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Professor Nilo Brandão, o homem que sabia o vernáculo

Para várias gerações de curitibanos o nome Nilo Brandão é sinônimo de bom português. Do mestre que por quase 40 anos se dedicou a ensinar o vernáculo - termo que ele sempre usava em suas aulas - e que através de um método pessoal, com simplicidade, tornava fácil, agradável e seguro o ensino de regras para se falar e escrever corretamente o idioma. Sua simplicidade didática não ficou apenas nas salas de aula, pelos muitos colégios pelos quais passou ao longo de uma vida integralmente dedicada ao ensino.

Mais um prédio para o Círculo Bandeirantes

Confirmando o que aqui publicamos, em primeira mão, há quase um ano: caminham os projetos para ampliação de uma das mais tradicionais instituições da cidade - o Círculo de Estudos Bandeirantes - enquanto a Caixa Econômica Federal S/A negocia a construção de uma imensa torre na Praça Osório em troca da cessão de um auditório de 3 mil metros quadrados à Prefeitura.

Livros para o acervo de nossa biblioteca

A campanha de doações de livros para a Biblioteca Pública do Paraná, estimulada com o vídeo institucional gravado pelo ator José Wilker trouxe ótimo retorno: até agora mais de 20 mil livros foram encaminhados e há muitas promessas de grandes contribuições. O mais importantes: as doações não se limitam a "limpeza de armários" como normalmente acontecia. Ao contrário, bons títulos, muitas vezes edições novas, além de até algumas raridades - ou ao menos obras difíceis de serem encontradas - compõem as doações que diariamente são feitas. xxx

O reitor Euro reedita o tira dúvidas de seu pai

Preocupações com greves de estudantes, desenvolvimento de novos projetos para 1990 e mesmo as questões ligadas a sua recondução ao cargo de reitor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, obrigaram o professor Euro Brandão a adiar um trabalho que vinha elaborando há muitos meses, "com o maior prazer e emoção": a revisão dos textos para mais uma obra póstuma de seu pai, também professor e educador de várias gerações, Nilo Brandão (1895-1967).

Scherner, quando o ensino era risonho e de muita competência

Ao contrário de muitos poetas, o professor Leopoldo Scherner não tem gavetas repletas de originais inéditos a espera de um editor. Seu processo de criação é lento, demoradamente pensado e, nestes últimos anos, tem sido bissexto, "especialmente devido a meus múltiplos encargos universitários". Aos 70 anos, completados no dia 22 de julho do ano passado, mas sentindo-se "como um jovem de 25 ou 30 anos", este mestre de tantas gerações está mais ocupado do que nunca.

No campo de batalha

Não poderia ser mais atual: "Condenados pela Ganância" do americano James Erlichman (Livraria Francisco Alves, 192 páginas, NCz$ 40,30). Trata-se de um contundente livro-denúncia em torno dos perigos que o consumidor corre devido a propagação do uso dos pesticidas, hormônios e antibióticos na agricultura. No momento em que maçãs (no Paraná) e batatas (em São Paulo) perigosamente contaminadas são vendidas, as questões que Erlichman levanta tornam-se das mais atuais. xxx

No campo de batalha

Como domingo é Dia das Mães, esta associação merece registro: fundada no município de Nova Santa Rosa, dia 14 de abril, o Clube das Mães Unidas Venceremos da Linha Guaçu. Sem fins lucrativos, foi organizada para "prestação de serviços sócio-comunitários aos moradores e amigos da Linha Guaçu". xxx

Elgson, a arquitetura com a música familiar

Dentro de duas semanas, o arquiteto Elgson Ribeiro Gomes e sua esposa, dona Maria, embarcam para os Estado Unidos. Desta vez, Elgson, 66 anos, um dos mais requisitados arquitetos de Curitiba e considerado um dos cinco maiores especialistas em arquitetura de hospitais, não vai participar de eventos profissionais - que sempre marcaram suas (muitas) viagens ao exterior. Como pai-coruja, vai visitar seus filhos, Péricles e Elson, que estão fazendo cursos de doutorado em universidades americanas.

Elisa em defesa dos consumidores

Elisa Martins Gonçalves, professora universitária, executiva cultural, ex-chefe de gabinete de Euro Brandão quando no Ministério da Educação e Cultura, é uma mulher ativa e competente. Além de tudo, corajosa e independente, pois foi quem, quando sentiu os desmandos da área cultural da infeliz administração José Richa, teve coragem de colocar a boca no trombone e fazer denúncias de repercussão nacional. Amargou perseguições, sofreu com a intolerância dos poderosos de plantão, mas sobreviveu.
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