos de várias partes do mundo - fez despertar, inclusive, novas vocações.

Feche os olhos e lembre os bons tempos da Jovem Guarda

Depois da exumação da Bossa Nova - cujos 30 anos, comemorados entre 1988/89 (considerando o disco marco "Canção do Amor Demais", com Elizeth Cardoso e o "Chega de Saudade" com João Gilberto) justificaram inúmeras reedições e homenagens (embora, não tantas quanto merecia o mais importante movimento já existente na MPB), parece chegar a vez da Jovem Guarda começar a ser escavada, com a montagem de elepês com faixas de históricos momentos do movimento e mesmo estudos a respeito.

Brasil-África numa trilha com balanço

A idéia de unir a poesia de nomes sagrados a versões musicais não é novidade. Olívia Hime, cantora e produtora cultural, realizou assim belos álbuns em homenagem a Manuel Bandeira (1886-1968) e Fernando Pessoa (1888-1935), no qual convocou nomes famosos da MPB para musicarem - e interpretarem - temas dos bardos.

Em dez discos, a saudade do melhor da Bossa Nova

Os trinta anos da Bossa Nova - que poderia ter suas comemorações até retroagidas para 1988, considerando-se que a gravação-marco do movimento que modificou a MPB foi mesmo "Canção do amor demais", produzido por Irineu Garcia, para a Festa, reunindo Elizeth Cardoso às primeiras parcerias de Vinícius e Antonio Carlos Jobim - e tendo ao violão o baiano João Gilberto com sua batida diferente - proporcionaram que dezenas de gravações - e algumas publicações - se voltassem a esta efeméride.

Mingus, Evans, Herbie e Coleman em bons momentos

Ao lado da CBS, a WEA é a gravadora que tem investido mais maciçamente no jazz (e trazendo também blues e country), embora não se possa esquecer os bravos esforços de Jonas Silva, da Imagem - há 21 anos no mercado, a Bradisco (embora sem qualquer divulgação e critérios em suas produções e, finalmente, a BMG/Ariola, que dispondo ao acervo da RCA, começa a aproveitar melhor o tesouro sonoro que dispõe em seu arquivo.

Ao vivo, com emoção, os belos shows do Paramount

Cinco dos dez álbuns da coleção "30 anos de Bossa Nova" são de registros ao vivo, de shows produzidos por Walter Silva, que como apresentador de "O pick-up do Pica-Pau" na Rádio Bandeirantes, incorporou o nome artístico Pica-Pau ao seu nome e, astutamente, soube produzir shows que lotavam o antigo Teatro Paramount, na avenida Brigadeiro Luís Antonio, hoje transformado em cinco cinemas.

Para onde foram tantas belas vozes femininas?

Embora afastado da batalha noturna e constante da vida musical, mas ainda em forma, Paulinho Nogueira, cujos 60 anos transcorridos no último dia 8 de outrubro não tiveram as comemorações que merecia, é uma das presenças mais constantes na série reeditada pela RGE. Realmente, este esplêndido compositor e virtuose do violão foi uma presença das mais importantes na MPB nos anos 60 e com seu toque moderno, seu lirismo e atuação amiga, mestre de uma geração - inclusive Toquinho.
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