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Cinemateca do Museu Guido Viaro

"No", do paranaense Duque, venceu no RioCine

Graças a remanescentes em vídeo no sistema VHS, realizados por integrantes da hoje extinta Turma do Balão Magico (frustrada tentativa de agrupar jovens cineastas e videomakers da cidade, que teve sua fase entre 1986/87), o Paraná acabou tendo uma presença, mesmo que tímida, na parte competitiva, em vídeo, do V RioCine Festival, encerrado sábado, 19, no Rio de Janeiro. Altenir Silva (Bolinha), concorreu com seus vídeos "Morcego" (8 minutos) e "Os Agentes" (28 minutos), fotografados por Werner Schulmann, este autor de "Volk" (15 minutos), também em competição.

Tetê mostra a terra de Rose em Curitiba

Valeu a pena a cineasta Tetê de Moraes ter vindo a Curitiba, há um mês, para evitar que seu premiado "Terra para Rose" fosse "queimado" no Cine Groff, como pretendia a coordenação de cinema da Fundação Cultural, ao jogar para aquela sala - a pior do circuito oficial (excluindo a asfixiante Cinemateca, há muito necessitando de uma reforma) uma obra que merece tratamento especial.

A tese de Solange sobre nosso cinema

Há dez anos, quando formou-se em jornalismo pela Universidade Católica do Paraná, Solange Straus Stecz começou a trabalhar junto à Cinemateca do Museu Guido Viaro como colaboradora voluntária. Apaixonada por cinema desde a infância interessou-se em pesquisar as primeiras exibições aqui ocorridas - sobre as quais existiam apenas registros nos amarelecidos jornais da época e apenas uma série de reportagens que havíamos publicado dez anos antes ("Cinema Cá Entre Nós", O Estado do Paraná, Prêmio Reportagem Cidade de Curitiba, 1966).

No campo de batalha

Novos integrantes nos órgãos colegiados na Fundação Universidade Estadual de Londrina: Lúcio Tedesco Marchese e Ruy de Jesus Marçal Carneiro foram nomeados para o Conselho de Curadores - integrando automaticamente também o Conselho Universitário. Generosidade natalina do marchand-de-tablaux Jorge Carlos Sade: além de doar 80 obras de arte para o Museu do Portão, está patrocinando a apresentação que Priscila Freire faz no Teatro do SESC.

As pesquisas de Solange no Festival de Brasília

Os dois adiamentos que a 21ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro sofreram acabaram prejudicando a pesquisadora Solange Straube Stecz, de Curitiba. É que como integrante do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro, Solange teve lançado durante a reunião desta instituição, num dos eventos paralelos do Festival de Brasília, o seu estudo "Jacarezinho, A Cidade Rainha do Norte do Paraná" (ensaio sobre o primeiro filme da década de 40 sobre o norte pioneiro), na manhã de segunda-feira, 31 de outubro.

Festivais mostram cinema que se aprende na escola

Os festivais de cinema estão abrindo-se para uma vitrine dos filmes realizados por uma novíssima geração, saída dos (poucos) cursos existentes no Brasil. Este ano, a maior revelação foi da dupla Paulo Halm e Luiz Campos, da Universidade Federal Fluminense, que com o contundente "PSW - Uma Crônica Subversiva", média metragem de 50 minutos, denunciando o desaparecimento do deputado catarinense Paulo Stuart Wright, em setembro de 1973, nos cárceres do DOI-COI, São Paulo, praticamente revelaram mais um fato trágico dos anos de ditadura e que permanecia esquecido da história oficial.

Cinema para ler - Dois livros sobre cinema brasileiro

Um dos melhores exemplos de aplicação de recursos pela Lei Sarney foi dado no ano passado pelo Banco de Crédito Nacional. Associando-se a Art Editora, casa publicadora de Marcos Marcondes que faz apenas projetos especiais - e a cujo idealismo deve-se a indispensável "Enciclopédia da Música Brasileira" (dois volumes, 1966, esgotada), saiu "História do Cinema Brasileira" (554 páginas, edição de capa dupla, planejamento gráfico de Teobaldo Semionato).

Um filme amargo sobre a escravidão dos haitianos

Premiado no Festival de Cinema de Havana no ano passado e o mais impressionante filme exibido durante a XVII Jornada de Cinema da Bahia (Salvador, 8 a 4 de setembro), "Açúcar Negro" tem, finalmente, projeções em Curitiba (Cinemateca do Museu Guido Viaro, hoje e amanhã, 20h30). Seu realizador, o canadense Michel Reigner, veio ao Brasil, a convite de Guido Araújo, diretor da Jornada - e estendeu sua estada a São Paulo, onde "Sucre Noir", apresentado pela Fundação Cinemateca, provocou também grande impacto.
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