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Carlinhos Vergueiro

Joyce internacional e Leny com novas canções

Joyce cada vez mais internacional. Uma viagem musical pelo tempo, proposta por Anna Maria Kieffer. Leny Andrade, nossa grande cantora jazzística com um repertório diversificado e renovado. Um revival em homenagem a Clara Nunes - uma das maiores sambistas que o Brasil já teve. O canto gaúcho de Maria Luiza Benitez. Eis um pacote provando que o canto continua das mulheres - neste nosso Brasil em que tantas jovens sonham por um espaço no disputado mercado e que, em veredas diferentes, buscam seus objetivos.

Carlinhos, presença amiga de boa música

Carlinhos Vergueiro é uma das pessoas mais estimadas dentro da música brasileira. Prova disto é a força que os melhores compositores sempre deram na carreira deste paulista, 36 anos, 15 de carreira musical e por seu talento, simpatia e, sobretudo, aquela capacidade de fazer amigos, conquistou uma platéia significativa em Curitiba - aqui retornando no próximo dia 17 (Teatro do Paiol e bar Habbeas Corpus).

O samba de João e o violão de Baden

No sábado, em sua única apresentação em Curitiba dentro do Projeto Brasileirinho (Teatro da Esquina/SESC), o sambista João Nogueira teve uma alegria especial: na lotada platéia, seus amigos Baden Powell e a esposa Silvia. Antes de ir para o "505", encerrar a temporada que ali fez, o nosso maior violonista fez questão de prestigiar o show do amigo - que na noite anterior estava entre os mais entusiásticos espectadores no clube noturno das Mercês.

Toquinho, a segunda geração da Bossa Nova

Toquinho foi o último dos grandes parceiros de Vinícius. E o que teve a felicidade de conviver profissionalmente o maior período com Vinícius de Moraes. Quando Carlinhos Lyra fazia seus dois primeiros discos na Philips, no início dos anos 60, Toquinho, em São Paulo, era ainda um garoto que dedilhava as primeiras notas ao violão, aluno de Paulinho Nogueira, seu primeiro grande mestre. E músicas como "Barquinho de Papel", "Quando Chegares" emocionaram a Toquinho (Antonio Pecci Filho), que nem sonhava em se transformar também num grande nome da nossa MPB.

Uma parceria com Antônio Cândido

Aluísio Falcão, um pernambucano que, depois de assessorar Miguel Arraes em seu primeiro governo, foi quem possibilitou que Marcos Pereira (1930-1980) fizesse o catálogo fonográfico mais brasileiro de nossa história, deixou o Estúdio Eldorado e através da Idéia Nova está produzindo discos como sabe fazer. O primeiro lançamento será do sambista João Nogueira e o segundo o novo álbum de Carlinhos Vergueiro, seu parceiro dos mais queridos (com o qual assina músicas como "J. Petrolino").

Bom astral de Carlinhos para reerguer(?) o Paiol

A surpresa foi total. Nem Paquito, há um mês na administração do Paiol, nem os amigos que Carlinhos Vergueiro tem em Curitiba e muito menos o próprio artista esperavam. Aconteceu, felizmente! Como nos bons tempos, o Paiol teve casas lotadas no sábado e domingo, para aplaudir o espetáculo de Vergueiro, ao violão, sua simpatia e canções das mais agradáveis.

Vergueiro, a luta por um espaço brasileiro

"Sou um compositor de 1975 e, apesar das dificuldades de se fazer alguma coisa hoje em dia, não estou nostálgico. Como eu, existem outros compositores, preocupados com a realidade brasileira, tentando mostrar seu trabalho que deve ser ouvido e respeitado. Eu só peço não nos deixem mudos, pelo amor de Deus". (Carlinhos Vergueiro, em 1975)

O solo de Gilson, jazz com Guilherme e piano romântico

Verdade seja dita: independente do (inegável) talento de Ivan Lins, muito de seu sucesso deve ser creditado a Gilson Peranzzetta. Pianista, arranjador e fiel amigo de Ivan, há mais de dez anos que Gilson é fundamental para os discos que o autor de "Madalena" tem gravado.
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