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Califórnia da Canção

Do Bicho do Paraná e outras programações

Com apenas uma música - e mais especificamente uma estrofe ("Eu não sou gato de Ipanema/Sou bicho do Paraná"), o paranaense João Lopes estabeleceu uma imagem das mais positivas. A expressão "bicho do Paraná", ganha cada vez mais força nativista e desde a política - como faz o candidato Luiz Henrique Garcez de Mello - até a publicidade - o bicho do Paraná - passa a ser assumido, com orgulho - repetindo-se, de certa forma, aquilo que aconteceu no Rio Grande do Sul a partir do sucesso da Califórnia da Canção: a juventude pilchando-se e orgulhando-se de suas raízes e tradições. xxx

Foz, um festival para aproximar as fronteiras culturais latinas

O advogado Osmar Koehler, 52 anos, catarinense de Canoinhas mas curitibano por adoção - aqui vive desde 1957, quando chegou para estudar na UFPR, convidou dois casais amigos e enfrentou a bordo de sua confortável F-, cabine dupla, os buracos da BR-277 para passar o último fim-de-semana em Foz do Iguaçu. Finalidade: assistir ao Acordes Cataratas.

A querência querida nos "causos" que o "seo" Manoel sabe contar

O "seo" Manoel é um grande contador de estórias. Quem tem o privilégio de ouví-lo lembrar fatos vividos e sentidos, ao longo de seus 80 anos - comemorados no último dia 22 de março - sempre sai com a sensação de querer mais. Como uma de suas maiores admiradoras, a jornalista Antonia Schwind, "suas mãos vão desenhando no ar os cenários. Olhos espertos e sorriso terno, puxa cuidadosamente o fio das emoções dos seus ouvintes. Após uma passagem mais triste, certamente explode a gargalhada".

As melhores produções alternativas de 1990

1. "Encontro das Águas" - Juca Novaes e Eduardo Santana (Cachet Records, MPM Produções, Rua Ministro Gastão Mesquita, 855, São Paulo). O grande coordenador da Feira Avarense de Música Popular - reconhecidamente o melhor festival de MPB do país, que a cada ano traz inovações e teve suas últimas edições lançadas em disco, Juca Novaes é também compositor e intérprete, veterano participante de vários festivais (inclusive o Fercapo, de Cascavel).

Nativismo, hoje um mercado em expansão

Há menos de uma década - quando aqui, pioneiramente, publicamos uma série de reportagens sobre o boom nativista gaúcho, no Paraná praticamente inexistiam festivais e eventos artísticos regulares. Embora já houvesse mais de 50 dos duzentos e poucos CTGs, que hoje se espalham por todo o Estado, suas promoções se restringiam a âmbitos locais - inclusive sem repercussão maior.

Telmo e Elomar, dois cantadores de raízes

"Ouço cantigas, é o Minuano me pedindo que os caminhos vão se abrindo prá passar minhas canções rogando ao mundo que a maior fraternidade seja o elo da bondade prá todos os corações Vento Minuano eu te peço que prossigas nesta cantiga da fraterna comunhão" ("Prece ao Minuano", Telmo de Lima Freitas) O que há de comum entre Telmo de Lima Freitas, gaúcho de São Borja, 59 anos, e Elomar Figueira de Melo, baiano de Vitória da Conquista, 50 anos?

Filó, um talento que merece ser aplaudido

Filó (José Sérgio Machado), paulista de Ribeirão Preto, 39 anos completados no último dia 3 de fevereiro, é o exemplo daqueles talentos marginalizados pela (injusta) máquina do show buzines. Dono de uma voz personalíssima, compositor dos mais inspirados, apesar de já ter gravado dois elepês, é ainda pouco conhecido fora da noite paulista. Miudinho, lembrando até o Grande Otelo, este artista simpático e comunicativo, transforma-se quando, violão na mão, se põe a cantar. Sua voz é afinada e seu repertório lindíssimo.

Com ajuda de César, nativismo cultural chegou até o Paraná

Há seis anos, quando aqui dedicamos uma série de nove colunas registrando o "Alvorecer Nativista" ("Tablóide", "O Estado do Paraná", entre os dias 17 a 31 de outubro de 1984), após assistirmos ao II Musicanto - Sul Americano de Nativismo, em Santa Rosa, Rio Grande do Sul, o boom tradicionalista na (re)valorização de valores tradicionais da cultural rural do Rio Grande do Sul, embora já com mostras evidentes em outros estados, ainda era ignorado pela imprensa fora daquele Estado.

Geléia Geral

Dentro da multiplicidade da chamada música negra, eis que chega o curioso Tone Loc ("Loc'Ed After Dark", WEA/Island/Delicious o Vinyl). Nascido Tony Smith, mais adotando o pseudônimo de "Loc" (que lembra louco), chegou as paradas de sucesso em apenas 8 semanas, suficiente passaporte para internacionalizar seu material sonoro, que ele próprio assim define: "É como entrar num estado de hipnose. Eu sento perto de uma mesa e começo a bater nela com ritmo. Quando vem algo que eu gosto, imediatamente escrevo".

Nativismo nas araucárias, tchê!

Mesmo antes de ser lançado - o que só acontecerá no próximo dia 12, "Passe a Cuia, Tchê!" do promotor e estudioso de folclores Arthur Tramujas Neto (volume 2 da série "Leite Quente", Secretaria Municipal da Cultura, 32 páginas, em fase de revisão) está sendo solicitado por interessados em conhecer a visão que o autor dá sobre o gauchismo no Paraná.
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