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Solheid, o que teve a arte de viver com amor

Desde a tarde de segunda-feira, 28, as eleições no Paraná tornaram-se mais difíceis de serem realizadas. Não porque os partidos políticos estejam em crises ainda maiores - embora divergências e rupturas aconteçam naturalmente - mas porque o Tribunal Regional Eleitoral perdeu um de seus mais eficientes executivos.

A guerra nas artes plásticas

Zum-Zum nas artes plásticas neste longo final de semana: Edson Busch Machado, o irmão mais moço de Juarez e ex-diretor do Centro Integrado de Cultura em Florianópolis (depois de ter dirigido o Museu de Arte de Joinville, sua terrinha natal), teria recusado a direção do Museu de Arte Contemporânea, para a qual foi indicado por João Osório Brzezinski - primeiro convidado a substituir Maria Cecília Noronha.

Quando os cupins ajudam a perda de nosso patrimônio

A existência de mais de 15 herdeiros e a impossibilidade de construir na área um edifício capaz de oferecer compensações a todos os membros da família, levou os Gomm nas vésperas do Natal de 1986, a aceitar a proposta formulada pelos empresários Salomão Soifer e Gustavo Daniel Berman em pagar Cr$ 21 milhões pelo imóvel. Associados em lucrativos empreendimentos - Soifer e Berman tinham nas mãos uma detalhada pesquisa de mercado que garantia como um novo sucesso a ocupação daquela área para um moderníssimo clube de características especiais. Explica Salomão:

As sedes da Prefeitura, uma história a espera de edição

Se alguém pretender saber algo sobre os prédios que sediaram a Prefeitura de Curitiba desde que o município existe, é inútil se dirigir a própria. Embora existindo uma Fundação Cultural / Secretaria Municipal de Cultura, com uma diretoria de Patrimônio Histórico - dirigida, aliás, com competência, por uma das mais estimadas jornalistas da cidade, Maí Nascimento Mendonça - até hoje nunca houve preocupação de se catalogar todas as referências sobre a história física da Prefeitura.

A guerra dos meninos

No dia 4 de agosto, um domingo que antecedeu a abertura do 19º Festival de Gramado do Cinema Brasileiro, uma magnífica reportagem do jornalista Roldão Arruda, no "O Estado de São Paulo", denunciava a morte de centenas de crianças. Coincidentemente, três dias depois, o público que assistia ao documentário "A Guerra dos Meninos", um dos médias em competição, via na tela as imagens sobre a tragédia que, indiretamente, o jornalista havia se referido.

Direito de resposta

Em nome da Coordenação de Cinemas da Fundação Cultural de Curitiba, solicito espaço para correções referentes à matéria publicada na coluna "Tablóide" do dia 30 de outubro passado. No seu artigo, o colunista usou o termo "imbecilidade" para agredir esta Coordenação, mas não percebeu que ele mesmo foi imbecil "oito" vezes ao cometer os seguintes erros: 1. Já no título da matéria o nome do filme "Talk Radio" foi invertido e transformou-se em "Radio Talk";

As verdades nas telas da incompetência da Fundação

O chefe do Setor de Cinemas da Fundação Cultural de Curitiba, Paulo Roberto Rego Barros Biscaia Filho, em carta publicada ontem nesta coluna, tenta justificar os critérios (sic) para a programação das salas oficiais da Prefeitura, fazendo vários comentários sem, em momento algum, explicar os fatos mais graves que vêm ocorrendo. 1. De princípio, o sr. Rego se detém em apontar erros técnicos e de informação que aqui teríamos cometido no texto sobre o filme "Talk Radio: Verdades que Matam", publicado no último dia 30 de outubro.

Os Garfunkel que Curitiba esqueceu

Maringá - Durante três dias, Jean Garfunkel teve uma experiência um pouco diferente da que está acostumado a viver nas centenas de festivais de música que há 20 anos vem participando. Ao invés de estar entre os competidores em busca de premiações, este paulista descendente de franceses e que, afetivamente, se considera meio curitibano, foi um dos sete jurados que escolheram as melhores músicas em competição no XIV Festival de Música de Canação, realizada entre os dias 27 a 29 de setembro, no Cine Horizonte.

Valêncio promoverá um superfestival latino

Múltiplo em suas agitações culturais, Valêncio Xavier, 54 anos, ex-diretor do Museu da Imagem e do Som, ao mesmo tempo em que conclui uma biografia oficial de seu amigo Poty Lazarotto - encomendada pela Fundação Cultural, conseguiu aprovação para um projeto cinematográfico que ele próprio reconhece, lhe permitirá dedicar-se profissionalmente ao mesmo, com uma boa remuneração, durante um ano: um grande evento ligado ao cinema latino-americano a propósito dos 500 anos da descoberta da América.

Perfil - Vanhoni, um vereador da Cultura

Conseguindo ver aprovado, por unanimidade, o projeto de lei 16/91, que cria incentivos fiscais para projetos culturais, o vereador Ângelo Vanhoni sentiu uma grande emoção. Mais do que apenas uma feliz iniciativa - entre tantas que vem tomando, em sua corajosa e independente atuação na Câmara de Curitiba (credenciando-se como um dos melhores vereadores que por ali já passaram), Vanhoni sentiu que ao ter o apoio inânime de seus 32 colegas na sessão de 12 de agosto último ter apresentado em janeiro último, um projeto que se fazia necessário para Curitiba.
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