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Getúlio Vargas

As dicas para candidatos segundo Marisa

Como era previsível, o período pré-eleitoral estimula edições de manuais, ensaios e mesmo teses relacionadas à comunicação, opinião pública, técnicas de marketing eleitoral etc. a bibliografia, em português com títulos traduzidos mas, especialmente obras de autores brasileiros - evidencialmente melhores conhecedores de nossa realidade - amplia-se através de produções de editores ou mesmo trabalhos independentes.

Heolísa, aquela bela e jovem atriz dos bons tempos do INCE

Com sua memória privilegiada, capaz de detalhar fatos paralelos ocorridos há mais de 60 anos, dona Heloísa Camargo de Azevedo, "paulista da Avenida Paulista", tem uma familiar ligação ao mundo das imagens: um de seus avós, Militão de Azevedo, foi pioneiro da fotografia no Brasil. Em 1924, quando seu avô, Luiz Gonzaga de Azevedo (1856-1928), era o diretor do Tesouro Nacional em São Paulo foi encarregado de organizar o serviço do Imposto de Renda, Heloísa foi morar no Rio de Janeiro.

Moreira Garcez, prefeito do primeiro "Arranha-Céu"

Luiz Henrique Garcez de Oliveira Mello - ou afetuosamente conhecido e estimado Gordo Mello - é daquelas pessoas com jeito cara de Curitiba. Filho de uma das famílias mais tradicionais da cidade, espírito criativo e inquieto tem dado uma grande contribuição em vários setores - desde o pioneirismo na área da reprodução xerográfica até a edição de um livro em que se uniram os talentos poéticos de Paulo Leminski - de quem foi um dos grandes amigos - a sensibilidade visual do fotógrafo Jack Pires ("100 Clicks de Curitiba").

Aranha contesta tese na defesa de seu tio

O engenheiro-agrônomo Oswaldo Euclydes Aranha, 50 anos, sobrinho do ministro Osvaldo Aranha, residindo em Curitiba há muitos anos como funcionário do Ministério da Agricultura, é também um expert em música erudita. Dono de uma das cinco maiores coleções do estado, pesquisador incansável, produz vários programas na Rádio Estadual do Paraná - trabalhando praticamente sem remuneração, movido pelo amor à música dos mestres "e a necessidade da mesma ser melhor conhecida".

A querência querida nos "causos" que o "seo" Manoel sabe contar

O "seo" Manoel é um grande contador de estórias. Quem tem o privilégio de ouví-lo lembrar fatos vividos e sentidos, ao longo de seus 80 anos - comemorados no último dia 22 de março - sempre sai com a sensação de querer mais. Como uma de suas maiores admiradoras, a jornalista Antonia Schwind, "suas mãos vão desenhando no ar os cenários. Olhos espertos e sorriso terno, puxa cuidadosamente o fio das emoções dos seus ouvintes. Após uma passagem mais triste, certamente explode a gargalhada".

Viagem ao tempo dos boleros e tangos com Vargas e Libertad

Há algumas semanas, quando o jornalista Irlam Rocha Lima, um dos mais importantes críticos de música de Brasília, foi entrevistar para a revista de vanguarda "Bric-a-Brac" o compositor Caetano Veloso, o encontrou em sua casa, no rio de Janeiro, rodeado de gravações históricas de música popular, editadas pela etiqueta Revivendo.

Uma superprodução sobre mulher messiânica encerrará o festival

Brasília - Superprodução de um milhão de dólares, rodada no segundo semestre de 1989 no estado de Goiás - mas só finalizado há poucas semanas, "A República dos Anjos" será o filme de encerramento deste 24o. Festival do Cinema Brasileiro - na noite da próxima terça-feira, 9 - antes de serem anunciados os premiados com o troféu "Candango" e entregues os cheques de quase Cr$ 30 milhões em duas dezenas de categorias.

Túlio, Arnon & Lindolfo Collor

Em seus anos de deputado Federal em Brasília, nos anos 70, Túlio Vargas fez boa amizade com o senador Arnon de Mello (1896-1981). Ele no Senado, Túlio na Câmara, juntos solidificaram uma amizade, que seria mantida até a morte do velho político alagoano. Muitas vezes, quando o senador Arnon e sua esposa, dona Leda, vinham ao Paraná, para repousar na clínica da Lapa, era o casal Túlio-Lílian Vargas que os acompanhavam nestes retiros.

As revelações de um mestre da pesquisa

A leitura de "História Social da Música Popular Brasileira", de José Ramos Tinhorão, é indispensável para quem pretenda ter uma visão maior da evolução de nossa música. Concorde-se ou não com os pontos de vista do autor, a seriedade de seu trabalho e a riqueza de informações envolvem o leitor reflexionar sobre aspectos até então passados desapercebidos. Embora basicamente seja um ensaio, o livro é agradável, objetivo e tem várias revelações - muitas das quais, modestamente, Tinhorão reserva para as 48 páginas finais.

No campo de batalha

O químico paranaense Marcelo Schwaab Casemiro, 32 anos, de Ponta Grossa - atualmente na Antártica, em Getúlio Vargas, RS, viaja para a Alemanha em busca de um novo título: o de mestre-cervejeiro. Fará curso de doutoramento numa das três universidades que oferecem cursos superiores na arte de se fazer o melhor chopp. Em Munique, naturalmente. Prost! xxx
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