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"Morrer de Novo" e "Príncipe das Marés", os melhores lançamentos

Seis estréias ajudam a curar a ressaca carnavalesca e estimulam a freqüência aos cinemas. Desde quarta-feira de Cinzas, está em exibição O PRÍNCIPE DAS MARÉS (Prince of the Tides), a nova tentativa de Barbra Streissand em provar que não é apenas (excelente) cantora e atriz. Fez um filme denso, profundo e envolvente sobre as relações de um psiquiatra (ela própria) e um interiorano (Nick Nolte, elogiadíssimo e um dos favoritos ao Oscar) que a procura em Nova York em busca de solução para os problemas de sua irmã que tentou suicídio.

As verdades nas telas da incompetência da Fundação

O chefe do Setor de Cinemas da Fundação Cultural de Curitiba, Paulo Roberto Rego Barros Biscaia Filho, em carta publicada ontem nesta coluna, tenta justificar os critérios (sic) para a programação das salas oficiais da Prefeitura, fazendo vários comentários sem, em momento algum, explicar os fatos mais graves que vêm ocorrendo. 1. De princípio, o sr. Rego se detém em apontar erros técnicos e de informação que aqui teríamos cometido no texto sobre o filme "Talk Radio: Verdades que Matam", publicado no último dia 30 de outubro.

"A Grande Arte" no Ritz

O nostálgico "Vai Trabalhar Vagabundo", continua no Cine Ritz, mas na sessão da meia-noite de hoje sua tela exibirá o esperado filme de Walter Salles Jr., "A Grande Arte". E amanhã, também mesmo horário, pré-estréia de "Boys'n the Hood - Os Donos da Rua", de John Singleton. Mas tem mais: no domingo, às 20h30, sessão especial de "Pixote - A Lei do mais Fraco", de Hector Babenco, com a presença do roteirista José Loureiro. E na quarta, às 21h, sessão beneficente de "O Ouro de Abraão", de Jorg Gräser.

Nos novos tempos do rádio, comunicadores e a política

Anotem este nome: Ney Leprevost. Confiram dentro de algum tempo! Está nascendo um novo comunicador-político que aos 17 anos já ensaia seu primeiro vôo eleitoral: a Câmara de Curitiba. A opinião é de experientes comunicólogos, impressionados com a facilidade com que este adolescente vem mostrando, de segunda a sexta-feira, das 15 às 16 horas, num dos programas que apesar do horário perverso está obtendo ótima audiência para a AM-Difusora, 590 a antiga Ouro Verde.

Estréiam hoje dois dos melhores filmes de 1991

1992 não poderia começar melhor em termos cinematográficos. Hoje, terceiro dia do ano, estréiam dois dos dez melhores filmes indicados no referendum em que participaram 28 críticos e cinéfilos de 8 capitais e que, pela 26ª vez, ininterruptamente, O Estado do Paraná publicará domingo. "Não Amarás", do polonês Krzystof Kieslowski e "Os Imorais", do inglês Stephen Frears - que embora estivessem inéditos em Curitiba obtiveram pontuação para integrar a lista dos 10 melhores, estréiam agora nos Cine Groff e Bristol, respectivamente.

Estréiam hoje dois dos melhores filmes de 1991

1992 não poderia começar melhor em termos cinematográficos. Hoje, terceiro dia do ano, estréiam dois dos dez melhores filmes indicados no referendum em que participaram 28 críticos e cinéfilos de 8 capitais e que, pela 26ª vez, ininterruptamente, O Estado do Paraná publicará domingo. "Não Amarás", do polonês Krzystof Kieslowski e "Os Imorais", do inglês Stephen Frears - que embora estivessem inéditos em Curitiba obtiveram pontuação para integrar a lista dos 10 melhores, estréiam agora nos Cine Groff e Bristol, respectivamente.

Direito de resposta

Em nome da Coordenação de Cinemas da Fundação Cultural de Curitiba, solicito espaço para correções referentes à matéria publicada na coluna "Tablóide" do dia 30 de outubro passado. No seu artigo, o colunista usou o termo "imbecilidade" para agredir esta Coordenação, mas não percebeu que ele mesmo foi imbecil "oito" vezes ao cometer os seguintes erros: 1. Já no título da matéria o nome do filme "Talk Radio" foi invertido e transformou-se em "Radio Talk";

Sexo e drogas entre as sete boas estréias

Sete estréias numa mesma semana - das quais pelo menos três dignas de verificação - trazem novamente aquela velha reclamação dos cinéfilos que não podem se "dedicar" em tempo integral aos filmes em exibição - que, muitas vezes, nem chegam a segunda semana.

Coisas do coração na visão do sueco Lasse

Em "Minha Vida de Cachorro" (1987), o sueco Lasse Hallstrom tocava corações pela ternura com que partindo de uma história simples, ambientada numa pequena aldeia, se fazia universal - confirmando velha lição do mestre Leon Tolstói ("Se queres ser universal cante a sua aldeia"). Três anos depois, Hallstrom realizou seu primeiro filme nos Estados Unidos.
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