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FERCAPO

No campo de batalha

Francisco Alves dos Santos, que durante 15 anos fez um belíssimo trabalho de prestigiamento ao cinema brasileiro, continua a merecer admiração de cineastas e promotores culturais. Foi convidado por Esdras Rubim, diretor do Festival de Gramado, para cobrir o festival - que, aliás acompanha há 12 anos. Já Guido Araújo, diretor da Jornada Internacional de Cinema da Bahia, designou o bom Chico para coordenar no Paraná a participação dos videastas e cineastas a 18ª edição deste encontro que acontecerá de 20 a 26 de setembro em Salvador.

Muita música em Londrina, Blumenau, Avaré e Cascavel

Mesmo com todas as limitações advindas post-Plano Collor - que deixou de cuecas (e não mais de calças curtas) os eventos culturais, já que a Lei Sarney foi para o brejo e a época das gordas subvenções federais está na saudade, nem por isto deixam de acontecer vários festivais neste mês. Modestos, com mordomias reduzidas, compactados e buscando objetivos definidos, estão acontecendo festivais de música em vários Estados, enquanto que o de Gramado, no ano de sua maioridade, teve alguns adiamentos e coincidindo com a temperatura mais baixa na serra gaúcha começa no final do mês.

No campo de batalha

Após algumas semanas na Europa, visitando museus, assistindo bons espetáculos e, principalmente reabastecendo forças para enfrentar o desgastante dia a dia como Secretário do Desenvolvimento Urbano, retornou o arquiteto Manoel Coelho, também professor da Universidade Federal do Paraná. xxx

Se não dá para ver ao vivo, console-se com as gravações

A cada ano, o conselho consultivo do Free Jazz, do qual fazem parte experts na área como Zuza Homem de Mello (em Cascavel neste fim de semana, integrando o júri do XVII Fercapo), programam criadores da mais alta voltagem, não só entre os já consagrados, como aqueles que estão aparecendo nos últimos anos com propostas novas. Isto explica a presença de um inovador como o saxofonista John Zorn, cujo primeiro elepê aqui lançado há poucos meses (pela WEA), surpreendeu mesmo aos ouvidos mais abertos.

O XVII Fercapo e as suas possibilidades

Otimista ao extremo, Romário Borelli, dramaturgo (autor de "O Contestado", encenado há dez anos pelo TCP), sociólogo, pesquisador e hoje empresário do setor de som, está investindo forte na produção de vários discos com artistas paranaenses. Em seu modesto estúdio (Álamo, filial do estabelecimento modelar, de São Paulo), nas margens do lago do Barigui, Romário está gravando elepês com artistas como Alecir de Antonina, Cabelo, João Lopes (que ficou famosos por ter criado a expressão "Bicho do Paraná"), entre outros.

FERCAPO em andamento e o exemplo de Avaré

A próxima edição do FERCAPO - o mais importante festival de música popular do Paraná - terá uma dimensão maior, já que de regional só tem o nome: a cada ano aumenta o número de participantes vindos de todo o país.

No campo de batalha

Albino Zanata, o bom "Vermelho", presidente do Tuiuti E.C., divulgou, afinal, no meio da semana, a relação das 35 músicas selecionadas entre as 271 vindas de vários estados e que nos dias 28 e 30 estarão disputando as premiações do Festival Intermunicipal de Canção Popular em Cascavel. O Fercapo, edição de 1988, custará ao redor de Cz$ 7 milhões, já que os prêmios foram elevados, a comissão oferece boas condições de hospedagem aos participantes de outras cidades, será gravado (pela terceira vez) um elepê com as 12 finalistas e, especialmente, os shows terão artistas competentes.

As explicações do secretário Dotti

O secretário Renê Dotti, da Cultura, apressou-se em nos esclarecer que o livro da pianista, professora e pesquisadora Marisa Ferraro Sampaio sobre o compositor Augusto Stresser - e que há quase 4 anos foi estraviada naquela pasta - talvez venha a ser publicado. Embora sem referir-se ao destino das fotos e documentos, material sem duplicata e que, ao contrário do texto, não foi devolvido à autora.

Julho dos festivais

Nem só de poderio artístico (leia-se dólares) se faz (em) festival (is) e se o First New York Festival International Of Arts, que entra agora em sua semana final (a propósito, hoje completamos o registro com texto inicialmente previsto para domingo), não podemos nos queixar dos eventos programados para este mês de julho por aqui.

No campo de batalha

Afinal, o coordenador de música da FUCUCU, João Carlos Ribeiro, dá sinal de vida e anuncia a programação do Paiol - após longa paralisação. Depois do concerto do pianista Marcelo Urias (dias 7 e 8), estão previstas apresentações do Grupo Jampi ("Ai Ó Meu") (20/21), um recital de cítara indiano com o "mestre" Alberto Marsicano (22), o "folk roots" com o Grupo Blowzabella, da Inglaterra (23) e mais música erudita: dia 25, o violinista Alessandro Borgomanero. Dias 28 e 30, o trio oboé (Fernando Thá), fagote (Jamil Bark) e piano (Ana Laura Souza Pinto). xxx
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