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Foz do Iguaçu

Pintando o sete

Mário Barros, 41 anos, gaúcho de Santa Maria mas curitibano por opção, vem se destacando cada vez mais nas artes plásticas. Já com um bom curriculum - presença em várias coletivas e uma dezena de premiações nos últimos anos, Barros inaugura na próxima sexta-feira, 20, sua individual no hall de exposições da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. O catálogo traz uma objetiva apresentação de Laura Miranda sobre a arte de Barros, que foi também quem fez a capa do livro "Brasil antes do Descobrimento". xxx

A morte de Gonzaguinha e a ressurreição de Renato

Renato Manoel Costa, gostaria de legalmente poder alterar seu registro civil para indicar duas datas de nascimento: a primeira, há 33 anos, 12 de agosto de 1957, em Bragança Paulista, SP; a segunda, em Francisco Beltrão, em 29 de abril de 1991. Na última quarta-feira, 29, em Curitiba, Renato Manoel comemorou com alguns amigos, que aqui fez, os "meus primeiros nove meses desta nova vida que Deus me concedeu".

Olhar de Orlando para as imagens do mundo cotidiano

O olhar-camera de Orlando Azevedo não para nunca de colher imagens do cotidiano. Um dos mais valorizados fotógrafos contemporâneos, com uma obra que já se espalha em dois livros ("Foz do Iguaçu", 1990; "Fitas e Bandeiras Wenski", 1988), presenças em prestigiosas revistas nacionais e internacionais e citações em obras referenciais editadas no Exterior, Azevedo foi o único fotógrafo do Paraná selecionado para o belíssimo calendário editado pela Associação Brasileira dos Fotógrafos de Publicidade.

No campo de batalha

Um novo e jovem crítico de cinema começa a aparecer: Cadu Guimarães, 21 anos, primogênito do advogado e ex-jornalista Célio Heitor Guimarães. Com o pseudônimo de Epaminondas Castelo Branco, Célio foi o mais profundo analista da televisão no Paraná em seus primeiros anos, escrevendo em "O Dia" e "Última Hora" e ajudando seu amigo Luís Renato Ribas a consolidar TV-Programa. xxx

Brasilidade nas dez canções concorrentes

São Paulo Venceu a brasilidade! Duas belíssimas canções de raízes interioranas - "Brabuleta" (Marcos Flexa/Paulo Azevedo) e "Tâmarera" (Marku Ribas/José Edward) - falando em ecologia e natureza, mas com extrema originalidade - e até rock-protesto ("Eládio"), do mineiro Sérgio Moreira, ironizando o desprestigiamento da música brasileira por disc-jóqueis colonizados - foram vitoriosas do Festival Carrefour de MPB (domingo, ginásio do Pacaembu).

Selma Reis, a confirmação do novo talento feminino

No ano passado, entre as boas estréias fonográficas, esteve Selma Reis, fluminense de São Gonçalo, 33 anos, que ganhou de Mauro Dias, em "O Globo", um justo comentário: "a melhor voz das últimas duas décadas". Aldir Blanc, vozes. "A gente ouve Selma Reis e pensa no auditório da Rádio Nacional em dia de gala. Selma está linda, nos bastidores, aguardando a vez de cantar. Conversa com Dalva de Oliveira, Dircinha, Linda, e, é claro, Angela Maria".

O canto latino-americano reúne-se em Foz do Iguaçu

Seria oportuno, simpático e, por certo produtivo, que o recém-empossado superintendente da Fundação Teatro Guaíra, Oswaldo Loureiro, de preferência acompanhado de seu maior amigo Eduardo Requião, assessor especial do governador Roberto Requião para a área cultural, fossem a Foz do Iguaçu neste final de semana acompanhar de perto o Acorde Cataratas - I Festival Latino americano da Canção.

"Luz" venceu Acordes e "Filhos" no Carrefour

Dois grandes festivais realizados no último fim-de-semana (Foz do Iguaçu e Pinhais / Curitiba) serviram como uma amostragem do atual momento da música popular neste final de século. Na busca de autores / intérpretes da mesma voltagem dos revelados na fase de ouro (1964 / 968) dos grandes festivais (Record, FIC, Excelsior, Tupi, etc.), tanto, em âmbito regional, o Acorde Cataratas, como, nacionalmente, em suas sete etapas, o Carrefour , trouxeram exemplos de como se encontra a criatividade dos que se dedicam a fazer música popular no Brasil.

Em clima de festivais, o renascer de nossa música

Das 425 músicas inscritas para o Acorde Cataratas, foram selecionadas 36, das quais disputaram a finalíssima na noite de domingo, as seguintes: "Fronteira Cantar" (Armando Vasques / Valdir Santana, RS); "Hay Una Nota En El Aeire" (Rodrigues Bernard / Jesus Soares, Uruguai); "Luz" (Altay Velloso / Paulo Cesar Feital); "Mãe Natureza" (Kleiton Ramil); "Canção de Foz" (Bagé / Erlon Péricles, Foz do Iguaçu); "Canta Viola" (Telu); "Avenida São João" (Paulo / Jean Garfunkel); "Tchim Tchim" (Saúde) (Eduardo Constantinoupolos / Jairo Ubirajara Lago, Foz do Iguaçu); "vitória do Trigo"
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