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Fernando Collor de Mello

IBAC acende luzes no escuro túnel cultural

Após quase dois anos de uma estagnação cultural, em termos de iniciativas do plano federal - desde que o presidente Fernando Collor extingüiu em seu primeiro dia de governo a Funarte, Embrafilme e outros organismos, o túnel volta a se iluminar. A Lei Rouanet está aprovada e regulamentada - enquanto em dezenas de municípios iniciativas semelhantes, para criar estímulos fiscais que resultem em recursos destinados a projetos culturais estão acontecendo.

Faria, dirigindo com eficiência até os filmes com Roberto Carlos

Com mais de 40 anos de cinema, Roberto (Figueira) de Faria, fluminense de Nova Friburgo, 60 anos serem completados nos próximos dias, é aquilo que se pode chamar de um homem completo de cinema. Começou no início dos anos 50, em funções humildes na Atlântica, chegando a assistente de direção de José Carlos Burle ("Maior que o Ódio"), Watson Macedo ("Aviso aos Navegantes", "Aí vem o Barão") e J. B. Tanko ("Areias Ardentes"), entre outros.

A ecologia ganhou belo visual graças a Brahma

A Companhia Cervejaria Brahma, nas comemorações de seus 50 anos de funcionamento em Curitiba, teve uma atitude meio rara no difícil ano que se encerrou: financiou uma edição do livro de fotografias "Curitiba-Capital Ecológica", organizado por três amadores radicados em nossa cidade. Aquilo que, em anos anteriores, começava a se tornar tradicional entre as grandes empresas - patrocínio a livros-de-arte e edições fonográficas - caiu a níveis mínimos entre 1990/91, após o debacle financeiro pós-Fernando Collor na presidência da República.

Os sonhos de quem quer trabalhar com imagens

Vitória - Em cada cabeça de cineasta um sonho: conseguir chegar um dia ao longa-metragem. Entre o sonho e a realidade, uma longa distância - aumentada ainda mais nos últimos anos em que a produção do cinema brasileiro que já chegou a ultrapassar 100 títulos/ano caiu para níveis quase zero.

Um encontro (des)marcado pela paixão de Zélia, Fernando e poder temporário

Não se fala há duas semanas em outra coisa: o livro da Zélia. Nunca um livro foi tão comentado, discutido, xingado. Há ameaça até de uma (quase) burra unanimidade: fazer da ex-ministra da Economia mulher mais criticada deste país - justamente agora, quando ela deixou o poder. Nem quando foi anunciado o Plano Collor II - com o sequestro das poupanças - Zélia Cardoso e Mello esteve em tanta evidência.

Sérgio e Vítola, a ajuda às crianças

Nas manchetes nacionais no último fim de semana pelo tiroteio verbal com o presidente Fernando Collor, o empresário Sérgio Prosdócimo havia encarregado, dias antes, a vereadora Rosa Maria Chiamulera para coordenar uma série de projeções do documentário "A Guerra dos Meninos" de Sandra Werneck para sensibilizar os empresários paranaenses e conseguir mais recursos para projetos na área da assistência às crianças.

Prosdócimo, o líder que não deseja ser prefeito

Apesar de não estar com todas suas mesas ocupadas, o buffet da Glória foi um cenário na quarta-feira para um encontro de gente que entende de comunicação empresarial e grandes negócios: o almoço em homenagem a Oswaldo Tuscek, escolhido pela Revista "Marketing" como "Homem de Marketing 91" do Paraná.

Na falência dos políticos, surgem os bons empresários para a cidade

As profundas divergências entre os dois grupos que disputam o poder dentro do PDT do Paraná cresceram ainda mais nos últimos dias. Domingo passado, a guerra-de-foice - embora em cipoal jurídico - que invalidou (ao menos enquanto a Justiça Eleitoral não decidir) a suposta "vitória" dos membros da chapa Jaime Lerner nas zonais de Curitiba trouxe, mais uma vez, a confirmação de que a rejeição ao deputado Rafael Greca é crescente. Inabilidoso e provocativo, Greca, desesperado pela falta de apoio ao seu nome, está tomando atitudes violentas.

O canto de amor de Leon pela música brasileira O canto de amor de Leon pela música brasileira

Se o presidente Fernando Collor de Mello decidir dar um tempo entre tantos problemas que o afligem e quiser ouvir uma seleção de hinos, marchas e canções que falam do amor ao Brasil, poderá fazer isto graças ao nacionalismo do pernambucano-curitibano chamado Leon Barg.

O piano maravilhoso nas teclas de Geraldo Flach

Geraldo Flach é um gaúcho generoso, amigo e, sobretudo, talentoso. Está hoje para a moderna música instrumental brasileira no Rio Grande do Sul como, no passado, Lupiscínio Rodrigues estava como compositor: um criador dos mais competentes ao fazer - e interpretar a sua música. Se o inesquecível Lupe mal batia uma caixa-de-fósforos - mas deixou obras antológicas - Flach, na maturidade de seus quase 50 anos, é um artista que domina o instrumento (piano), arranjador de primeira linha e sobretudo compositor dos mais inspirados.
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