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Fernando Sabino

Etílicos referenciais para a humana arte do encontro

O que pode fazer de um bar-restaurante, pequeno, localizado no Leblom, no Rio de Janeiro, inaugurado há 25 anos, ser tema para um robusto livro de 301 páginas, lançado por uma editora nacional (Record) e interessar a milhares de leitores que possivelmente nunca o frequentaram ou o frequentarão regularmente - chegando, alguns, no máximo, a assustadas passagens pelo local com a timidez de forasteiro?

No campo de batalha

Ozeil Moura dos Santos, sociólogo e cônsul do Senegal no Paraná - hoje presidindo a Sociedade Consular do Estado do Paraná - tem ativado a área do comércio exterior. Fundou a Afrobras, pela qual vem desenvolvendo múltiplos contatos e desde sábado ciceroneia o empresário Isidoro Bolstein, de Moscou, que até ontem já havia fechado negócios na ordem de US$ 300 mil na compra de frango, café e legumes para suprir as deficiências do mercado consumidor da Rússia. xxx

Zélia perde as conferências que lhe rendiam muitos US$

Ao contrário do que tem sido publicado em muitas colunas - inclusive na imprensa nacional - Fernando Sabino não receberá 80% do valor de capa (Cr$ 6.500,00) de "Zélia, uma Paixão". Pelo seu contrato com a Record - editora que aliás tem toda sua obra em catálogo - lhe cabem 10% - o que não deixa entretanto de significar uma belíssima soma.

Depois de Zélia, é Lilian com as suas memórias - Néon

Sem dúvida que "Zélia, Uma Paixão" não só é o best-seller de consumo mais rápido - passando já dos 100 mil exemplares em menos de um mês - como faz com que abram-se as portas para muitas e muitas memórias, biografias - autorizadas ou não - ou simplesmente fofocas em forma de livro envolvendo pessoas mais ou menos conhecidas. A mesma Record, 15 dias após ter colocado o livro de Fernando Sabino sobre as paixões da ex-ministra da Economia nas manchetes nacionais, distribuiu nas bancas outra obra confessional feminina: "A Vida Brilhando em Néon", de Lilian Gonçalves.

Zélia, a redenção de vendas nas livrarias

Segunda-feira à tarde, em menos de duas horas, apenas uma das lojas da Livraria Curitiba vendeu os primeiros 50 dos 300 exemplares de "Zélia, uma paixão" que haviam chegado pela manhã às mãos do representante Carlos Alberto Tonassi Maia. Até agora, aproximadamente 10 mil exemplares foram colocados no Paraná - 4 mil dos quais em 11 Livrarias de Curitiba. xxx

Um encontro (des)marcado pela paixão de Zélia, Fernando e poder temporário

Não se fala há duas semanas em outra coisa: o livro da Zélia. Nunca um livro foi tão comentado, discutido, xingado. Há ameaça até de uma (quase) burra unanimidade: fazer da ex-ministra da Economia mulher mais criticada deste país - justamente agora, quando ela deixou o poder. Nem quando foi anunciado o Plano Collor II - com o sequestro das poupanças - Zélia Cardoso e Mello esteve em tanta evidência.

Araken, um homem que amava o mundo

Paraná, abril de 1971, Haroldo Leon Perez substitui Paulo Pimentel no Governo e inicia uma administração de ódio e perseguições. O ESTADO é o único jornal a enfrentar o udenista que se julga dono do mundo. Poucos jornalistas se acorajaram a assinar colunas críticas denunciando as irregularidades da nova administração - que poucos meses depois levaram o então presidente Médici a obrigar a sua "renúncia".

Silvia e as saudades dos dramas da Pelmex

Poucas pessoas conhecem hoje tão bem o cinema latino-americano como Silvia Oroz, uma argentina morena, beleza mignon, tão simpática que se enquadra naquela categoria que, como dizia Dale Carnegie, parece ser amiga de infância após 5 minutos de conversa.

Gatos de Sabino no vídeo de Laís

Fernando Sabino talvez nem saiba, mas acaba de ter mais dois textos levados à tela: adaptação livre de seus deliciosos contos "O Gato Sou Eu" e "Os Mistérios Daquela Noite", o vídeo "Cachorros me Mordam", 18 minutos, da estreante Laís Bodanski, saiu do I FestVideo de Maringá com duas premiações: melhor ficção para o júri popular, e melhor roteiro.

Encontro marcado com o jazz de Fernando Sabino

Os cariocas ainda não descobriram. Ainda bem! Se já tivesse tornado modismo, as jam-sessions da happy hour dominical do Gula Bar, no Marina Palace Hotel, no Leblon, RJ, não teriam a tranqüilidade e clima de encontro de amigos com quem vem sendo caracterizada há dois meses. Em pouco tempo, seus 60 lugares passariam a ser tão disputados quanto são os do Michael´s Pub, em Nova York, às segundas-feiras, quando ali se apresenta um clarinetista chamado Woody Allen, também cineasta.
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