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Cine Astor

À meia-noite de amanhã, Peggy Sue vai ao passado

"Peggy Sue - Seu Passado A Espera" (Cine Astor, pré-estréia amanhã, 24 horas) é o mais recente exemplo de uma nova tendência no cinema americano: a volta ao passado. Aquilo que H. G. Wells (1866-1946) imaginou há 92 anos em sua "Máquina do Tempo" filmada com maestria por George Pal em 1966, com Rod Taylor e Yvette Mimieux, transformou-se, nos últimos anos, numa forma de escapismo cinematográfico. "Em Algum Lugar Do Passado" e "De volta Para O Futuro", (ambos a disposição em teipe) estão entre os filmes de melhor bilheteria nestes últimos anos.

Os ingleses Wang Chung e as muitas homenagens do Falco

Dentro de um robusto pacote de discos pop, bem ao seu estilo, a WEA traz algumas curiosidades como os elepês da dupla inglesa Wang Chung, o híbrido austríaco Falco e o quarteto New Order.

Os nacionais do FestRio estão agora nos cinemas

Apenas três estréias numa semana de múltiplas escolhas, incluindo filmes inéditos poloneses, que estão sendo apresentados (infelizmente sem qualquer promoção), na Cinemateca. Dois são lançamentos nacionais, capazes de atraírem bom público - por coincidência, ambos vistos em suas estréias mundiais nos Festivais Internacionais de Cinema do Rio em 1984 e 1986, respectivamente: "Além Da Paixão" de Bruno Barreto e "O Cinema Falado" de Caetano Veloso.

Apenas uma estréia numa semana de muitos filmes

Apenas uma estréia nesta semana, mas nem por isto a programação deixa de estar atraente. Além dos muitos bons filmes em cartaz há também reprises indispensáveis, especialmente "Era Uma Vez na América", de Sérgio Leone (Cine Luz, 14 e 20 horas) - integrada à trilogia "Era Uma Vez a Aventura", desta vez um grande painel americano. A propósito, o jornalista Roberto Salomão, chefe-de-reportagem de O Estado, faz uma apreciação a respeito nesta mesma página.

Uma semana com variadas e excelentes opções

Excesso de bons programas traz angústia a quem se interessa em acompanhar todos. A eficiência de Francisco Alves dos Santos, programador das salas de exibição da Fundação Cultural, somada à chegada dos filmes nominados para o Oscar - e alguns premiados na noite de segunda-feira - faz com que falte tempo para se assistir a tudo que está em exibição.

Quando os jovens têm que se tornar adultos

De princípio, o título feliz. Tanto no original - "St. Elmo's Fire" - o imaginário fogo que faz os marinheiros se orientarem em seus momentos de desespero - como no Brasil - "O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas" (uma inteligente adaptação da frase-verdade: "Hoje é o primeiro dia do resto de nossas vidas..."). Depois, a temática: a juventude e suas inquietações: angústias, medos, caminhos e descaminhos.

Jornalismo glamourizado em visão bem americana

Saber detectar o assunto do momento e, tal como um bom repórter, transformá-lo num filme limpo e correto é virtude que deve ser reconhecida em alguns cineastas. Sem pretensões de (maior) perenidade mas a importância de trazer temas do momento em abordagens pessoais - e sempre que possível corajosas - faz com que certos filmes, mesmo não atingindo a categoria de obras de arte, se destaquem da produção comercial.

A noite dos desesperados

Ao redor da vida do homem há certas caixas de vidro dentro das quais, como em jaula se ouve palpitar um bicho (João Cabral de Melo Neto)
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