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Duke Ellington

harry connick Jr., ou o Sinatra da década de 90

Especulações não faltam: quem substituirá a Frank Sinatra, a maior voz do show busines americano - e mundial, por certo? Embora The Voice não tenha pendurado as chuteiras em definitivo - embora, aos 75 anos, completados a 12 de outubro último (naturalmente com uma festa extraordinária no Madison Square Garden, New York, transmitida pela Rede Manchete no Brasil), já dê mostras de estar na reta final, há muito que muitos sonham com o trono do cantor que, neste últimos 50 anos, mais embelezou a música romântica.

Os melhores nacionais e do jazz segundo Caetano

Caetano Cerqueira Rodrigues, 57 anos, presidente do Blue Note Jazz Clube; produtor de programas de jazz e bossa nova para a rádio Ouro Verde-FM - e também é dono de uma das maiores coleções de CDs, especializados em jazz, música instrumental brasileira, Bossa Nova e grandes vocalistas americanos. Assim, sua relação dos 10 lançamentos e reedições exclusivamente em CDs feitos no Brasil é importante referencial sobre uma faixa altamente sofisticada na produção nacional e internacional. Os 10 melhores lançamentos nacionais

Os melhores nacionais e do jazz segundo Caetano

Caetano Cerqueira Rodrigues, 57 anos, presidente do Blue Note Jazz Clube; produtor de programas de jazz e bossa nova para a rádio Ouro Verde-FM - e também é dono de uma das maiores coleções de CDs, especializados em jazz, música instrumental brasileira, Bossa Nova e grandes vocalistas americanos. Assim, sua relação dos 10 lançamentos e reedições exclusivamente em CDs feitos no Brasil é importante referencial sobre uma faixa altamente sofisticada na produção nacional e internacional. Os 10 melhores lançamentos nacionais

Conheça melhor outros mestres da época da música orquestral

A música das Big Bands era feita para dançar. Mesmo no caso de criadores da maior voltagem como Duke Ellington (1899-1974) a meta era produzir um som bailável, que fizesse os americanos esquecerem os problemas do crack de Wall Street (1929) e a grande depressão econômica que se seguiu - pois foi nos anos 30 que o swing fez multiplicarem-se as orquestras.

Mathis canta Ellington em momentos iluminados

Já não foi sem tempo! Os milhares de fãs de Johnny Mathis, 66 anos, que há mais de 30 admiram a sua voz aveludada, criadora de tantos sucessos marcantes, muitos dos quais embalados por imagens cinematográficas ("Tender is the Night", "Wild is Wind", entre outros), viam, com tristeza, o outrora glorioso cantor nascido em San Francisco entrar em rota de decadência, gravando standards desgastados e sucessos descartáveis nos habituais álbuns semestrais da CBS, gravadora da qual é contratado desde os anos 50.

Jazz - O eterno Satchmo e o novo gênio Marsalis

Um dos aspectos mais significativos no trabalho de Maurício Quadrio como responsável pela área de jazz da Sony Music (ex-CBS) é a sua visão ampla em oferecer tanto os trabalhos mais historicamente importantes do passado, paralelamente a produção do que existe de melhor na música instrumental. No último suplemento (julho/agosto), há exemplos marcantes. Dois álbuns magníficos para quem curte jazz: o sexto volume da série Louis Armstrong ("St. Louis Blues") e o penúltimo álbum do melhor pistonista da atualidade, o consagrado Wynton Marsalis ("Standard Time - Volume 2 - Intimacy Calling").

"Jungle Fever", maravilhosa trilha de Steve para Spike

A excelente recepção que a trilha sonora de "Jungle Fever" - o novo filme de Spike Lee, lançado na primeira semana de julho em 636 cinemas dos Estados Unidos, após ter sido levado ao último festival de Cannes - vem encontrando (com)prova não apenas o talento de Stevie Wonder, como um fato absolutamente original: como pode um cego de nascença criar músicas tão bonitas e ajustadas para um produto visual?

Clássicos e jazz agora só em edição CD/cromo

Definitivamente a era do laser chegou. Quem duvidava de que o novo processo demoraria a emplacar pelo seu custo enganou-se. Duas fábricas de CDs - a Microservice, em São Paulo e a VAT, em Manaus, estão com produção a toda para atender as várias gravadoras seja na área de reedições - desde trabalhos originais como a que Leon Barg, da Revivendo, está fazendo com antigos 78 rpm até discos dos mais comerciais - ou em lançamentos inéditos, alguns, inclusive, só saindo em CD e fita cromo.

Aquelas "big bands" que fizeram o mundo dançar por muito tempo

Durante pelo menos três décadas, eles reinaram absolutamente. Amparados em exercícios de fulgurantes metais dourados, em contraponto a ajustadíssimas secções de cordas e discreta percussão, com harmonias perfeitas, as big bands eram absolutas em sua popularidade. Mesmo sem chegar a inventividade dos negros gênios jazzísticos - como os angustiados Charlie Parker, ou Lester Young - que se debatiam entre o álcool e drogas, músicos-maestros menos famosos junto aos círculos cult eram, entretanto, muito bem sucedidos financeiramente.

Arte de velhos, grandes e sentimentais bluesmen

Os três álbuns dedicados a bluesmen com o status de solistas também são da pesada.
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