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Gianfrancesco Guarnieri

Em Cuba, uma escola para quem sonha em fazer cinema e vídeo

Vitória - Qual o jovem que sonha em ser um cineasta consagrado que não gostaria de poder estudar numa escola de cinema e televisão em outro país? Nos anos 50/60, era o IDECH, em Paris, que atraia jovens impregnados pela fama do cinema francês, especialmente da "nouvele vague". Os cursos de cinema que universidades americanas mantém regularmente são "impossible dreams" frente ao que representam em custos a não ser para quem tenha pais bilionários.

Para onde foram tantas belas vozes femininas?

Embora afastado da batalha noturna e constante da vida musical, mas ainda em forma, Paulinho Nogueira, cujos 60 anos transcorridos no último dia 8 de outrubro não tiveram as comemorações que merecia, é uma das presenças mais constantes na série reeditada pela RGE. Realmente, este esplêndido compositor e virtuose do violão foi uma presença das mais importantes na MPB nos anos 60 e com seu toque moderno, seu lirismo e atuação amiga, mestre de uma geração - inclusive Toquinho.

Os melhores espetáculos do cinema agora em sua casa

A primeira novela produzida para o SBT, "Cortina de Vidro", é um misto de referenciais de seus longa-metragens do cinema escolhidos como argumento pelo produtor Carlos Augusto Oliveira, o Guga. O argumento de Guga está sendo desenvolvido pelo escritor Walcyr Carrasco, trabalhando dez horas na produção de um capítulo diário desta produção independente para a emissora de Silvio Santos.

João Joana, o ballet que o Guaíra não soube aproveitar

A última vez a Sérgio Ricardo esteve em Curitiba foi como um dos participantes da mesa redonda sobre a trilha sonora no cinema brasileiro, evento paralelo da mostra do Cinema Latino-Americano (2 a 10 de outubro de 1987). Aqui reencontrou um amigo de muitos anos, o professor Bechara, então assessor especial do governador Álvaro Dias, que se entusiasmou ao saber que Sérgio tinha pronto um ballet, com o libreto baseado no único cordel escrito por Carlos Drummond de Andrade, "Estória de João Joana", de setembro de 1966.

O dia em que Glória Swanson encontrou-se com Woody Allen

Em 1973, num "Botequim", um grupo de pessoas permanecia isolado, enquanto, lá fora, uma tempestade ameaçava a todos. Em 1977, "Ponto de Partida", transpunha para a idade média, numa aldeia perdida no tempo e espaço, o drama de um pai que não aceitava a versão de que seu filho, um resistente contra um sanguinário rei, havia se suicidado. Em "Um Grito Parado No Ar" (1972), uma companhia de teatro, sem recursos, entrava em crise por não poder viabilizar uma produção.

Erramos, sim!

Dois erros na coluna de ontem, no comentário sobre a peça "Pegando Fogo... lá fora", - um de composição, outro de informação. Ao referirmo-nos ao personagem Eugênio Tosta (interpretado pelo pianista-ator Pietro Maranca), que lembra fisicamente e comportalmente a Woody Allen, o certo seria "entre o humor patético e o drama de uma solidão assumida" e não assassina como saiu, truncando totalmente o sentido. Afinal, a última coisa que o personagem Tosta, na peça do Gianfrancesco Guarnieri, seria é assassino.

Em câmera lenta, o grito do amor ao teatro parado no ar

É um hino de amor ao teatro. Um hino lancinante, profundo, absolutamente sem concessões digestivas mas que se acrescenta a outros (bons) momentos em que o teatro se volta ao redor de seu mundo e magia. Assim é "Eu, Feuerbach" (auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, até o dia 2 de fevereiro, 21h), uma montagem tão vigorosa quanto (pode ser) polêmica que acontece em Curitiba - e que, perdoem o chavão, abre com chave de ouro (sic) este ano teatral.
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