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Gilberto Gil

Paulo Ricardo, o ex-RPM, faz rock com poeta russo

Além dos megastars como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Moraes Moreira - cuja presença a Secretaria Municipal da Cultura começou a divulgar, com estardalhaço, como as super atrações do "Perhappiness para Leminski" (22 a 27 de agosto, diversos locais), o evento musical poderá ter mais um reforço, de empatia ao menos para uma faixa jovem: o ex-RPM, Paulo Ricardo.

No campo de batalha

Devido a desorganização do Festival Latino-Americano de Artes, em Brasília, a agenda de Gilberto Gil acabou tumultuada: sua apresentação marcada para o último domingo foi cancelada porque ao invés dos 20 mil espectadores aguardados no Estádio Nilson Nelson apareceram menos de 2.000 mil. Assim, foi transferido para ontem o seu show. Com isto, ele chega só de tarde, neste sábado, para ensaiar o espetáculo patrocinado pela BASF que acontece amanhã no Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto. xxx

Zuza na direção faz um belo espetáculo com Gilberto Gil

Habitualmente crítico de espetáculos - função que exerceu por mais de 10 anos em "O Estado de São Paulo", Zuza Homem de Mello está agora no outro lado do rio: desta vez é o diretor de um espetáculo que após estrear em Curitiba (domingo, 13), tem apresentações no Rio de Janeiro (Canecão, hoje) e São Paulo (Anhembi, sexta-feira e sábado): Gilberto Gil, Dominguinhos e uma nova cantora baiana - Margareth Menezes.

FERCAPO em andamento e o exemplo de Avaré

A próxima edição do FERCAPO - o mais importante festival de música popular do Paraná - terá uma dimensão maior, já que de regional só tem o nome: a cada ano aumenta o número de participantes vindos de todo o país.

Mautner na "Festa" de hoje em Gramado

Gramado - Jorge Mautner foi uma figura polemica nos meios literários há 27 anos, quando lançou seu primeiro livro - "Deus da Chuva e da Morte" - como a obra que seu amigo Paulo Leminski viria a escrever 13 anos depois. Como Leminski, Mautner sempre dividiu-se entre a literatura e a música - parceiro de Nelson Jacobina e Gilberto Gil, entre outros, toca violino, gravou discos (apesar de sua voz terrível) e nestes últimos anos tem acompanhado politicamente a Gil (é seu chefe da gabinete, na Câmara de Salvador).

Gil, deus da Mu dança num momento harmonioso

Aos 47 anos - a serem devidamente comemorados na terça-feira, 27 de junho, Gilberto (Passos) Gil (Moreira) começa a se livrar daquela síndrome de Peter Pan. Em sua inegável criatividade e ligação com o que há de novo no mundo musical, Gil, desde 1963 - quando fez sua primeira música ("Felicidade Vem Depois", 1963, um samba bossa-nova ao estilo de seu ídolo João Gilberto) sempre esteve antenado com o novo.

O malandro regenerado enaltecendo o trabalho

Uma coincidência mas que merece um destaque: em 1940, o presidente Getúlio Vargas preocupava-se com o grande número de sambas em que se enaltecia a malandragem. Encarregou Lourival Fontes, diretor do Departamento de Imprensa e Propaganda, para aconselhar os compositores mais irreverentes a modificarem a temática: ao invés de enaltecer o ócio, deveriam valorizar o trabalho.

Espetáculo de flauta e sax

Um show de Mauro Senise significa um espetáculo de flauta e sax para ouvido nenhum botar defeito. E é o que se poderá conferir amanhã: Senise, um dos maiores instrumentistas da MPB, está em Curitiba pelo projeto Esquina idealizado pela Localiza Movimento Sonoro. Em 16 anos de música instrumental, Senise brilhou em todos os sentidos. No palco, nos estúdios de gravação, no Brasil e no Exterior.

Reedições com marketing

Há mais ou menos 10 anos, Guto Graça Mello, na época diretor artístico da Sigla/Som Livre, comentando seu projeto de fazer da etiqueta uma presença vigorosa na MPB, a definia apenas "como uma etiqueta-marketing". Passados 10 anos e dentro das leis do mercado, a Sigla transformou-se cada vez mais em etiqueta-marketing, dispensando seu elenco (que, em certa época, chegou a ser expressivo) e se utilizando apenas de fonogramas de todas as outras gravadoras - já que a força de divulgação que a Rede Globo garante, compensa a cessão das faixas por outras fábricas.

Negro em discussão no olhar da câmara

Não poderia ser diferente: pelo próprio fato da população da Bahia ser formada em 70% de negros e o centenário da abolição dos escravos, o tema de muitos filmes e vídeos apresentados durante a XVII Jornada de Cinema da Bahia foi o negro. Apesar da frustração do principal filme abordando o assunto - "Libertação", longa-metragem de Zózimo Bulbul, não ter tido sua cópia aprontada a tempo, para a exibição na noite de abertura - a programação da Jornada trouxe diferentes enfoques sobre a questão do negro - no lado social, cultural, político e ideológico.
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