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Cinema Brasileiro

Severo e Beto estarão no festival de Canela

Fernando Severo, o mais rigoroso dos cineastas locais - para ele, dificilmente um filme tem méritos e é implacável quando julga especialmente os trabalhos de colegas curta-metragistas - anda feliz da vida. Além de seu curta "Os Desertos Dias" ter sido aceito em Gramado, na 19a. edição do festival de Cinema Brasileiro, seu vídeo experimental "Instruções para subir uma escada", que dirigiu durante um dos cursos práticos de vídeo que Valêncio Xavier promoveu quando dirigia o Museu da Imagem e do som, foi aceito para o IV Festival Videomaker, que acontece de 24 a 27 de agosto em Canela-RS.

Na telinha paralela, se mostrou até o filme que não foi concluído

Apesar dos festivais de Brasília e Gramado evitarem, nos últimos anos, a expansão também para o vídeo - considerando que o boom nesta tecnologia é tão intenso que justifica eventos específicos - torna-se impossível, atualmente, ignorar a telinha como forma ao menos informativa para realizadores que optando pelo vídeo apresentam trabalhos dos mais importantes. Ao menos informalmente, tanto em Gramado como em Brasília, as últimas edições dos festivais já abriram salas para que as realizações em vídeo, com cópias em VHS, possam serem vistas.

Brasília, a capital da esperança para o cinema brasileiro renascer

Na noite de 9 de julho, quando o cineasta Rogério Sganzerla, 45 anos, subiu ao palco do Cine Brasília, para receber um retrato emoldurado com a imagem de José Mojica Marinz ("Zé do Caixão") defronte o túmulo de Carmen Miranda - oferta de seu amigo Ivan Cardoso, em nome da Associação Brasileira de Cineastas, como prêmio pelo seu média-metragem "Assim é Noel", houve a única manifestação político-cinematográfica da noite - excluída às vaias dadas a Neville de Almeida (e a atriz Claudia Raia) por sua premiação como melhor diretor ("Matou a família e foi ao cinema").

Em Brasília, a discussão de pólos cinematográficos

Brasília - Tão importante quanto o fato de contrariando as mais pessimistas previsões estar sendo realizado um festival de cinema brasileiro que teve inscritos quase 50 filmes - entre longas, médias e curtas - concluídos nos últimos meses com todas as dificuldades - é a preocupação da Fundação Cultural do Distrito Federal em fazer desta oportunidade do encontro da categoria cinematográfica - dispersa e [desmotivada] desde março do ano passado - num [fórum] em que se possa discutir, na real, os (des) caminhos do cinema brasileiro - e as (poucas) veredas para que se consiga a recuperação d

Cinema brasileiro renasce neste Festival de Brasília

Brasília - Numa prova de que o cinema brasileiro tal como o mitológico [Fênix] renasce das cinzas deixadas há 16 meses, quando o presidente Collor extinguiu a Embrafilme - e castrou toda a produção que existia na época - esta 24a. edição do Festival criado em 1965 inicia hoje em clima de otimismo e esperança.

Artigo em 10.07.1991

O Simpósio "Cinema Brasileiro, Urgente", em seus três painéis - O Cinema e o Estado, Novos Caminhos e Pólos Regionais - procurou trazer informações up to date de tudo que se relaciona à questões da indústria visual: mercado, público, possibilidades de financiamento, fontes externas, etc. Uma das exposições mais amplas foi feita por um norte-americano, Steve Solot, vice-presidente para América latina da Motion Picture [Association] of América.

E quando é que chegarão os filmes dos festivais?

Encerrado mais um festival de cinema brasileiro- e próximo a dois outros eventos importantes que continuarão a movimentar o setor (Gramado, a partir de 5 de agosto e, de 20 a 26 de setembro, a XVIII Jornada Internacional de Cinema da Bahia, em Salvador), uma questão natural que se discute é a de quando os curtas, médias e, ao menos, longas que são levados a estas mostras competitivas poderão serem também vistos e julgados pelo público?

Artigo em 13.07.1991

Marcos Kluppel, 47 anos, professor da área de Educação e diretor superintendente da Fundação da Universidade Federal do Paraná, foi eleito na última terça-feira, em Goiânia, para a presidência do conselho Nacional das Fundações Universitárias. Ao lado do professor Luís Callef, diretor executivo, Kluppel fez um verdadeiro milagre na Fundação: assumiu em vermelho, totalmente desmoralizada e hoje já tem conceito nacional. Atualmente, a FUFP financia cem importantes projetos de pesquisas e tem credibilidade internacional. xxx
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