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Caetano Veloso

Artigo em 17.01.1982

Surpreendentemente, foi um frevo ("Muito Prazer", João Paraná/Panchito Arabé) que venceu o Abre-Alas – Festival de Música de Carnaval, em sua 2a edição, encerrada na semana passada. Para os paranaenses, o frevo é um gênero praticamente desconhecido – apesar de seu calor e vibração, o que pode explicar o engano que Paraná/Panchito cometem na primeira fase de sua música ("O frevo nasceu na Bahia)

Os Cariocas, tão maravilhosos hoje como há 40 anos passados

Quando se fala em conjuntos vocais no Brasil, há uma unanimidade entre os que conhecem o mínimo de MPB: nunca houve um melhor do que Os Cariocas.

O R&B tupiniquim de Edmon

Dentro da crise fonográfica a necessidade de renovação de elenco, as gravadoras apostam em quem oferece alguma possibilidade. Por isto, Edmon ganha um álbum-solo pela Sony após ter seu "Coração de Gelo" catapultado na trilha sonora de "O Dono do Mundo". Carioca, 27 anos, morador da Vila Penha, é definido (exageradamente), por Adriano Sanglard, no release promocional, "a maior revelação na 'praia' do R(hytm) & B(lue) nacional - se é que se pode dizer que isso já existe no Brasil".

Oficina de Criação Musical vai criar a Banda Ligeira

Músicos ou apenas apreciadores estão convidados a engajar um projeto interessante, abraçado pela Fundação Cultural de Curitiba: a Oficina de Criação Musical Olho da Rua, que acontecerá de 11 a 17 próximos, das 15 às 18 horas, no Centro Cultural Portão (Avenida República Argentina, 3430). As inscrições podem ser feita na secretaria daquele espaço, com informações pelo telefone 223-2733 (r. 257). A Oficina será comandada pelo músico carioca Antônio Saraiva, e será um núcleo de discussão e pesquisa, dentro do objetivo de não produzir aulas, mas sim arte.

Bahia e o seu samba-reggae para consumo de marketing

Assim como o Rio Grande do Sul, a Bahia é um território fonográfico à parte. Com bons estúdios - como o WER, ocupando um prédio de três andares e produzindo discos para fábricas e etiquetas do Sul, mais de uma dezena de etiquetas e, principalmente, um elenco de artistas de vários gêneros que se espraiam por todo o País, além de ali terem o maior prestigiamento dos veículos de comunicação (especialmente das emissoras AM/FM), ao contrário do que acontece em Curitiba, a Bahia é auto-suficiente fonograficamente.

Um revival para Raul Seixas

Transcorridos menos de três anos da morte de Raul Seixas (Salvador, 21-8-89/São Paulo, 28/6/45), a obra deste compositor-intérprete tem uma justa reavaliação. Além da edição de um show feito numa praia paulista e seu último parceiro, o baiano Marcelo, praticamente ter lhe dedicado o seu último álbum a Sony Music lançou agora "O início, o fim e o meio", carinhosa produção de Liber Gadelha, reunindo diferentes intérpretes da recriação de suas músicas mais marcantes.

Os Baianos Independentes - Wesley, o homem que produz os sucessos da Bahia para o Brasil

Em setembro, a moça já era a musa do verão-91 em Salvador: seu primeiro elepê-solo ("Maravilha, Maravilhê", Estúdios WR/Eldorado) nem bem chegava às lojas e já estava sendo executado nas emissoras de rádio. Agora conforme o "Jornal do Brasil" registrou em reportagem em seu Caderno B. Daniela Mercury começa a obter repercussão nacional. As emissoras de Salvador, há mais de 5 meses vêm divulgando esta baiana jovem, bonita e cujo "Swing da Cor" (Luciano Gomes) diz "Te curupaco kioiô/eu sou Muzenza larauê..." - que, neste Carnaval de 92 deve explodir nacionalmente.

Cristina e o Memorial para a "Mãe Menininha"

Cristina Bastos, uma morena bonita e múltipla em suas atividades de executiva em projetos associados a sua maior amiga, Consuelo Cornelsen, à consultorias especiais, não pôde realizar um compromisso espiritual que muito desejava cumprir: estar no último dia 10 na inauguração do memorial da Mãe Menininha do Gantois - que estaria completando 98 anos no último dia 10 de fevereiro. O memorial foi inaugurado no próprio Gantois, em Salvador, por sua filha (e sucessora espiritual) mãe Cleusa do Gantois, numa solenidade que reuniu personalidades de vários estados. xxx

Os Baianos Independentes - Wesley, o homem que produz os sucessos da Bahia para o Brasil

Em setembro, a moça já era a musa do verão-91 em Salvador: seu primeiro elepê-solo ("Maravilha, Maravilhê", Estúdios WR/Eldorado) nem bem chegava às lojas e já estava sendo executado nas emissoras de rádio. Agora conforme o "Jornal do Brasil" registrou em reportagem em seu Caderno B. Daniela Mercury começa a obter repercussão nacional. As emissoras de Salvador, há mais de 5 meses vêm divulgando esta baiana jovem, bonita e cujo "Swing da Cor" (Luciano Gomes) diz "Te curupaco kioiô/eu sou Muzenza larauê..." - que, neste Carnaval de 92 deve explodir nacionalmente.
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