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Direito de resposta

Reportando-me ao que foi veiculado, terça-feira, na coluna, sob o título CORTESIA DEMAGÓGICA COM FILMES ALHEIOS, apreciaria imensamente, a bem da verdade, esclarecer o que segue:

Cortesia demagógica com filmes alheios

Apesar das 144 linhas ocupadas em nossa coluna de ontem pelo "Direito de Resposta" do sr. Francisco Carlos Nogueira, Coordenador de Cinema da Fundação Cultural de Curitiba, nenhuma das colocações feitas na edição de 10 do corrente ("Cortesia demagógica com filmes alheios) foi contestada. Ao contrário, o coordenador (sic) reconhece que a ajuda que a FCC liberou foi realmente "irrisória" frente aos valores atualizados dos filmes e que a Mostra Internacional de Curta-metragens só veio a Curitiba graças a sra.

No campo de batalha

Francisco Alves dos Santos, que durante 15 anos fez um belíssimo trabalho de prestigiamento ao cinema brasileiro, continua a merecer admiração de cineastas e promotores culturais. Foi convidado por Esdras Rubim, diretor do Festival de Gramado, para cobrir o festival - que, aliás acompanha há 12 anos. Já Guido Araújo, diretor da Jornada Internacional de Cinema da Bahia, designou o bom Chico para coordenar no Paraná a participação dos videastas e cineastas a 18ª edição deste encontro que acontecerá de 20 a 26 de setembro em Salvador.

A Lei Vanhoni foi vetada. Lerner propõe Lei Vanhoni

Há exatamente uma semana, a classe artística curitibana teve o maior choque. Quando o crítico e professor Edelcio Mostaço, presidente da comissão que coordena a aplicação dos recursos advindos da aplicação da lei de incentivos fiscais em São Paulo (*) encontrava-se numa reunião com lideranças culturais de Curitiba, no Solar do Barão, revelou-se que, na tarde daquele dia, 10 de setembro, o prefeito Jaime Lerner havia vetado integralmente o projeto de lei semelhante apresentado pelo vereador Angelo Vanhoni, que aprovado por unanimidade na Câmara, um mês antes, aguardava a sanção do burgomestre.

Lei Vanhoni aprovada para estimular nossos artistas

Por uma feliz coincidência, exatamente seis dias após o Programa Nacional de Financiamento da Cultura (PNFC) ter sido encaminhado pelo presidente Fernando Collor ao Congresso, os vereadores de Curitiba deram um exemplo de maturidade e inteligência ao aprovarem, em duas discussões, na terça e quarta-feira, dias 13 e 14, o projeto de lei 16/91, já chamada Lei Vanhoni que cria incentivos fiscais para a realização de projetos culturais, a ser concedida a pessoa física ou jurídica domiciliada no município.

... e a capital ecológica não quer ver "Césio 137"

Onde estão os ecologistas curitibanos? E, especialmente, quem são os "preocupados" homens públicos - administradores, políticos, autoridades, que fazem da ecologia bandeiras políticas em todas as oportunidades para se autopromoverem? A pergunta cabe perfeitamente após a melancólica pré-estréia de "Césio 137 - A Tragédia de Goiânia", na noite de sexta-feira, 13, no Cine Ritz, no exato dia em que ocorreu, há quatro anos passados, na capital de Goiás, a maior tragédia de contaminação nuclear urbana do continente.

Recursos de milhões para projeto sem politicagem

Uma projeção de recursos, feita sobre a arrecadação da Prefeitura de Curitiba até julho último, calculado em milhões, possibilita que se imagine o que poderia ser aplicado em incentivos culturais até o final deste ano se a lei entrasse em vigor (o que, obviamente, não acontecerá): Cr$ 900 milhões ou seja 35% do orçamento da Fucucu. Os números não mentem: a arrecadação do ISS no primeiro semestre chegou a Cr$ 7.502.026 e do IPTU a Cr$ 904.978 (significa 18% do orçamento global do município), que era previsto no início do ano em Cr$ 45.402.148, acrescidas receitas tributárias e correntes.

Uma pesquisa sobre a memória dos bairros

A preservação da memória de uma nação depende de esforços isolados e geralmente idealistas de pessoas que se preocupam com documentos, depoimentos, ilustrações, imagens e, especialmente, vozes do que fizeram, cada um seu papel, a história nem sempre oficial.
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