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Gismonti multinstrumentista do mundo e sua magia sonora

No dia 4 de junho, no Town Hall de Nova Iorque - um dos mais sofisticados teatros da Big Apple, com programação voltada exclusivamente a música popular (e no qual, em 15 e 16 de março de 1989, houve as apresentações do Som da Gente, patrocinado pelo Bamerindus), Egberto Gismonti abriu sua nova tournée internacional. O mais conhecido e respeitado instrumentista brasileiro está fazendo 59 concertos, percorrendo várias cidades dos EUA, Canadá e Europa. Egberto está acompanhado por Zeca Assumpção (contrabaixo), Nando Carneiro (teclados) e Jacques Morelembaum (violoncelo).

Liza roqueira, Diana ótima e novas (e excelentes) vozes

Liza Minelli, quem diria, acabou no rock. Pois é! Nada é imutável e para horror dos conservadores que jamais imaginariam a filhinha de Judy Garland e Vicent Minelli - ela um mito da música-cinema, ele o grande diretor ("Um Americano em Paris", "Gigi", "A Lenda dos Beijos Perdidos", etc.), caindo no rock.

Essas jovens mulheres em sua criatividade musical

Revisando-se o ano com vistas a indicação dos destaques em discos e músicas, não deixa de impressionar a presença marcante de mulheres talentosas. Mais uma vez o óbvio ululante repete-se - embora, haja também uma significativa participação de compositoras e instrumentistas. Há algumas semanas já estamos falando de discos de mulheres e considerando ainda alguns recém-lançados, que ainda não tivemos tempo de registrar - como os de Beth Carvalho e Gal Costa, há de se convir que o saldo foi altamente positivo.

No campo de batalha

O pintor João Ozório Brzezinski em temporada francesa. Maior amigo de Juarez Machado, desde os dias que o artista catarinense chegou, anonimamente em Curitiba, no início dos anos 60, Brzezinski, 49 anos, passou 30 dias na mansão estudo que Juarez possue em Paris. Algumas viagens a países vizinhos e principalmente centenas de quilômetros nos museus e galerias nos 30 dias que o bom João ficará no Exterior. xxx

Falta música carnavalesca mas temos a Beth e a Lecy

Nem adianta lamentar e chorar pitangas! Estamos no mês do Carnaval, faltam 4 dias para a folia começar oficialmente (já que os bailes são antecipados) e o panorama musical parece ignorar aquela que já foi a maior deflagradora da criação popular deste país que Jorge Amado chamou "do Carnaval". Com exceção dos sambas-de-enredo das escolas do Rio de Janeiro, grupo A, que num elepê BMG/Escola de Samba Ltda., patrocínio da cerveja Kaiser, está nas lojas há mais de 90 dias (e estimulados pelos vídeoclips da Rede Globo) - praticamente nada mais existe.

Do "Satyrycon" felliniano às histórias de David Byrne

Do "Satyrycon" felliniano às histórias de David Byrne O ano começou com força total no mercado de vídeo. Dezenas de lançamentos - de mediocridades plenamente dispensáveis a filmes de qualidade - fazendo ampliarem-se as opções nas locadoras, para um público cada vez maior. Vamos a rápidos registros de alguns lançamentos recentes. SATYRICON DE FELLINI

Feche os olhos e lembre os bons tempos da Jovem Guarda

Depois da exumação da Bossa Nova - cujos 30 anos, comemorados entre 1988/89 (considerando o disco marco "Canção do Amor Demais", com Elizeth Cardoso e o "Chega de Saudade" com João Gilberto) justificaram inúmeras reedições e homenagens (embora, não tantas quanto merecia o mais importante movimento já existente na MPB), parece chegar a vez da Jovem Guarda começar a ser escavada, com a montagem de elepês com faixas de históricos momentos do movimento e mesmo estudos a respeito.

Peri vem para lançamento do álbum de sua mãe, Dalva

Peri Ribeiro, filho de Dalva de Oliveira (Vicentina de Paula Oliveira, 1917-1972) e Herivelto Martins, 78 anos, estará em Curitiba nesta quinta-feira, por uma razão muito afetiva. Emocionado, vem prestigiar o lançamento oficial do "Estrela... Saudade", álbum duplo em que a grande cantora interpreta 30 das mais belas marchas-ranchos.

Belas, fortes e afinadas vozes de cantoras negras

Nos últimos meses de 1989 chegaram ao Brasil, praticamente simultaneamente ao lançamento nos Estados Unidos, discos de cantoras da maior vitalidade, com públicos ascendentes: Tracy Chapman ("Crossroads",WEA); "Rhythm Nation" (Janet Jackson, A&M/Polygram); "Bulletproof Heart" (Grace Jones, Capitol/EMI-Odeon); "The Sensual World of Kate Bush" (EMI-Odeon) - além de um revival ("Golden Hits", Imagem) de Dionne Warwick.

O canto das mulheres no fim de uma década

O ano encerra, como sempre, com superstars fonográficos, capazes de esquentar um mercado que sofre naturalmente, os reflexos da inflação (o disco já ultrapassou a barreira dos três dígitos, deixando de ser um produto ao alcance da empbrecida classe média) e assim a disputa acontece entre estrelas como Roberto Carlos - como sempre, em seu elepê anual, colocado nas lojas somente em dezembro, Simone, Beth Carvalho, Alcione, entre as mulheres mais famosas.
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