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Carlos Saura

Silvia e as saudades dos dramas da Pelmex

Poucas pessoas conhecem hoje tão bem o cinema latino-americano como Silvia Oroz, uma argentina morena, beleza mignon, tão simpática que se enquadra naquela categoria que, como dizia Dale Carnegie, parece ser amiga de infância após 5 minutos de conversa.

Até Saura oscarizável para a mostra do VI FestRio

Rio e Janeiro - Parece um milagre: num ano em que a produção cinematográfica teve seus mais baixos números, no qual foram extintas e sepultadas a Embrafilme/Fundação Nacional de Cinema e que a recessão econômica faz com que mesmo os empresários mais progressistas nem queiram ouvir propostas de financiar filmes, o RioCine Festival tem sua sexta edição, ampliada e revista, encerrando o calendário cinematográfico do ano - que teve, ainda, mostras em Gramado (julho), Natal (setembro) e Brasília (outubro).

Apesar dos problemas, Rio Cine mostrou resistência

Rio de Janeiro - sem contestações e pálidas críticas à política cultural do Brasil Novo, com algumas afirmações de que "como superamos os anos da ditadura, também daremos a volta por cima nestes dias de crise" - nas palavras do cineasta Denoy de Oliveira, a festa de entrega de muitos prêmios do RioCine Festival teve presença e ausências.

O flamenco de Paco no Guaíra e o cinema espanhol em alta

Os espanhóis estiveram em alta na semana passada no Rio de Janeiro com a coincidência de exibição de dois filmes dos mais badalados realizadores - Pedro Almodóvar ("Ata-me", já em circuito comercial, próxima estréia no Bristol) e "Ay, Carmela", de Carlos Saura, que encerrou o VI RioCine Festival, na noite de quinta feira, 22, no Cinema I.

Boas opções da CIC e um filme de Saura

Não é sem razão que a CIC Vídeo continua a liderar as vendas junto as locadoras com alguns dos títulos mais procurados pelo público. Afinal, esta multinacional sabe diversificar seus lançamentos atingindo diferentes faixas de espectadores. De seu último pacote, estão chegando as locadoras:

Curitibana faz tese (nos EUA) sobre filme de Woody Allen

Se não tivesse passagem marcada para retornar aos Estados Unidos na noite de hoje, Denise Correa Araújo teria assistido "no mínimo mais três vezes ao filme "A Outra" (que quarta-feira saiu de exibição no Bristol, após uma magra semana com apenas 400 espectadores). Só que Denise é uma espectadora muito especial: é a primeira brasileira a se lançar num projeto intelectualmente audacioso - escrever uma tese sobre Woody Allen.

Afinal, filmes de ação para lotar os cinemas da cidade

Para que Aleixo Zonari, o simpático comandante local do circuito Fama Filmes, volte a sorrir - após semanas de rendas indigentes na maioria dos cinemas de seu grupo - estreou ontem "Máquina Mortífera 2", que no esquema de violência-ação pretende repetir o êxito de bilheteria da primeira parte, realizada há dois anos e que foi um dos grandes êxitos de bilheteria da temporada de 1987/88. Em termos de qualidade, não há que se esperar muito...

La Morita, o belo flamenco no Guaíra

La Morita. Alta, cabelos negros, sensual - uma imagem da dramática cigana Carmen. E dançarina. Ela é Amália Moreira, argentina de Buenos Aires, 45 anos, 40 de ballet - a La Morita, uma artista de ligações curitibanas. Aqui chegou há alguns anos, em companhia de seu marido, o cigano Iosska Santa Ana e mesmo sem interromper uma carreira que tem levado para muitos países, se fixou entre nós. Atuou como professora de flamenco, teve sua própria academia e ajudou a criar um grupo de danças antigas.
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