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Pedro Jorge documentou "Vale dos Dinossauros"

Um dos mais ativos cineastas e intelectuais de Brasília, Pedro Jorge de Castro, 48 anos, cearense de Aurora, não se deixa abater pela crise do cinema brasileiro. Radicado há mais de 10 anos em Brasília, onde é um dos mais competentes e estimados professores do departamento de Comunicação Social da Universidade, na área de cinema, Pedro Jorge está sempre em atividade.

Três vídeos do Paraná em disputa no I FENAVI

Vitória - Três vídeos de Tiomkim (Oswal Dias Siqueira Filho), 35 anos, e Beto Carminatti, 28 - representam o Paraná no I Festival Nacional de Vídeo de Vitória, iniciado ontem nesta cidade.

No campo de batalha

Mais uma vez, "Bric a Brac" homenageia Paulo Leminski: o número seis desta publicação cultural editada em Brasília pelos poetas Luís Turíbia e Lúcia Leão e Roza, traz um poema manuscrito que Leminski deixou inédito sobre o Distrito Federal. "Bric a Brac" - neste número impresso em papel reciclado, "como uma contribuição ecológica" - traz um importante depoimento de Caetano Veloso à Augusto de Campos, gravado no Rio de Janeiro. Além de uma série de poemas arte-finalizados em computador, apresenta também o imaginário riquíssimo da dra.

"A Paisagem Natural" foi o grande vencedor da Jornada

Salvador - A ecologia, a solidariedade humana e a visão bem humorada da vida urbana valeram os prêmios mais importantes da XVIII Jornada Internacional de Cinema da Bahia, encerrada quinta-feira à noite. "Paisagem Natural", um documentário de 21 minutos que o paraibano Vladimir de Carvalho, 56 anos, rodou há dois anos para integrar o projeto "Brasília - A Última Utopia" (*) foi o grande vitorioso, com o Tatu de Ouro como melhor filme da jornada, melhor curta e valendo ainda a Walter Carvalho, seu irmão mais moço, o Tatu de Bronze de melhor fotografia.

As cidades e o meio ambiente nos documentários da Jornada

Salvador - Encerrada a XVIII Jornada Internacional de Cinema da Bahia, com uma programação que incluiu mais de 150 filmes e vídeos - 106 dos quais em competição - uma constatação óbvia: mesmo com todas as limitações que a produção alternativa (e mesmo marginal) que este evento reúne desde 1971, de realizadores de vários países do terceiro mundo - comprova que as imagens possuem uma força de documentação, denúncia e mesmo promoção que nenhum outro veículo garante.

Um festival (consagrado) em cenário europeu

Apesar de um orçamento menor que os Cr$ 200 milhões que o governo do Distrito Federal investiu no XXIV Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (3 a 10 de julho), Gramado inicia amanhã a 19ª edição de seu XIX Festival. Premiações menores que de Brasília - que também ofereceu o estímulo de Cr$ 5 milhões de aluguel para os filmes inéditos que lá concorreram - não reduziram o interesse dos realizadores pelo festival que acontece desde 1972 numa das mais acolhedoras cidades turísticas do Brasil.

O filme que a ecológica (sic) Curitiba não soube assistir

Exibido durante um mês em Curitiba o mais importante filme brasileiro realizado nestes últimos anos - "Césio 137 - Pesadelo em Goiânia" não teve sequer 500 espectadores. Em cerca de 90 sessões realizadas nas duas primeiras semanas, a partir do dia 13 de setembro, no cine Ritz e depois do dia 27, no distante cine Guarani, a média de ocupação não atingiu ao menos 5 espectadores/sessão.

O complexo de Clark Kent segundo Vieira

Nos 40 volumes que compõem a coleção Novas Buscas em Comunicação da Summus, o coordenador José Marques de melo, 47 anos, 32 de jornalismo, diretor da Escola de Comunicações e Arte da Universidade de São Paulo, tem procurado oferecer as mais diferentes interpretações vistas através de contribuições principalmente de autores brasileiros.

Brasília, a capital da esperança para o cinema brasileiro renascer

Na noite de 9 de julho, quando o cineasta Rogério Sganzerla, 45 anos, subiu ao palco do Cine Brasília, para receber um retrato emoldurado com a imagem de José Mojica Marinz ("Zé do Caixão") defronte o túmulo de Carmen Miranda - oferta de seu amigo Ivan Cardoso, em nome da Associação Brasileira de Cineastas, como prêmio pelo seu média-metragem "Assim é Noel", houve a única manifestação político-cinematográfica da noite - excluída às vaias dadas a Neville de Almeida (e a atriz Claudia Raia) por sua premiação como melhor diretor ("Matou a família e foi ao cinema").

Maria Luíza, a competência na direção de uma fundação

Quando um governador ou, especialmente, prefeito, tem a felicidade de escolher as pessoas certas para as funções de confiança uma administração torna-se soft e competente. Foi o caso de Joaquim Roriz, que eleito para o governo do Distrito Federal teve o bom senso de prestigiar a área cultural convidando uma das mais estimadas pessoas de Brasília para o cargo de diretora executiva da Fundação Cultural do DF: a professora Maria Luiza Dornas.
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