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Diário da Tarde

"Canja de Viola", o bom exemplo de Paquito na cultura popular

Dentro da paquidérmica e onerosa FUCUCU, um exemplo de profissional que discretamente, sem maior apoio, vem realizando um trabalho realmente significativo em termos de cultura comunitária é Paquito (Francisco) Modesto, 45 anos, nascido no Algarve mas curitibano de adoção e paixão há quatro décadas.

Curitiba presente na Bienal de Quadrinhos

Em 1938, o jornal "Diário da Tarde", de Curitiba, publicava tiras de um personagem chamado Haroldo, o Homem Relâmpago. O autor era o então desconhecido Poty Lazarotto, que por muitos anos desenhou quadrinhos. Um painel com alguns desses desenhos faz parte da exposição de artistas curitibanos, que integra a Mostra da 1ª Bienal Internacional de Quadrinhos, promovida pela Fundação Cultural de Curitiba. A exposição está no Museu Guido Viaro até o próximo domingo, dia 10, juntando ainda trabalhos de mais de duas dezenas de cartunistas e desenhistas de HQs na cidade.

Na luta pela Câmara a disputa é até familiar

A disputa das 33 cadeiras da Câmara de Curitiba vai proporcionar muitas notícias curiosas. Afinal são mais de mil candidatos que pretendem conseguir vagas nas chapas dos diferentes partidos - e na primeira triagem, quando as convenções selecionarão os 99 de cada partido - já haverá uma briga de foice. xxx

"Noções Unidas", o riso da realidade brasileira

Uma charge de Dante Mendonça na primeira página de O Estado do Paraná vale às vezes por um editorial. As colunas de Millor Fernandes no "Jornal do Brasil" e "Isto É" assustam mais aos políticos do que furiosos editoriais d' "O Estado de São Paulo". O humor sarcástico de Jô Soares - seja na revista "Veja" ou no seu talk show na SBT/TV Iguaçu, conquistam cada vez maiores faixas de audiência.

La Vie em Close (e dois anos sem Paulo)

Há exatamente dois anos morria Paulo Leminski. A cidade perdia seu poeta demolidor - homem se seu tempo, múltiplo criador que viveu intensamente seus dias. Deixou poemas, textos, livros, músicas e sobretudo lições de vida. Muito se falou - e por certo muito se falará - sobre Paulo Leminski, poeta que uniu sempre a uma profunda presença viva a sensibilidade à inteligência.

Chamas levaram cinema que teve os seus dias gloriosos

Da sacada de seu apartamento, no 6o andar do edifício N.S. da Luz, na praça Tiradentes, o agente de viagens Jorge Barbosa Elias, 49 anos, filmou com sua Cannon, o incêndio do cine Glória. Com emoção, Elias, um dos pioneiros produtores na TV-Paranaense nos anos 60 e hoje próspero dono de agência de turismo Sete Mares, sentiu mais do que a destruição de um cinema que viu nascer: ali foi que, graças a orientação de seu guru cultural, o cinéfilo e escritor Cláudio Lacerda, Elias aprendeu a gostar de bons filmes.

O romantismo de Laura, poeta negra da cidade

Se não fosse a memória de Helena Kolody talvez nunca mais fosse lembrado o nome de Laura Santos. A nossa maior poeta (que muitos insistem em chamar poetisa) em respeitadas entrevistas, sempre tem lembrado os méritos de Laura Santos, a única poeta que nasceu no Paraná e que morta há apenas nove anos, ficou totalmente esquecida dos "estudiosos" de nossa literatura, mesmo tendo três livros publicados em vida, todos em 1953. "Sangue Tropical" (que chegou a ser premiado pela Academia José de Alencar), "Poema da Noite" e "Desejo".

Os anos dourados da Normalista

Falando de sua vida, familiares, amigos, das alegrias - e naturalmente preocupações e momentos de tristeza - dona Pompília impregna suas memórias, ainda em elaboração, de um calor humano, de uma ternura especial. Na delicadeza de sentimentos, lembra os vários momentos de sua infância e adolescência, e os primeiros anos de sua vida de esposa e mãe, ao lado do amigo e companheiro Dario, e de seus filhos - hoje netos e bisnetos - aguardando o primeiro tataraneto, ainda sem previsão de chegar.

Memórias de um grande jornalista, o Freitas

Jornalista não é notícia. Ele faz a notícia. Mas quando um jornalista desenvolve um trabalho profissional há mais de meio século e, memória privilegiada, passa a se constituir em uma das poucas fontes de nossa (ainda inexistente) história da imprensa paranaense (ver texto abaixo), tem que gravar o seu depoimento.

Calil, aquele que sabe segredos da sociedade

Mais do que o colunista social que à 32 anos mantém, ininterruptamente, um dos espaços de prestígio na imprensa curitibana dentro do segmento classe "a" a que se destina, Calil Simão é daquelas pessoas que, dono de uma memória privilegiada, capaz de reter os menores detalhes, conhece como poucas o outro lado da chamada high society.
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