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Caetano Veloso

O cantor da Amélia, da mulata, do melhor samba

Um evento especial para marcar os 20 anos de morte - e os 80 de nascimento - de Ataulfo Alves: na próxima semana, a Sigla/Som Livre lança o elepê "Ataulfo Alves - Leva Meu Samba", segundo volume da nova fase do selo Som Livre Documento, que obteve consagração em sua criação, em outubro/88, com "Cartola - Bate Outra Vez..." - considerado um dos melhores discos do ano que passou.

Geléia Geral - Angélica, Reflexu's, Kim, Mautner e Nelson

Nos passos de Xuxa, a ninfeta Angélica caminha firme para se tornar uma nova bilionária do reino das crianças. Já apareceu num filme dos Trapalhões e seus programas na Rede Silvio Santos estão crescendo de audiência. E como Xuxa vendeu 2 milhões de cópias de seus discos, porque a bela Angélica não pode também cantar? Seu novo disco pela CBS teve produção do competente Mazzola, repertório dos mais assimiláveis, com temas para a garotada - a partir da música que dá título ao seu programa: "Milk Shake".

Consuelo, a criação em múltiplas formas

Consuelo Cornelsen e Christina Bastos estão na cidade, mais uma vez cuidando de um evento ligado a Gal Costa. Há algumas semanas, elas agitaram o lançamento do delicioso livro de dona Mariah Costa Penna ("Vidas da Vida") a jovial mãe de Gal, que teve noite de autógrafos com toda a badalação merecida.

Espetáculo de flauta e sax

Um show de Mauro Senise significa um espetáculo de flauta e sax para ouvido nenhum botar defeito. E é o que se poderá conferir amanhã: Senise, um dos maiores instrumentistas da MPB, está em Curitiba pelo projeto Esquina idealizado pela Localiza Movimento Sonoro. Em 16 anos de música instrumental, Senise brilhou em todos os sentidos. No palco, nos estúdios de gravação, no Brasil e no Exterior.

Carlinhos, presença amiga de boa música

Carlinhos Vergueiro é uma das pessoas mais estimadas dentro da música brasileira. Prova disto é a força que os melhores compositores sempre deram na carreira deste paulista, 36 anos, 15 de carreira musical e por seu talento, simpatia e, sobretudo, aquela capacidade de fazer amigos, conquistou uma platéia significativa em Curitiba - aqui retornando no próximo dia 17 (Teatro do Paiol e bar Habbeas Corpus).

Negro em discussão no olhar da câmara

Não poderia ser diferente: pelo próprio fato da população da Bahia ser formada em 70% de negros e o centenário da abolição dos escravos, o tema de muitos filmes e vídeos apresentados durante a XVII Jornada de Cinema da Bahia foi o negro. Apesar da frustração do principal filme abordando o assunto - "Libertação", longa-metragem de Zózimo Bulbul, não ter tido sua cópia aprontada a tempo, para a exibição na noite de abertura - a programação da Jornada trouxe diferentes enfoques sobre a questão do negro - no lado social, cultural, político e ideológico.

Na Caixa, vídeos dos vanguardistas

Cineasta de vanguarda, autor de um longa tão famoso quanto inédito ("Tristes Trópicos"), Arthur Omar foi quem, no II FestRio, na tumultuada sessão da madrugda em que Caetano Veloso exibia, pela primeira vez, o pretensioso "O Cinema Falado", teve a coragem de dizer que "o rei está nu" e que a proposta do compositor baiano, travestido de vanguardisa das imagens, já era déjà vu.

"Dedé Mamata": finalmente um filme sem Embrafilme

Gramado - Mesmo antes da exibição no Festival de Gramado as comparações entre "Feliz ano velho" e "Dedé Mamata" já eram inevitáveis: A atriz Malu Mader presente nos dois filmes como namorada dos personagens centrais - Mário (Marcos Breda) em "Feliz ano velho" - André/Dedé (Guilherme Fontes) em "Dedé Mamata", longa de estréia de Rodolfo Brandão, 28 anos, filho do falecido jornalista Darwin Brandão e que, no ano passado, saiu da 15a. Edição do Festival de Gramado com três Kikitos, com seu primeiro curta.

Sharp faz a maior premiação musical

Mais do que uma grande promoção em favor da música brasileira, o Prêmio Sharp de Música Popular - Troféu Vinícius de Moraes, que chega ao seu final, na noite de terça-feira, 31, com a entrega dos troféus aos escolhidos nas categorias (Teatro D. Pedro I, Hotel Nacional, Rio de Janeiro) é um (primeiro) passo para que se possa ter, no Brasil, uma distinção anual com a mesma dignidade que faz do Grammy ter hoje, para a música, o mesmo peso, que o sexagenário Oscar tem para o cinema.
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