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Cinema Paradiso

Uma viagem pela Itália com o diretor de "Cinema Paradiso"

Para os que se emocionaram com [o] mais belo filme de 1990, "Cinema Paradiso", a melhor notícia: novo filme do mesmo diretor Giuseppe Tornatore entra em exibição no Bristol - "Estamos todos Bem", no qual Tornattore faz uma melancólica viagem pela Itália, acompanhando Matteo Scuro (Marcelo Mastroiani) um siciliano aposentado que decide rever seus cinco filhos, espalhados pelo país.

"Estamos tudo bem" vai mal de público

Apesar do Oscar - como melhor filme estrangeiro (1990), citação entre os melhores filmes do ano passado pela crítica internacional (primeiro lugar no referendum de O Estado ) e ter emplacado uma das maiores bilheterias do ano, "cinema Paradiso" parece que não fez ainda de Giuseppe Tornatore um cineasta capaz de, por si, atrair o público.

O nosso "Totó" do Luz que amava a máquina encantada

Há quase um ano, quando foi um dos convidados homenageados na sessão especial que organizamos numa manhã no Cine Bristol (antigo Marabá, ex-Teatro Hauer) para a exibição do lírico "Cinema Paradiso", Harry Luhm era o espectador mais emocionado.

Os "Totós" nas cabines dos cinemas no Paraná

Na mesma edição em que detalha o moderníssimo equipamento controlado por computador nas 14 salas de projeção em um único edifício na cidade de Colonia, RFA, a revista da Cinemaccanica dedica duas páginas em homenagem a Giuseppe Tornatore por ter feito "Cinema Paradiso", um canto de amor ao cinema, através da história do velho operador, Alfredo (Philippe Noiret) e do menino Totó (Salvatore Cascio), que, na cabine iluminada, viu nascer seus sonhos de cineasta.

Um belo filme dinamarquês é a melhor estréia da semana

Mais uma semana de mínimas estréias. Em compensação, chega (Cine Luz, 5 sessões) um candidato (já) para a listagem dos 10 melhores do ano e que tem chances de conquistar o público: o surpreendente "Dançando pela Vida" (Waltizing Ragtime), nova mostra do talentoso cinema escandinavo. Indicado ao Oscar no ano passado como melhor filme estrangeiro (perdeu, naturalmente, para "Cinema Paradiso") esta fita de Kaspar Rostrup teve um lançamento obscuro no Brasil.

Retratos da Vida

Assim como Akira Kurosawa foi, durante muitos anos, a identificação do cinema japonês para o grande público, também por mais de 20 anos o cinema sueco era lembrado apenas pelo seu nome maior, Ingmar Bergman. Falar em cinema escandinavo, então, era cair no vazio, pois mesmo com a grande aceitação por parte da crítica e de uma elite de cinéfilos pelos verdadeiros ensaios psico-visuais de Bergman, desconheciam-se outros realizadores daquela região da Europa.
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