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Frank Sinatra

As estórias do Antonio`s o bar que fez lenda no Leblom

A leitura de "Antonio`s - [Caleidoscópio] de um bar", tão deliciosa quanto um Royal Salute ou o mais envelhecido dos vinhos brancos alemães corresponde a uma viagem ao Brasil destes últimos 25 anos, através da étnea de jornalistas, gente de tv, teatro e cinema, políticos ou simplesmente biriteiros que, com ou sem dinheiro, mais (ou menos) famosos sempre frequentaram o bar que oficialmente nasceu na noite de 11 de fevereiro de 1967, com o nome da música que Frank Sinatra consagrara - Strangers in the Night, na avenida Bartolomeu Mitre, 297, loja C, como sucessor do Le Grill de Leblom e com a

A biografia que revela Woody de corpo inteiro

Uma das mais completas biografias já feitas sobre um cineasta contemporâneo foi a que Eric Lax publicou no ano passado nos Estados Unidos sobre Woody Allen e que, menos de 7 meses após ter saído naquele País teve sua tradução brasileira lançada pela Companhia das Letras ("Woody Allen - Uma Biografia", 387 páginas, tradução de Giovanni Mafra Silva).

harry connick Jr., ou o Sinatra da década de 90

Especulações não faltam: quem substituirá a Frank Sinatra, a maior voz do show busines americano - e mundial, por certo? Embora The Voice não tenha pendurado as chuteiras em definitivo - embora, aos 75 anos, completados a 12 de outubro último (naturalmente com uma festa extraordinária no Madison Square Garden, New York, transmitida pela Rede Manchete no Brasil), já dê mostras de estar na reta final, há muito que muitos sonham com o trono do cantor que, neste últimos 50 anos, mais embelezou a música romântica.

Quando Hollywood sofreu com o histerismo da "Caça às Bruxas"

Hollywood Cada manhã, para ganhar o meu pão Vou ao mercado onde compram mentiras. Cheio de esperanças Entro na fila dos vendedores (Bertold Brecht, 1898-1956) xxx Qual a atualidade que um filme abordando fatos ocorridos há quase 50 anos pode ter neste final de milênio? Teria sido aquilo que se chama de Macarthismo mais cruel do que as perseguições sofridas por décadas por intelectuais, artistas e opositores do governo soviético?

A vida e a morte no olhar da infância e da velhice

Por uma destas incríveis coincidências, o lançamento cinematográfico que comercialmente mais funcionou na semana - "Meu Primeiro Amor" (cine Plaza, segunda semana já garantida) parece ser uma espécie de introdução a outra comédia (nem tanto) que, ironicamente, foi o maior fracasso da mesma semana ("Mamãe não quer que eu Case", cine Bristol, hoje último dia de exibição).

Em tempos aidéticos, o Oscar adquire seriedade

Na cenografia do imenso palco do Dorothy Chandler Pavillion, em Los [Angeles], faixas vermelhas e fitas que a maioria das personalidades que participaram da 64ª Festa de Entrega do Oscar, usavam na noite de segunda-feira passada, identificava a grande preocupação dos organizadores do evento: o flagelo da Aids. Afinal, dos 128 mil americanos mortos com Aids até 1991, 432 foram nomes mais (ou menos) conhecidos do cinema e TV - a começar por Rock Hudson (falecido aos 61 anos, em 2/10/85).

Lee faz o filme certo para discutir racismo

"Algumas pessoas se viciam nas coisas mais estranhas Que nada tem a ver com a vida Deus nos deu vida e o que damos a Ele? Se não é nosso amor, o que será" ("Amor Químico", música-tema de Stewie Wonder / Stephanie Andrews, em "Febre na Selva"). A seqüência de abertura de "Febre na Selva" (Cine Condor) lembra o início de "Faça a Coisa Certa": num bairro negro (Harlem), começa uma nova manhã, marcada pelo jornaleiro atirando um exemplar do "The New York Times". Em seu apartamento, um casal faz amor tão apaixonado que acorda a filha.

Autorizadas ou não, biografias para quem gosta da vida alheia

Enquanto Katharine Hepburn aos 83 anos, prefere confessar sua vida em "My: Stories of my Life", autobiografia que lançada nos Estados Unidos em agosto último lhe rendeu, antecipadamente, US$ 4,3 milhões, biografias não autorizadas de gente famosa continuam a aparecer nas livrarias brasileiras, alcançando vendagens impressionantes para um gênero que até há pouco era visto com restrições pelos diretores.

Coisas do coração na visão do sueco Lasse

Em "Minha Vida de Cachorro" (1987), o sueco Lasse Hallstrom tocava corações pela ternura com que partindo de uma história simples, ambientada numa pequena aldeia, se fazia universal - confirmando velha lição do mestre Leon Tolstói ("Se queres ser universal cante a sua aldeia"). Três anos depois, Hallstrom realizou seu primeiro filme nos Estados Unidos.

Trilha Sonora - Uma nova "love story" embalada nos sopros românticos de Kenny

Lágrimas, ouvidos, corações alertas: a partir de agora é o momento Dying Young - ou, no título no Brasil, "Tudo por Amor". O clip-trailler com metragem acima do normal, suficiente para permitir todo o solo do instrumentista Kenny G, já está em exibição nos melhores cinemas da cidade, emoldurado com as imagens da "golden girl" deste início de década: Julia "Uma Linda Mulher" Roberts.
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