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Carmem Miranda

Revivendo as grandes duplas

Uma das preocupações de Leon Barg na montagem dos discos da Revivendo é apresentar as grandes duplas de nossa MPB. Duos que, em trabalhos mais consistentes e demorados - ou em curtas experiências - marcaram o nosso cancioneiro. Duas produções recentes são indispensáveis documentos desta proposta. Em "Foi um pedra que rolou" temos Joel e Gaúcho, Zé e Zilda, as irmãs Pagãs a dupla Verde e Amarelo.

O cinema para leitura agrada cada vez mais

O mercado editorial diversifica-se. Se os best-sellers produzidos em linha industrial - como os que a Record tão bem sabe escolher para garantir sua presença entre as que têm maiores êxitos - sucedem-se para uma faixa de consumidores pouco exigentes, amplia-se cada vez mais o interesse por gêneros específicos ou mesmo de obras jornalísticas.

A travessia pelo talento de Bituca em cinco fases

Por várias razões - mas que podem ser resumidas na questão econômica, que desistimula investimentos maiores em áreas de riscos - a maioria das gravadoras vem fazendo relançamentos às mãos-cheias. Desde as multinacionais com seus acervos históricos até pequenas etiquetas, com público específico - como a Revivendo, do bravo Leon Barg, em Curitiba, já com mais de 60 títulos na praça e preparando-se para os três primeiros Cds (Carmem Miranda, Orlando Silva e Francisco Alves).

Peri vem para lançamento do álbum de sua mãe, Dalva

Peri Ribeiro, filho de Dalva de Oliveira (Vicentina de Paula Oliveira, 1917-1972) e Herivelto Martins, 78 anos, estará em Curitiba nesta quinta-feira, por uma razão muito afetiva. Emocionado, vem prestigiar o lançamento oficial do "Estrela... Saudade", álbum duplo em que a grande cantora interpreta 30 das mais belas marchas-ranchos.

Carmem e Ademar em biografias de luxo

Dentro de um dos mais ricos filões da indústria editorial - a das biografias, que há anos é explorada exaustivamente pelas maiores editoras dos Estados Unidos e Europa - no Brasil há também um interesse especial por biografias de artistas, realizadores e mesmo produtores ligados ao cinema, música, televisão, artes plásticas etc. Paralelamente a traduções de best-sellers do gênero, editores de maior visão também estão buscando trabalhos originais.

David Niven, Olivier, Burton, Depardieu e Douglas em livros

Ao lado de verdadeiros livros de arte que trouxeram biografias de Carmem Miranda (de Carlos Emmanuel Barsante) e "Gonzaga Por Ele Mesmo" (Ademar Gonzaga, 1901-1978), no ano passado a biblioteca de biografias de artistas foi valorizada pelas memórias de atriz Itala Nandi ("Teatro Oficina - Onde a arte não dormia", editora Nova Fronteira).

Leon continua escavando as riquezas da boa MPB

Em novembro do ano passado, a Collector's reuniu várias gravações inéditas de Paulo Tapajós, deixadas em acetatos que durante anos perambularam por vários depósitos, e produziu um elepê documental do maior valor. O trabalho que Costa Manso vem fazendo através de sua editora especializada em recuperar gravações inéditas - e graças a qual já saíram 18 álbuns - não é, entretanto, o único que vem ocorrendo no Brasil.

Nasce um mímico

Dono de duas galerias de arte, colecionador de obras de arte e boêmio, Max Stoltz Neves teve uma alegria ao abrir agora o Max's Bar: acabou aproximando dois jovens artistas que poderão fazer bela carreira. De um lado, a bela Daniele Luz, 24 anos, atriz e cantora londrinense, que com a peça "Toda Nudez Será Castigada", de Nelson Rodrigues, viajou a Nova York e Portugal, em festivais de teatro. De outro, Berlim Júnior (Luiz da Silva Berlim Júnior), 27 anos, curitibano, ator e mímico.

Oito estréias para que o público lote os cinemas

E, mais uma vez, aconteceu: Numa mesma semana, repleta de atrações paralelas em teatro, há uma conspiração de lançamentos com múltiplas estréias (e reprises) que, no mínimo, merecem serem vistas pelo público. Assim, haja tempo e energia para disciplinar agendas e acompanhar a programação cinematográfica - e o mais grave é que muitos dos (bons) filmes que desde ontem estão em cartaz ficarão apenas uma semana em exibição.

No campo de batalha

Maé da Cuíca (Ismael Cordeiro), 65 anos, um dos fundadores do Colorado em 1946, embora desde 1982 não saia mais com a Escola de Samba que tinha graças a ele a melhor bateria, não deixou de circular na Avenida Marechal Deodoro nos dias de Carnaval. Com a faixa de "Cidadão Samba" - que recebeu há 3 anos, por iniciativa do ex-secretário de Turismo, Glauco Souza Lobo, Maé anunciava que ia voltar ao Colorado, hoje relegado ao segundo grupo para tentar fazê-lo retornar aos tempos de glória.
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