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Cinemateca do Museu Guido Viaro

Até copião vale para mostrar cinema brasileiro no FestRio

Rio de Janeiro - Desde 1984, quando da primeira edição do FestRio, a sua direção sempre se preocupou em prestigiar ao máximo o cinema brasileiro. O espaço internacional deste maior festival de cinema, televisão e vídeo da América do Sul não prejudica o nosso cinema. Ao contrário, abre imensas perspectivas, não só na participação de filmes em competição, mas também nas mostras paralelas e, especialmente o mercado com a Embrafilme e produtores independentes tentando negociar suas produções.

Laertes e o filme "O Diabo de Vila Velha"

O trágico acidente que custou a vida de Laertes Moreira, o simpático "jornalista do cachimbo", no último fim-de-semana, não deve ficar no registro apenas nas páginas policiais ou nas curtas notas de um obituário que surpreendeu seus (muitos) amigos. Bonachão, simpático, identificado sempre com o cachimbo, Laertes era na verdade mais um (atuante) corretor de espaços publicitários do que um jornalista, embora, na prática, cobrisse sempre muitos fatos, especialmente ligados a prefeitos do Interior, seus clientes.

Solange eleita para o centro de pesquisadores

Pesquisadora entusiasta do cinema no Paraná e uma das mais eficientes assessoras da Cinemateca do Museu Guido Viaro, Solange Stecz, também uma ativa vídeo-maker, foi eleita para o conselho consultivo do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro. O novo presidente da instituição é João Luiz Vieira, atual diretor da Cinemateca do Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro e na vice-presidência está Silvia Oroz, autora do livro "Os filmes que não filmei", cujos dois primeiros volumes foram dedicados a Cacá Diegues e Thomas Gutierrez.

No campo de batalha

Emoção, aplausos, discussões: "Terra para Rose", de Tetê Moraes, com uma hora e vinte minutos de projeção, foi o filme mais importante de todos os apresentados neste XX Festival de Brasília. Documentando o drama dos sem-terras que invadiram a Fazenda Anoni, nos municípios de Sarandi e Ronda Nova, no Rio Grande do Sul, entre 1985/87, Tetê realizou um filme fascinante, que teve aqui a sua primeiríssima exibição.

Na Cinemateca, a fase alemã do mestre Lubitsch

A generosidade do Goethe Institut proporciona que os cinéfilos possam conhecer a partir de hoje nada menos que 11 filmes da primeira fase do cineasta Ernst Lubitsch (Berlim, 29/1/1892-Hollywood, Los Angeles, 30/11/1947).

"Bruxas" de Faccione recriam o fantástico

Um filme do imaginário. Assim poderia ser definido "As Bruxas" (Cinemateca do Museu Guido Viaro, de hoje a domingo, 20h30min), média metragem de Mauro Faccione Filho, 26 anos, paranaense de Maringá, desde 1985 radicado em Florianópolis. Espécie de braço, catarinense -,por adoção, da chamada Turma do Balão Mágico (inquieto grupo de jovens cineastas curitibanos), Mauro vem realizando uma obra basicamente experimental e pessoal, iniciada no super-8 e passando hoje para o vídeo com projetos de chegar ao 35mm.

Cinemateca para todos (basta amar os filmes)

Durante quase trinta anos, o Brasil teve apenas duas cinematecas - a pioneira, de São Paulo, fundada por Paulo Emílio Salles Gomes, no início dos anos 50 e a do Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, criada pouco depois. Hoje, existem centenas de cinematecas no Brasil!

Já no copião as "Crônicas da Paixão"

O projeto mais audacioso da chamada "Turma do Balão Mágico" - a afetuosa designação de um grupo de cineastas com idade que vai dos 15 aos 30 anos, reunidos em torno da Cinemateca do Museu Guido Viaro, é "Crônicas da Paixão", seis sketches com "histórias diferentes, mas personagens comuns" - como explica um dos líderes do grupo, Nivaldo Lopes - o Palito, autor da história com o longo título de "Foi Besteira tua, Pensar que nós nos Amávamos".

"Bruxas" na visão de Mauro Faccioni

Em exibição na Cinemateca (20h30 minutos, até amanhã), "Bruxas", média-metragem de Mauro Faccioni Filho merece ser visto por quem se interessa pelo cinema experimental, realizado por jovens cineastas em busca de seu espaço.
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