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Milton Luiz, o homem do Paraná que chega ao STF

Ao assumir uma cadeira no Superior Tribunal Federal, em Brasília, no próximo dia 23, o ministro Milton Luiz Pereira deverá fazer um discurso que possivelmente se tornará histórico. Não só na condição de um extraordinário orador - virtude desde seus tempos de estudante, mas porque, com a precisão de homem da justiça que teve a formação jornalística através do rádio, deverá lembrar uma vida humilde, voltada ao trabalho e a lei, que o conduzem agora, aos 60 anos - completados em 19 de dezembro último - a um dos mais altos postos da magistratura brasileira.

O prefeito bem amado que foi condecorado com um fusquinha

Em 1967, quando foi criada a Justiça Federal, os primeiros juizes indicados para ocuparem as varas no Paraná foram o professor Manoel de Oliveira Franco Sobrinho, que havia sido deputado federal, tendo inclusive representado o Brasil em reuniões da ONU, Heraldo Vidal Coro e Milton Luis Pereira. Representava, já, uma [ascensão] significativa para o menino pobre criado no Norte do Paraná - nas cidades de Apucarana e Califórnia, e que vindo estudar em Curitiba, em 1951, aqui ganhou seu primeiro salário como locutor da Rádio Clube Paranaense.

Os tempos da Clube, da pensão Esplanada e do terno "Talismã"

Dentro da história do rádio paranaense, Milton Luiz Pereira é sempre lembrado não apenas como uma das vozes mais bonitas que passou pela PRB-2, Emissora e Curitibana, entre outros prefixos, mas como o exemplo de uma época em que, posteriormente, se destacariam em diferentes campos de atividade.

No campo de batalha

Um dos curitibanos que mais conhece a história não oficial da cidade, está preparando, há tempos, um livro de memórias que, se publicado, vai provocar muita polêmica: Luizito Guimarães - ou, no registro civil, José Luís Terceius Bueno Barros Xavier da Silva Pereira Guimarães, filho caçula (05/04/1925) do cafeicultor Luís Guimarães - o bilionário que construiu o Castelo do Batel, vendido em 1948 para o então governador Moyses Lupion - e hoje sede da TV Paranaense. Em sua mansão em Caiobá na tranqüilidade Avenida Atlântica, repassa toda uma vida em que ouviu estórias da antiga Curitiba.

No campo de batalha

Desde segunda-feira, quando estreou "New York por Will Eisner" (auditório Salvador de Ferrante, 21h, até o final do mês), 3% da renda será depositada em favor do Will Eisner Studios, em Nova York. Antecipadamente, a utilização de duas de suas "novelas gráficas" e mais a imagem do mais famosos de seus personagens - já lhe rendeu Cr$ 23.570,00, - convertidos em dólares, naturalmente. xxx O governo do Paraná investiu Cr$ 3 milhões para ajudar na aquisição de uma área em Ibaiti onde a Associação Ambiental vai criar o Parque Estadual Mina Velha e Arco da Grua. xxx

No campo de batalha

Transformações no lazer do Setor Histórico: na primeira quadra da Avenida Mateus Leme, número 39, onde já funcionaram ambientes pretensamente sofisticados - o último dos quais foi o restaurante Chamonix - inaugurando uma animada casa nativista. É a "Papannas", do homem da noite Hamilton Coutinho, ex-Angel Flight, que de acordo com os novos tempos trocou o rock pela música sulina, tirou os tapetes da casa e tem hoje uma freguesia bem popular.

Zezé, a mãe de Sônia Braga, veio julgar o nosso Carnaval

Pela segunda vez - "e como sempre de surpresa" - a figurinista Zezé Braga (Maria Braga Jaci Campos) acabou participando do júri das Escolas de Samba de Curitiba. Mulher de bom gosto e muita experiência na área de figurinos, "além de carnavalesca em meus verdes anos", dona Zezé já havia julgado o item figurinos no júri oficial do Carnaval 88. Este ano integrou o júri especial do "Estandarte Rádio Independência" - no qual os cinco integrantes (ela, mais Sale Wolokita, João Carlos Lima, Júlio César Amaral de Souza e este repórter) analisaram todos os itens, para um resultado final.

Imperial, a morte do jovem técnico

A morte do engenheiro Paulo Imperial, 44 anos, na madrugada da última quarta-feira, em São Paulo, entristeceu a comunidade rodoviária do Paraná. Embora capixaba de Cachoeira do Itapemirim, formado em engenharia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Imperial encontrava-se há muitos anos no Paraná. Funcionário do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, chefiou a residência de Campo Mourão, e, posteriormente, por cinco anos, o serviço de obras do 9º Distrito.

No campo de batalha

Zelinha Brandão, atriz e, sobretudo, entusiasta em fazer coisas artísticas, apresentará entre os dias 14 e 22 de maio, no Sesc da Esquina, um novo espetáculo: "Levando a Vida na Flauta", com direção de Maria Adélia Ferreira. Que explica como "um trabalho cênico em cima da Sonata em Lá Menor para flauta solo de Bach, onde o flautista questiona o seu procedimento como artista e se lança em busca do público e de si mesma". Na segunda parte o trabalho é feito a partir da peça "Syrinx", de Debussy, com a história de uma menina que ganhou de aniversário uma "caixinha de tristeza".
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