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De Bonna ganha o álbum que sua arte merecia

Se a vida editorial no Paraná continua ainda fraca, longe da pujança de um Rio Grande do Sul, por exemplo - algumas luzes se acenderam no túnel cultural. Por exemplo, a editora Scientia et Labor, da Universidade Federal do Paraná, transformou-se de sonho em realidade - conforme registramos em outro texto desta mesma coluna. E na área de livros de arte, temos algumas publicações dignificantes, sem contar que desde que a Casa de Idéias encontre apoio, o talento do Mirandinha ajudará a fazer com que publicações do mais alto nível ganhem forma neste ano.

Orlando, razões para iniciar 1990 sorrindo

Mais duas razões para Orlando Azevedo iniciar o ano com o mais dentifrício sorriso: foi um dos dez profissionais escolhidos pela Kodak a figurar numa caixa-brinde, editada em comemoração aos 70 anos da empresa no Brasil, e o livro sobre Foz do Iguaçu, inaugurando a série "Nossa Terra", editado pelo Bamerindus, foi um dos poucos elogiados por Ana Maria Ciccacio no "Jornal da Tarde".

A Ilha do Mel nas imagens coloridas de Helmuth Wagner

No prelo em fins de 1989 - ano referência nas fichas catalográficas - os primeiros dois livros paranaenses a terem lançamento neste início de 1990 serão "Ruas e Histórias de Curitiba" de Valério Hoerner Jr. (dia 8, livraria Ypê Amarelo) e "Ilha do Mel", álbum de fotografias de Helmuth Wagner (em março, data ainda não marcada). A julgar por estes dois primeiros trabalhos, este início de década parece que será promissor para o campo editorial: o livro de Hoerner Jr.

Itaipu afinal fez o plano para a região

A idéia era antiga: construída a usina de Itaipu, oferecer à região um grande plano de desenvolvimento. Especialmente aos 8 municípios diretamente atingidos pelo lago com seus 1350 quilômetros quadrados e uma margem fronteiriça de aproximadamente 1200 quilômetros lineares - 180 em linha reta.

Agora aproveitar a nova realidade

Os paranaenses ainda não descobriram a grandiosidade - e, naturalmente - as potencialidades do lago de Itaipu. O que não é de estranhar. Afinal, durante muito tempo o Rio Paraná era, para os próprios municípios ribeirinhos da margem esquerda, um simples limite físico, nos "fundos" de seu território.

Itaipu 2.000 (I) - um turismo que seja mais do que olhar as cataratas

O Plano Diretrizes de Desenvolvimento Regional que a diretoria de coordenação da Binacional Itaipu desenvolveu para estudar as perspectivas abertas ao futuro dos 8 municípios limeiros do lago - no lado brasileiro - será, como já registramos no domingo, objeto para muitas discussões.

As perspectivas que se abrem para a economia

Dentro de algum tempo - difícil prever datas, na dinâmica com que as coisas podem modificarem-se e acontecerem - não está fora de cogitação uma etapa de transformação turística dos 8 municípios lindeiros de Itaipu como o chamariz de um novo litoral paranaense.

Itaipu 2.000 (II) - Um novo litoral no Interior do Paraná

A idéia de Itaipu, um novo litoral - que poderá até ser slogan para toda uma campanha imobiliária - está baseada em fatos concretos no que se referem ao lazer e turismo que oferece o lago de 1350 quilômetros com uma margem fronteiriça de aproximadamente 1200 quilômetros - ou seja, uma atração que poucos Estados dispõem. Há, assim, uma paisagem extraordinária somada a um verdadeiro "mar doce" que possibilita inúmeras atividades - esportes aquáticos, navegação, construção de marinas, e o próprio uso do lago como seria em várias partes.

Um plano para atender reivindicações gerais

O projeto para o desenvolvimento regional dos municípios lindeiros do lago de Itaipu nasceu da necessidade de disciplinar as dezenas de solicitações que, com toda razão, as comunidades atingidas pelo lago de 1.350 quilômetros quadrados vinham fazendo há anos a administração da Binacional. Tendo perdido áreas férteis, sete municípios lindeiros - Guaíra, Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Missal, Santa Helena, Santa Terezinha do Itaipu e São Miguel do Iguaçu (correspondente a três por cento da área do Paraná) passaram a fazer reivindicações diversas.

Pesquisas e estudos nas margens do lago

Em maio de 1985, quando o ex-governador Ney Braga assumiu a presidência da Itaipu, haviam apenas duas máquinas instaladas (1.400.000 Kv) e supria menos de 5,0% da energia que era consumida nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Hoje Itaipu tem 15 máquinas funcionando, totalizando 10.500.000 Kv instaladas e suprindo sozinha 28% de todo o consumo das regiões Sul/Sudeste.
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