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O primeiro disco e os LPs americanos de Nascimento

Finalmente, as gravadoras estão descobrindo a importância de fazer reedições. Durante anos, alguns dos melhores títulos do mercado fonográfico permaneceram como preciosidades, já que as detentoras dos fonogramas não se ligavam a uma questão óbvia: a cada ano surgem novos interessados em conhecerem momentos preciosos da música nacional e internacional e como os discos tem, normalmente, um tempo reduzido de permanência em catálogo, produções de alto nível que, dentro das regras do mercado não são entendidas quando de seus lançamentos, adquirem, com o passar do tempo, um grande valor.

O melhor tenor que nasceu há 100 anos

Hoje, com a tecnologia do CD e o milagre do vídeo - que possibilita a restauração de imagens primitivas além do reaproveitamento dos filmes que Bienamino Gigli fez na UFA e algumas outras produtoras alemãs e italianas nos anos 30 e, posteriormente a II Guerra Mundial, os apaixonados por sua obra, de melhor poder aquisitivo, podem dispor de ótima documentação. Mas há onze anos passados, exatamente em outubro de 1979, a maior homenagem fonográfica que se fez ao grande tenor foi da parte de seu conterrâneo e amigo, Maurício Quadrio, que o conheceu em Roma, nos anos 50.

Belas, fortes e afinadas vozes de cantoras negras

Nos últimos meses de 1989 chegaram ao Brasil, praticamente simultaneamente ao lançamento nos Estados Unidos, discos de cantoras da maior vitalidade, com públicos ascendentes: Tracy Chapman ("Crossroads",WEA); "Rhythm Nation" (Janet Jackson, A&M/Polygram); "Bulletproof Heart" (Grace Jones, Capitol/EMI-Odeon); "The Sensual World of Kate Bush" (EMI-Odeon) - além de um revival ("Golden Hits", Imagem) de Dionne Warwick.

O canto das mulheres no fim de uma década

O ano encerra, como sempre, com superstars fonográficos, capazes de esquentar um mercado que sofre naturalmente, os reflexos da inflação (o disco já ultrapassou a barreira dos três dígitos, deixando de ser um produto ao alcance da empbrecida classe média) e assim a disputa acontece entre estrelas como Roberto Carlos - como sempre, em seu elepê anual, colocado nas lojas somente em dezembro, Simone, Beth Carvalho, Alcione, entre as mulheres mais famosas.

Stelinha, a nossa cantora de sucesso

Stelinha Egg, a primeira -, ironicamene, até hoje única cantora paranaense que obteve uma real projeção nacional - ganhou um inesperado presente de Natal, na semana passada: um disco com sete gravações feitas entre 1944/52, na Continental e RCA, que Leon Barg remixou para uma cuidadosa reedição.

O velho olhos azuis está de volta!

Você já viu este filme. Ou leu esta manchete: Aos 73 (ou 75, há discussões a respeito) anos completados no último dia 12 de setembro, the old blue eyes está de volta. E tem mais: já se anuncia que na excursão mundial iniciada há meses e que até agora já passou pelas maiores metrópoles do mundo estará incluída, ainda neste trimestre, uma única apresentação no Maracanã, no Rio de Janeiro. Há uma razão sentimental para que The Voice deseje, pela primeira vez, voltar a pisar em solo brasileiro.

Essas jovens mulheres em sua criatividade musical

Revisando-se o ano com vistas a indicação dos destaques em discos e músicas, não deixa de impressionar a presença marcante de mulheres talentosas. Mais uma vez o óbvio ululante repete-se - embora, haja também uma significativa participação de compositoras e instrumentistas. Há algumas semanas já estamos falando de discos de mulheres e considerando ainda alguns recém-lançados, que ainda não tivemos tempo de registrar - como os de Beth Carvalho e Gal Costa, há de se convir que o saldo foi altamente positivo.

No campo de batalha

O pintor João Ozório Brzezinski em temporada francesa. Maior amigo de Juarez Machado, desde os dias que o artista catarinense chegou, anonimamente em Curitiba, no início dos anos 60, Brzezinski, 49 anos, passou 30 dias na mansão estudo que Juarez possue em Paris. Algumas viagens a países vizinhos e principalmente centenas de quilômetros nos museus e galerias nos 30 dias que o bom João ficará no Exterior. xxx

Falta música carnavalesca mas temos a Beth e a Lecy

Nem adianta lamentar e chorar pitangas! Estamos no mês do Carnaval, faltam 4 dias para a folia começar oficialmente (já que os bailes são antecipados) e o panorama musical parece ignorar aquela que já foi a maior deflagradora da criação popular deste país que Jorge Amado chamou "do Carnaval". Com exceção dos sambas-de-enredo das escolas do Rio de Janeiro, grupo A, que num elepê BMG/Escola de Samba Ltda., patrocínio da cerveja Kaiser, está nas lojas há mais de 90 dias (e estimulados pelos vídeoclips da Rede Globo) - praticamente nada mais existe.

Do "Satyrycon" felliniano às histórias de David Byrne

Do "Satyrycon" felliniano às histórias de David Byrne O ano começou com força total no mercado de vídeo. Dezenas de lançamentos - de mediocridades plenamente dispensáveis a filmes de qualidade - fazendo ampliarem-se as opções nas locadoras, para um público cada vez maior. Vamos a rápidos registros de alguns lançamentos recentes. SATYRICON DE FELLINI
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