Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS EMI/Odeon

EMI/Odeon

Troféu para todas veredas musicais

Paulinho da Viola (Paulo César Batista de Faria), às vésperas dos 48, cabelos enbranquecidos, elegantíssimo num terno marrom, emocionou logo no início do espetáculo em homenagem a Maysa, quando, com sua voz perfeita, interpretou as mais conhecidas das canções da inesquecível autora: "Ouça". Depois, foi a vez dele se emocionar: por quatro vezes recebeu as premiações que tinha todo direito - por seu maravilhoso álbum ("Eu Canto Samba", Barclay), que fez após uma parada de cinco anos em gravações.

Eldorado também para as melhores trilhas

Uma pergunta que os colecionadores de trilhas sonoras - uma confraria que se amplia cada vez mais no Brasil - não se cansam de repetir: por que a Warner não editou até agora a música de "Cinema Paradiso", de Giuseppe Tornatore, a obra prima do ano - sucesso tanto de público como de crítica e que vai encabeçar a lista dos melhores filmes do ano?

A bela música de "Uma Bela Mulher"

Se 10% dos espectadores que vem lotando os cinemas nos quais está sendo exibido "Uma Bela Mulher" (em Curitiba, Cine Astor, 5 sessões), adquirirem a trilha sonora desta comédia romântica, insinuante e que traz a bela Julia Roberts (revelação de "Flores de Aço", que lhe valeu a indicação ao Oscar de melhor coadjuvante) e Richard Gere, ela estará entre os dez discos de maior vendagem no Brasil.

O melhor tenor que nasceu há 100 anos

Hoje, com a tecnologia do CD e o milagre do vídeo - que possibilita a restauração de imagens primitivas além do reaproveitamento dos filmes que Bienamino Gigli fez na UFA e algumas outras produtoras alemãs e italianas nos anos 30 e, posteriormente a II Guerra Mundial, os apaixonados por sua obra, de melhor poder aquisitivo, podem dispor de ótima documentação. Mas há onze anos passados, exatamente em outubro de 1979, a maior homenagem fonográfica que se fez ao grande tenor foi da parte de seu conterrâneo e amigo, Maurício Quadrio, que o conheceu em Roma, nos anos 50.

Na hora da retração, aproveite e compre os bons LPs clássicos

Conseqüência direta do Plano Collor, com o desaquecimento da economia, as gravadoras congelaram seus projetos imediatos e estão reduzindo - ao menos neste trimestre - os lançamentos. Mesmo na produção de álbuns de custos reduzidos - com matrizes importadas e que até em suas capas usam os fotolitos do Exterior - a ordem é economizar. Com isto, o mercado se reduz e edições de clássicos, jazz e, especialmente, de música popular brasileira (estas exigindo maiores investimentos, já que se acrescem os custos de estúdio) - são reduzidas ao máximo.

Em cromo, cassete começou a herdar espaço erudito do lp

No Japão e Estados Unidos, os discos em vinil começam a se tornar raros. Poucas lojas os comercializam - e quando fazem, colocam em balcões de ofertas (ou raridades), já que o CD e o cassete digital ou mesmo o videodisco - sem falar no videotape - passaram a opção primeira de uma faixa cada vez mais sofisticada de público exigente.

Catálogo já oferece 1.600 boas ofertas

O catálogo da Microservice - Microfilmagem e Reproduções Técnicas (Rua Jacofer, 479, São Paulo) apontava, em meados de abril, exatamente 1.482 gravações CDs existentes para 18 etiquetas que operam no Brasil.

Gismonti multinstrumentista do mundo e sua magia sonora

No dia 4 de junho, no Town Hall de Nova Iorque - um dos mais sofisticados teatros da Big Apple, com programação voltada exclusivamente a música popular (e no qual, em 15 e 16 de março de 1989, houve as apresentações do Som da Gente, patrocinado pelo Bamerindus), Egberto Gismonti abriu sua nova tournée internacional. O mais conhecido e respeitado instrumentista brasileiro está fazendo 59 concertos, percorrendo várias cidades dos EUA, Canadá e Europa. Egberto está acompanhado por Zeca Assumpção (contrabaixo), Nando Carneiro (teclados) e Jacques Morelembaum (violoncelo).
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br