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Elizeth Cardoso

Poeta do ar e da terra naqueles anos dourados

Não seria em poucas linhas de uma coluna que se poderia sintetizar a vida e a obra de uma pessoa da dimensão de Paulo Soledade - merecedor há muito de ser tema para uma das próximas edições do projeto Lúcio Rangel (monografias da MPB) que Hermínio Bello de Carvalho promove há 16 anos pela Funarte.

E a Funarte perdeu seu melhor executivo, HBC

A Fundação Nacional das Artes perdeu o seu maior animador cultural. Desde o dia 17, em caráter irrevogável, Hermínio Bello de Carvalho deixou a direção da divisão de música popular do Instituto Nacional de Música Funarte para se dedicar exclusivamente a produção de seu programa "Mudando de Conversa", da TV Educativa do Rio de Janeiro. Oficialmente, devido a mudanças no estatuto do funcionalismo público, ficaram vedados exercícios de cargos em mais de uma instituição. Assim, Hermínio teve que fazer uma opção e preferiu a produção do programa de televisão.

Serão conhecidos hoje os vencedores do Prêmio Sharp

José Maurício Machline idealizou o Prêmio Sharp da Música Brasileira como uma promoção que reunisse credibilidade, projeção e pudesse ser comparada ao Grammy - que há 31 anos é o troféu mais valorizado dentro das muitas premiações musicais existentes nos Estados Unidos. Em dois anos, o Prêmio Sharp de Música já atingiu um estágio que concretiza o que José Maurício desejou: uma premiação aceita, respeitada e, naturalmente, desejada por todos os artistas brasileiros.

Vinícius Vive. Como sempre

Existe maior alegria do que lembrar pessoas queridas, imortais pelas obras que realizaram? Pois esta felicidade vem sendo proporcionada graças ao mecenato de algumas empresas dirigidas por executivos de sensibilidade e visão e que buscam assessoramento de quem tem competência. O mais recente exemplo é o álbum dedicado a Vinícius de Moraes - livro e disco, editado graças a soma de recursos da Empresa Carioca de Engenharia S/A, Christiani Nielsen - Engenheiros e Construtores S/A e Sanenge - Saneamento e Engenharia Ltda., empresas coligadas.

Cronologia

Marcus Vinícius Cruz de Mello Moraes. 1913 - Nasce, em 19 de outubro, na Rua Lopes Quintas, Gávea - Rio de Janeiro. Filho de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes e Lydia Cruz de Moraes. São seus avós paternos Antero Pereira da Silva Moraes, e maternos Antônio Burlamaqui dos Santos Cruz e Celestina dos Santos (Cestinha). 1916 - A família muda-se para a casa dos avós paternos, na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, onde nasce sua irmã Laetitta. 1917 - Vinícius e Lygia, sua irmã mais velha, começam a freqüentar a escola primária Afrânio Peixoto.

Sarah, a divina jazz singer

Que alegria poder ouvir, numa edição remixada, sem ouvir ruídos, uma das mais belas vozes do jazz, nos seus anos de esplendor?

O cantor da Amélia, da mulata, do melhor samba

Um evento especial para marcar os 20 anos de morte - e os 80 de nascimento - de Ataulfo Alves: na próxima semana, a Sigla/Som Livre lança o elepê "Ataulfo Alves - Leva Meu Samba", segundo volume da nova fase do selo Som Livre Documento, que obteve consagração em sua criação, em outubro/88, com "Cartola - Bate Outra Vez..." - considerado um dos melhores discos do ano que passou.

No campo de batalha

Nasce uma estrela do tênis brasileiro: a curitibana Antonella Macedo, l4 anos, que vem colecionando premiações nacionais, internacionaliza-se. Participando do Orange Bowl, em Miami, foi a 5ª classificada - e a campeã de duplas (com Silmara Passos, de São Paulo). Em Nova Iorque, no campeonato de Port Washington, ficou em 9º lugar. Considerando sua idade - e a dedicação ao tênis tem tudo para chegar a campeã mundial em sua modalidade. xxx

Norton promove encontro de Norton com Piazzolla

Estava quase tudo acertado para a excursão que Norton Morozowicz faria neste início de ano ao Oriente. Apresentações previstas em Hong Kong - em duo com a pianista Glacy Pena Forte (de Goiânia) e também a regência da principal orquestra daquela cidade, além de possíveis apresentações em países vizinhos - talvez mesmo Japão e Tailândia. Concertos marcados, cachês acertados e a chance de abrir um novo mercado internacional - no qual até hoje poucos músicos eruditos brasileiros apresentaram-se. Entretanto, Norton foi obrigado a adiar para 1999 esta sua conquista artística do Oriente.
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