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Festival do Cinema Brasileiro de Brasília

Quem bom que o documentário de Lúcia esteja em exibição

"Que bom te ver viva", em nossa opinião o mais importante, oportuno (e não oportunista) e sincero filme brasileiro - disparado o melhor de 1989 e um dos 10 mais importantes da década - chegou ontem à tela do cine Ritz (5 sessões, previsão de ao menos duas semanas em cartaz).

O hino à vida de Lúcia Murat

Em 1977, no auge da repressão militar, a estudante Lúcia Murat e alguns companheiros do movimento clandestino do qual faziam parte vieram ao Paraná para fazer "sondagens" sobre as condições de luta armada. Como Lúcia tinha parentes na cidade de Palmas, região Oeste, foi para aquela cidade e hospedou-se com um de seus tios, João Vasconcelos. Apesar da discrição, as perguntas que começou a fazer aos moradores da região despertou suspeitas e o óbvio aconteceu: ela e suas companheiras seriam presas.

"Splendor", quando a sala de exibição vira artista

Fortaleza Na elaboração da programação dos filmes em competição e os exibidos hor concours no cine São Luiz, sede do festival, Ney Sroulevich foi muito feliz na escolha para a próxima quarta-feira, 29: o segundo representante do Brasil (o primeiro foi "Que bom te ver viva", de Lúcia Murat, apresentado sexta-feira), "Minas Texas", de Carlos Alberto Prates, antecipará "Splendor", de Ettore Scola - um dos três hor concours programados.

"Splendor", a crônica da última sessão de cinema

Se o cinema é a indústria dos sonhos iluminados projetados na tela branca, "Splendor" é mais do que um filme: é o próprio sonho. Em torno deste filme não deveria haver críticas, ou releases: ou no máximo um poema tão profundo quanto aquele que Carlos Drummond de Andrade dedicou a Carlitos. "Splendor" é magia do início ao fim. Um filme para quem ama o cinema, sua simbologia, seu folclore.

Afinal, um novo modismo ou ritmo muito dançante

Pinduca sempre foi mais o careca personagem das histórias-em-quadrinhos dos anos 40/50 (hoje praticamente esquecido) do que o nome artístico de um paraense que há quase 20 anos grava discos com um ritmo característico de seu Estado: a lambada. Fafá de Belém, oportunisticamente, no início da carreira, pensou em aproveitar o calor da lambada - que também teve incursões da maranhense Alcione e de outras cantoras. Mas, na verdade, nenhuma emplacou e Pinduca continua a ser conhecido apenas na região Norte.

"Orí", a visão da raça negra

Ontem, em nossa página diária ("Tablóide") falamos sobre a importância de "Orí", documentário de Raquel Gerber, já premiado em 3 festivais - Ouagadougou, na África: Tróia, em Portugal e, no último sábado, em Curitiba (Prêmio Especial do Júri - I Festival do Cinema de Curitiba), que está em exibição no cine Groff.

Mesmo na pobreza, haverá 22º Festival de Brasília

Nos últimos 26 anos o Festival de Cinema Brasileiro de Brasília tem uma longa história de dificuldades em sua sobrevivência. Na época mais difícil da ditadura militar, a resistência democrática que representava aquele evento irritava setores do governo que, por alguns anos, chegaram a suspendê-lo. Nos últimos anos, dificuldades financeiras e, por último, em 1988, divergências entre a presidência da Fundação Cultural do Distrito Federal - ocupada pelo Maestro Marlos Nobre - com as pessoas que o organizavam, também levaram a ter edições praticamente improvisadas.
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