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Gil Evans

Conheça melhor outros mestres da época da música orquestral

A música das Big Bands era feita para dançar. Mesmo no caso de criadores da maior voltagem como Duke Ellington (1899-1974) a meta era produzir um som bailável, que fizesse os americanos esquecerem os problemas do crack de Wall Street (1929) e a grande depressão econômica que se seguiu - pois foi nos anos 30 que o swing fez multiplicarem-se as orquestras.

Airto Moreira volta-se agora ao som espiritual e curativo

Um dos projetos mais importantes a serem lançados em CD nos Estados Unidos dentro de alguns meses terá sons curitibanos: pássaros cantando nos bosques de Santa Felicidade, águas do Saltinho e mesmo "ruídos" "capturados" nas noites do Boqueirão. Há seis meses, quando aqui esteve trazendo o então recém adquirido (no Japão) gravador DAT, com microfones da maior sensibilidade, Airto Guimorvan Moreira fez estes registros, conforme registramos com exclusividade.

Uma geral do múltiplo talento de Miles Davis

Miles Davis seria a estrela maior do Free Jazz 88. Na última hora, cancelou sua vinda, oficialmente por razões de saúde. Aos 62 anos, completados no dia 25 de maio último, há muito tempo enfrenta problemas físicos seríssimos. Também pudera: já consumiu tudo que tinha direito.

Não é só água na boca; é no ouvido com jazz

Como tivemos a felicidade de, há 4 meses passados, darmos a primeira grande notícia, em detalhes, na imprensa nacional, da programação do New York International Festival Of Arts - e cuja leitura estimulou ao menos o casal Viaro e a Rose Giglio a programarem suas viagens a Big Apple - achamos justo, mesmo que sinteticamente, informar aos leitores que gostariam de ali ter comparecido, para assistir tantos eventos artísticos entre as várias áreas atingidas.

A melhor fase de Miles Davis

Enquanto o último álbum do Modern Jazz Quartet, gravado ao vivo, com uma orquestra de câmera, está na praça há três meses pela Atlantic/WEA, e o primeiro álbum-solo do sax-revelação Courtney Pine (revelado originalmente em alguns solos da trilha de "Coração Satânico" (WEA) também saiu. No Brasil, a CBS, que dispõe do maior acervo histórico de jazz está se apresentando para fazer com que o fundamental da obra de Miles Davis chegue ao nosso público.

Centenas de vídeos em competição no FestRio

Rio de Janeiro - Como se não bastasse a programação intensa de mais de 300 filmes espalhados em diversas salas, a maioria inéditos e raros com chances de lançamento comercial no Brasil, o IV Festival Internacional de Cinema, TV e Vídeo oferece ainda mais de 150 diferentes programas de vídeo, apresentados durante todo o dia, desde sexta-feira, 20, nas cabines instaladas no subsolo do Hotel Nacional.

Um grande pileque de vídeo

Um profundo sentimento de frustração. É isto aí! O banquete audiovisual oferecido no setor de televisão e vídeo do IV FestRio foi tão rico, tão atraente que o único lamento que se pode fazer é de não poder aproveitar mais do que 10 ou 20% das centenas de horas com as melhores produções que o incansável Hamilton Costa Pinto, diretor do setor, conseguiu reunir graças a credibilidade e confiança que impôs junto aos videomakers dos mais diferentes países.

Os melhores momentos dos bons que já desapareceram

Assistir a um grupo como o Traditional Band é como uma espécie de introdução ao mundo fascinante do jazz. Privilégio de uma minoria de iniciados nos segredos da música instrumental americana até há alguns anos, o jazz se democratizou felizmente! E o interesse é crescente, haja visto que em menos de seis meses o Blue Note Jazz Clube, fundado pelo engenheiro Guy Manoel a frente de um grupo de jazzmaníacos, se consolidou atingindo já sua lotação completa (hoje a noite, aliás, acontece uma reunião especial, com canja da rapaziada do TJB).

O superfestival das artes em Nova Iorque

Nova Iorque não é mais aquela metrópole do sonho distante - imagem apenas em filmes ou nas canções de Rodgers & Cole Porter. Mesmo com o dólar ultrapassando os três dígitos as viagens para a "Big Apple" cada vez mais entram no cotidiano de segmentos (ainda que privilegiados financeiramente) de brasileiros de muitos Estados e, assim, notícias de quem esteve - ou irá - para aquela cidade já começam a se tornar tão quotidianos como se fosse registros de viagens ao Rio ou São Paulo.

Emoções nos cantos e sons de Airto e Flora

A própria Flora não conteve a emoção. No sábado, 9, na metade do show no Teatro Guaíra, quando ia cantar "Good Morning Heartache" (Ervin Drake/Irene Higginbotham - Dan Fisher), clássico que Billie Holiday (1915-1959) imortalizou, sua filha, Diana, 16 anos, pela primeira vez, subiu num palco e ao seu lado, cantou a segunda parte. Uma voz segura, maravilhosamente afinada, trazendo uma emoção profunda não só na platéia mas entre os próprios músicos que a acompanhavam.
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