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Festival do Cinema Brasileiro de Brasília

As imagens que desmistificam a nossa Capital da Esperança

"O filme de Vladimir é um tiro de obuz na mira das meias-verdades alicerçadas com o correr dos anos da ditadura. Com preciosas imagens arquivadas ao longo de quase 20 anos, tempo de gestação desta verdadeira ópera popular, além de depoimentos revistos e checados com o passar dos anos. Vladimir entrega agora ao público uma obra que não tem preço, um dos mais lúcidos espelhos da nossa realidade já construídos pelo cinema nacional". (César Mendes, "Correio Braziliense", 16/10/1990) xxx

Um exemplo do melhor cinema documentário

Quem construiu a Tebas de Sete Portas? Nos livros estão os nomes dos Reis. Arrastaram eles os blocos de pedra? (Bertolt Brecht) A epígrafe com um fragmento de um dramaturgo alemão abre "Conterrâneos Velhos de Guerra" é, de certa forma, o ponto de partida ideológico deste contundente documentário: aqueles que construíram Brasília, os candangos vindos do Nordeste, foram expulsos da cidade.

A Cultura e o Estado

Depois de permanecer ignorada durante toda a campanha do primeiro turno a Cultura, finalmente, começa a ser lembrada como ponto de discussão dos candidatos ao governo do Paraná. Ao contrário do que aconteceu em 1965, quando da campanha de Paulo Pimentel ao governo do Paraná, os artistas e intelectuais se posicionaram em atuantes comitês (já que o seu oponente, o professor Bento Munhoz da Rocha Neto tinha uma tradição na elite cultural paranaense) nas últimas eleições notou-se um enfraquecimento dos produtores (e consumidores) das artes e Cultura em termos de organização partidária.

"Césio 137", um documento-drama da tragédia nuclear em Goiânia

Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia" vale por mil discursos. Ao se propor a reconstituir a tragédia que abalou o Brasil - com repercussões internacionais - ocorrida há exatamente três anos, o cineasta baiano Roberto Pires se ateve a uma exata reconstituição de como os fatos se sucederam. A idéia inicial de utilizar como roteiro base o livro do jornalista ecológico Fernando Gabeira, foi abandonada pelo fato de que os personagens reais da tragédia não aceitaram certas liberdades tomadas pelo autor de "O que É Isto, Companheiro?

"Cine Haikai", com Leminski-ator, concorre em Brasília

Dentro de três semanas, no 23º Festival do Cinema Brasileiro de Brasília (10 a 16 de outubro) mais uma vez o Paraná estará ausente. Nenhum dos 12 curtas-metragens, categoria 35mm, saiu de nosso Estado, confirmando a nossa pobreza cinematográfica (em Gramado, julho último, só "Vamos Juntos Comer Defunto", de Eloy Pereira, foi aceito (mas recebido friamente).

Até Saura oscarizável para a mostra do VI FestRio

Rio e Janeiro - Parece um milagre: num ano em que a produção cinematográfica teve seus mais baixos números, no qual foram extintas e sepultadas a Embrafilme/Fundação Nacional de Cinema e que a recessão econômica faz com que mesmo os empresários mais progressistas nem queiram ouvir propostas de financiar filmes, o RioCine Festival tem sua sexta edição, ampliada e revista, encerrando o calendário cinematográfico do ano - que teve, ainda, mostras em Gramado (julho), Natal (setembro) e Brasília (outubro).

Palito, Bolinha, Schulmann e Pabala nas imagens do FestRio

Rio de Janeiro (De Aramis Millarch, especial para O Estado do Paraná) - Desta vez o Paraná está presente. Ao contrário do que aocnteceu timidamente no último Festival de Gramado - no qual o curta "Vamos Juntos Comer Defunto", de Eloi Ferreira, mesmo selecionado para a competição em 35mm, passou despercebido - e no recente Festival do Cinema Brasileiro de Brasília da qual a nossa ausência foi total - agora, na edição do RioCine Festival, inaugurado na última quinta-feira, 15, temos alguns representantes.

"Césio 137", o filme sobre a tragédia radiativa de 87

Brasília Mesmo que não saia premiado deste 23º Festival de Cinema Brasileiro, dificilmente "Césio 137", o longa programado para hoje a noite estará entre os mais discutidos filmes em competição. No ano passado, durante o 22º Festival (1º a 7 de novembro), quando Roberto Pires havia recém-encerrado as filmagens deste misto de ficção e documentário sobre a tragédia do incidente de contaminação radiativa acontecido em Goiânia, há três anos, já se falava na atualidade da obra que aborda um aspecto preocupante - e que poucas vezes tem sido tratado no cinema brasileiro.
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