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Festival de Berlim

Na Rota de Francisco, nossos curtas conquistam o Exterior

Enquanto os próximos festivais de cinema de Gramado e Brasília estudam fórmulas alternativas de programação devido à pobreza do cinema brasileiro, em termos de longa-metragens, na área dos curtas a produção - ainda que reduzida - continua a acontecer. Reconhecidos internacionalmente em seus méritos, os nossos cineastas de curtas amargam, entretanto, um injusto ineditismo nas telas nacionais.

Direito de resposta

Em nome da Coordenação de Cinemas da Fundação Cultural de Curitiba, solicito espaço para correções referentes à matéria publicada na coluna "Tablóide" do dia 30 de outubro passado. No seu artigo, o colunista usou o termo "imbecilidade" para agredir esta Coordenação, mas não percebeu que ele mesmo foi imbecil "oito" vezes ao cometer os seguintes erros: 1. Já no título da matéria o nome do filme "Talk Radio" foi invertido e transformou-se em "Radio Talk";

À meia-noite

À meia-noite de amanhã, em sessão única, o Cine Ritz exibe o novo filme de Bruce Beresford, diretor australiano da geração 70, que ganhou o Oscar de melhor filme em 89 com "Conduzindo Miss Daizy". Sua nova produção "Mister Johnson", deu ao ator Maynard Eziashi o Urso de Prata no Festival de Berlim deste ano. Ele é o "Mister Johnson", um nativo africano educado por missionários britânicos, que se imagina um fiel súdito da Rainha.

O passado que condena

O melhor filme do ano em exibição neste apagar das luzes de 1990, pessimamente lançado e ainda prejudicado pelas suspensões de várias sessões dos cinemas do circuito da Fucucu - justificáveis nas noites de 24 e 31, inexplicável na sexta-feira, 22, quando, sem qualquer aviso ao público, os cines Ritz, Luz, Groff e Guarani fecharam suas portas (soube-se, depois, que a Fucucu promoveu um banquete de confraternização de seus muitos funcionários - o que não justifica que um serviço de atendimento ao público seja cancelado, ainda mais sem qualquer aviso anterior).

Um diretor inquieto contra a hipocrisia

Desconhecido ainda no Brasil, Michael Verhoeven, 52 anos, é um cineasta experiente, filho de um famoso diretor de operetas na Alemanha, casado com a atriz Senta Berger (austríaca, de carreira internacional). Em 1970, um filme de Verhoeven, "O. K. Wer im Glashaus Liebt..." (Quem Vive numa Casa de Vidro) provocou uma crise no Festival de Berlim: disputando as premiações a cáustica obra abordava a guerra do Vietnã - com soldados americanos vividos por alemães - irritou o presidente do júri, cineasta Georges Stevens (1904-1979), que propôs a sua desclassificação.

Gaúchos fazem filmes de valor e levaram prêmios de Brasília

Se compromissos oficiais não tivessem obrigado o escritor e poeta Carlos José Appel a retornar na segunda-feira a Porto Alegre - com escala no Rio de Janeiro, por certo que o Secretário da Cultura do Rio Grande do Sul estaria tão feliz como os cineastas de seu Estado que, no XXIII Festival do Cinema Brasileiro de Brasília, viram reconhecidos seus filmes.

Um conselho familiar traz Costa diferente

O atraso de cinco anos com que "Conselho de Cinema [Família]" (Cine Luz, 5 sessões) chega até nós não invalida este filme diferente na obra do grego-francês Constantino Costa Gavras. Rodado em 1985 e tendo estreado em Paris em 19 de março de 1986, "Conseil de Famille" surpreendeu aos que esperavam mais um ensaio político, dentro da linha de cinema denúncia que o transformou, desde 1968 - quando realizou "Z" - num verdadeiro cineasta de utilidade pública, pela coragem com que sempre abordou assuntos incômodos.

Visões de 12 cidades abre mostra de cinema

Que ninguém se surpreenda no domingo, quando da abertura da extensão curitibana da XIV Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (Cine Ritz, 19h30), quando for apresentado um dos 12 realizadores do filme que abrirá a promoção.
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