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Bossa Nova

Narinha, Nana e Leila, com o máximo de emoção

Colocados no mesmo suplemento de final de ano, os álbuns de Nara Leão - que nos chega com a emoção maior, por se tratar de uma obra póstuma em sua edição; a gravação ao vivo de Nana Caymmi no Festival de Montreux, na Suíça, em julho último - acompanhada por Wagner Tiso nos teclados; e o revival da Bossa Nova na voz de Leila Pinheiro são momentos especialíssimos.

Carmem, a princesa etíope da MPB

Não foi sem motivos que Carmem Costa (Carmelita Madriaga Trajano de Moraes, Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 1920) fez questão de vir a Curitiba para buscar o apoio oficial em sua nova cruzada, iniciada ainda em fins de 1989, no sentido de ser a primeira artista a merecer o tombamento em vida.

O Som da Gente em terra de Marlboro (Os bastidores)

1 - As duas apresentações promovidas pelo Som da Gente, com patrocínio do Bamerindus, em Nova York, nos dias 10 e 11, anteciparam o show de Antônio Carlos Jobim e Gal Costa, que acontece nesta quarta-feira, 10, trouxe na capa uma foto de Tom, merecendo duas páginas num texto de Alison Steele, que lembra o fato de que há 27 anos - 22 de novembro de 1962 - acontecia no mesmo auditório (Carnegie Hall), o espetáculo da Bossa Nova, que deslanchou a entrada da música brasileira no mercado internacional.

Leny, a nossa jazz singer

Reconhecidamente a melhor cantora de jazz do Brasil, a carioca Leny Andrade, 46 anos completados no dia 25 de janeiro, só nos últimos anos passou a ter um reconhecimento merecido. Com 37 anos de carreira - aos nove já se apresentava no Clube do Guri, na Rádio Tupi e, mais tarde, nos programas Silveira Lima e César de Alencar, Leny foi uma das grandes vocalistas da Bossa Nova. A partir de 1961, no Beco das Garrafas no Rio de Janeiro (Bacará, Bottles), tornava-se uma intérprete criativa, marcando músicas como "Estamos aí" (Maurício Einhorn/Durval Ferreira), que se tornou seu próprio prefixo.

Guizzo, adeus!

Há 25 anos que ele não mora mais aqui. Mas pela constante vida cultural, incansável batalhador pelas causas da música, cinema e literatura e os contatos que sempre soube manter entre os amigos e colegas que aqui fez entre 1959/64 - quando estudou Direito na Universidade Federal, era sempre uma presença constante: José Octávio Guizzo.

Uma viagem musical pelo Brasil sonoro

Ao idealizar "Brasil Musical - Viagem pelos Sonhos e Ritmos Populares", Rita Cáurio da Art Bureau (Rua Siqueira Campos, 43, 1004, Copacabana, RJ) participa do princípio de que sendo uma obra bilíngüe, destinada a um público leigo - e patrocinada por um banco internacional (Chase Manhattan), deveria se ter uma visão abrangente, didática, da própria evolução de nossa música.

E 27 anos depois, a BN volta ao Carnegie

A vodka é a mais recente musa inspiradora de Antônio Carlos Jobim. Há exatamente 11 dias, noite de 15 de março, no superlotado Carnegie Hall, em Nova Iorque, o mais importante compositor brasileiro - e considerado um dos cinco melhores contemporâneos - mostrou a sua mais nova composição: " Absolutilly [Absolutely]", letra em inglês, como todas suas obras, perfeita estruturalmente.

Do barquinho ao avião, uma história por especialistas

A Bossa Nova, pelo seu significado cultural, pela permanência que trouxe à MPB - rompendo tabus e dando bases a toda uma geração que nela soube beber as melhores influências - até hoje mereceu mínima bibliografia. Ramalho Neto, na época diretor artístico da RCA (hoje BMG/Ariola), foi o primeiro a tentar uma biografia do movimento chamado "Historinha do Desafinado" - obra há muito esgotada. Alguns outros pesquisadores e ensaístas voltaram-se bissextamente ao tema, mas sem um estudo de maior fôlego.

Breno, da Marrocos à conquista da América

Os boêmios dos anos 60 lembram-se, com saudade, do gaúcho Breno Sauer, óculos escuros, grande concentração, extasiava o público da saudosa Boate Marrocos com o som de um instrumento meio estranho para a época: o vibrafone. Na linha do que fazia o norte-americano Art Van Dame, Sauer adaptou o instrumento à linha da Bossa Nova e com um quinteto notável foi uma sensação com seu ritmo suave e dançante.

Música Brasileira está em alta em Nova Iorque

O I Festival de Música Instrumental Brasileira no Town Hall, em Nova Iorque (dias 10 e 11 de março), com patrocínio do Bamerindus, representa uma espécie de consagração de uma bem sucedida invasão sonora que a nossa MPB está fazendo nos EUA - via Big Apple/Los Angeles.
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