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Chico Alves

Chico Viola, Orlando, Carmen e muitas outras vozes eternas

De certa forma, cada uma das etiquetas que se especializaram em reedições históricas refletem um pouco das preferências e visão de marketing de seus proprietários - colecionadores e profundos conhecedores da música brasileira do passado.

Radamés, nosso amigo, e a "Ameríndia"de Conrado

Brasília - Depois da homenagem que Rogério Sganzerla fez ao Poeta da Vila em "Isto é Noel", exibido ontem à noite - antecipando o curta "Projeto Pulex", do gaúcho Tadao Miagui (produzido pelo núcleo de animação do Rio Grande do Sul), e o longa "Ameríndia", do padre Conrado Berning - amanhã, sábado a maior atração no cine Brasília é outro média biografando um dos maiores nomes da música brasileira: "Nosso amigo Radamés Gnaitaili".

Leon entrou na era do CD reeditando até Celestino

Dando uma mostra de que não se assustou com o Plano Collor e embora tendo feito uma reestruturação em seus projetos para 1990, a "Revivendo" justifica o seu nome e continuará a ressuscitar o que há de melhor em nossa música popular. O produtor Leon Barg não só está lançando mais cinco álbuns com novas jóias de nosso cancioneiro como decidiu ampliar de dois para cinco o primeiro pacote de reedições em CD que fará no Brasil.

Peri vem para lançamento do álbum de sua mãe, Dalva

Peri Ribeiro, filho de Dalva de Oliveira (Vicentina de Paula Oliveira, 1917-1972) e Herivelto Martins, 78 anos, estará em Curitiba nesta quinta-feira, por uma razão muito afetiva. Emocionado, vem prestigiar o lançamento oficial do "Estrela... Saudade", álbum duplo em que a grande cantora interpreta 30 das mais belas marchas-ranchos.

Reprises e continuações em semana sem novidades

Que ótimo! Uma semana para se colocar a leitura em dia, visitar amigos e mesmo curtir os filmes na televisão - inclusive aqueles vídeos que não se tinha tempo de ver antes. Afinal, nada de interessante nos cinemas em termos de lançamento - embora para quem ainda não tenha visto na semana passada, existam duas ou três opções noturnas. No mais, a programação é para as crianças. Época de férias. Reprises, filmes de censura livre, por que, afinal, nenhuma distribuidora vai queimar um título atraente nesta temporada de entre-safra.

Um filme australiano e o "Jogo Duro" de Giorgetti

Seis filmes inéditos, da mais recente safra do cinema brasileiro, exibidos simultaneamente ao XVII Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, registraram o ridículo bordeaux de 1.612 espectadores no Lido II. Lanterninha entre as nova capitais brasileiras escolhidas pela Embrafilme para a inédita experiência de mostrar nacionalmente os filmes em disputa ao Kikito no mais famoso festival do cinema brasileiro, Curitiba confirmou aquilo que há muito afirmamos: é tola a afirmação de que somos uma cidade de grande exigência cultural, cidade-teste para provar produtos culturais.

Um vigoroso drama sobre mais uma vítima da ditadura: Paulo Stuart

Embora os quatro filmes premiados com Oscars estejam com super-rendas, aumentadas após a festa da quarta-feira da semana passada ("Rain Man", Condor; "Um peixe chamado Wanda", Lido II; "Mississipi em chamas", Plaza; e "Ligações Perigosas", Astor/Cinema I), há tamb´me outras opções e, como sempre nos cinemas da Fucucu, repirses. Interessantes, para quem não as viu quando de seus lançamentos - e, em alguns casos ("A família", de Ettore Scola, no Ritz), merecedoras de revisão.

O novo cinema alemão é a melhor opção nesta semana

Mais um vez o Goethe Institut traz uma informativa mostra do cinema alemão. É de se perguntar, o que seria do cinema alemão se não fosse o Goethe? Há quase 20 anos que esta instituição cultural, com sede em Munique e que se espalha por todo o mundo, vem dando a maior contribuição para a promoção da cultura alemã, em especial do cinema. Se não fosse o trabalho incansável do Goethe, o cinema alemão continuaria a ser desconhecido entre nós - como ficou por mais de duas décadas, no pós-guerra.

O demolidor humor do Monthy Python

Em 1972, quando retornou ao Brasil após ter feito cursos de especialização em Londres, o oftalmologista Maurício Brick, cinéfilo apaixonado e culto, falava com entusiasmo a seus amigos sobre o humor irreverente, inteligente e criativo de um grupo chamado Monty Python, que desde outubro de 1969 - e por cinco anos - produziram 45 episódios do seu Flying Circus que atingiu audiências imensas não só na Inglaterra, mas também no Canadá e Austrália - onde era retransmitido.
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