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Fundação Cultural de Curitiba

Artigo em 15.03.1992

Apesar de ter sido convidada, com insistência, pelo prefeito Jaime Lerner para assumir a direção de Ação Cultural da fundação Cultural de Curitiba, a jornalista Antonia Eliana Chagas preferiu retornar a São Paulo, onde reside há mais de 10 anos. Ex-repórter de O Estado, Tonica fez carreira no jornalismo, passando por várias publicações nacionais e ocupou por sua competência uma importante editora da Agência O Estado, da qual saiu há poucos meses. xxx

Um vídeo na dimensão que Curitiba realmente merece

Jaime Brustolim é uma presença diferente na vida cinematográfica do Paraná. Cinegrafista com larga experiência, a custa de muito trabalho conseguiu montar um bom estúdio de produção, com equipamento moderno em 35mm, produzindo filmes publicitários e institucionais que lhes garantem, há anos sua independência econômica.

Curitiba, o cemitério dos sonhos artísticos

Terra de todas as gentes - conforme o título do musical que o jornalista Adherbal Fortes e o compositor (e hoje publicitário) Paulinho Vitola criaram para o espetáculo que inaugurou o auditório Bento Munhoz da Rocha Neto - Curitiba, nunca exigiu atestado de paranaense para nenhum músico que aqui chegasse. Graças a isto, instrumentistas de várias partes do país - e alguns até de outros países - aqui sempre foram bem recebidos, deram sua contribuição mas, infelizmente poucos permaneceram - por uma simples razão: falta de melhores chances profissionais.

Do lazer abandonado ao largo da desordem

A carta-denúncia de Jorge Carlos Sade (Praça Garibaldi, 85), datada de 15 de janeiro último, é a seguinte: "Dizem que a casa é a cara do dono!" A Praça Garibaldi, o dito setor histórico, seria o retrato de Curitiba? Baderneiros, drogados, bêbados, cheiradores, assaltantes, maloqueiros, botecos e bares de lixo e de luxo, putaréu, violência, despoliciamento, gangues varzeanas, ratatuia infecta e contagiosa, dia & noite-noite & dia infestam o eixo Praça da Ordem-Alto do São Francisco. Eis a Curitiba ecológica! Isso é o retrato da Prefeitura, da dita Secretaria do Meio Ambiente?

Direito de resposta

Em nome da Coordenação de Cinemas da Fundação Cultural de Curitiba, solicito espaço para correções referentes à matéria publicada na coluna "Tablóide" do dia 30 de outubro passado. No seu artigo, o colunista usou o termo "imbecilidade" para agredir esta Coordenação, mas não percebeu que ele mesmo foi imbecil "oito" vezes ao cometer os seguintes erros: 1. Já no título da matéria o nome do filme "Talk Radio" foi invertido e transformou-se em "Radio Talk";

As verdades nas telas da incompetência da Fundação

O chefe do Setor de Cinemas da Fundação Cultural de Curitiba, Paulo Roberto Rego Barros Biscaia Filho, em carta publicada ontem nesta coluna, tenta justificar os critérios (sic) para a programação das salas oficiais da Prefeitura, fazendo vários comentários sem, em momento algum, explicar os fatos mais graves que vêm ocorrendo. 1. De princípio, o sr. Rego se detém em apontar erros técnicos e de informação que aqui teríamos cometido no texto sobre o filme "Talk Radio: Verdades que Matam", publicado no último dia 30 de outubro.

Fogo pesado contra Loureiro no Guaíra

Pela primeira vez na história das artes cênicas no Paraná a categoria uniu-se totalmente na elaboração de um documento contundente - resultado daquela que na opinião de experientes profissionais, foi "a mais inflamada assembléia geral já feita com artistas paranaenses" - em que é exigido, literalmente, a demissão da atual diretoria da Fundação Teatro Guaíra - agora reduzida a uma autarquia com muito menos autonomia.

Gibi agora é curtição para adultos

Há 26 anos, quando o jornalista Mussa José Assis assumiu a chefia de redação de O Estado do Paraná e dentro de uma série de reformas e inovações, aqui introduzimos a primeira página dedicada a quadrinhos na imprensa brasileira. Aquilo que hoje é comum nos grandes jornais nacionais, teve o seu pioneirismo em nosso jornal - pois até então, apenas tímidas colunas abordavam as HQ, como tema para interpretações a análises - entre as quais dos pioneiros Sérgio Augusto ("Jornal do Brasil", antes no extinto "Correio da Manhã") e Moacy Cirne ("O Globo").

Após vitória, a vez dos vídeos do minuto

A coincidência do Festival do Minuto, iniciado segunda-feira, 25, no Elétrico Cine Clube (Rua Augusta, 973, São Paulo) praticamente emendar com o recém encerrado I Festival Nacional de Vídeo de Vitória, encerrado na noite de domingo, confirma o interesse crescente que o vídeo adquire como manifestação artístico-informativa. Aberto à todas as bitolas - VHS, Super 8, 35mm e Umatic (mas passando depois para vídeo na competição final), com maior cobertura inclusive da imprensa nacional - o Festival do Minuto também é um evento que se abriu a todos os interessados.
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