Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS Hector Babenco

Hector Babenco

Gretchen e Pixote batem recordes de bilheteria

Um dado para o mais empertigados executivos das multinacionais do cinema examinarem com atenção: um modesto filme produzido na chamada Boca do Lixo, em São Paulo, conseguiu quebrar todas os recordes de bilheteria, em uma semana de exibição. “Aluga-se Moças”, em 7 dias no cine Condor faturou exatamente Cr$ 2.400.000,00 – Cr$ 900 mil a mais do que a superprodução “Caçadores da Arca Perdida” (Raiders at the lost ark, 1981, Steven Spielberg), que ali, na primeira semana, rendeu Cr$ 1.500.000,00.

Para rever Gary Cooper, um herói 100% americano

Para quem se interessa em fazer sua própria videoteca - seja adquirindo as cópias seladas, sendo buscando fórmulas alternativas (cópias dos filmes apresentados na televisão ou mesmo se arriscando à pirataria privada) há várias formas de para se organizar a coleção. Pode ser simplesmente uma sucessão dos filmes que mais o emocionaram, por gêneros - westerns, musicais, policiais, etc. - ou, para os que pretendem o melhor conhecimento do cinema, por autores (diretores e mesmo roteiristas).

Bugsy e Misery, estréias com peso de Oscar

Sorrisos dentifrícios nos exibidores com a temporada dos filmes oscarizáveis. Depois de "JFK- A Pergunta Que Não Quer Calar" de Oliver Stone (8 indicações, Cinema I) e "O Príncipe das Marés" de Barbra Streissand (7 indicações, Cine Bristol), chega o supercampeão das nominations: "Bugsy", de Barry Levinson, 10 indicações e garantia de muitas semanas lotadas no Cine Plaza onde estréia amanhã.

Os vídeo-arte de Ismaelino

Embora não tenha obtido premiação no Festival Nacional de Vídeo de Vitória, o jornalista e videasta Ismaelino Pinto mereceu elogios pelas duas interessantes propostas que levou na área de video-arte: "Papelão Reciclado" e "Laura e Rohit - Dez Anos Depois". Abordando o universo do artista plástico Alexandre Sequeira, que trabalha com material reciclado do lixo, Ismaelino criou um vídeo de forte efeito visual, com inteligente utilização de recursos de grafismo computadorizado.

A guerra dos meninos

No dia 4 de agosto, um domingo que antecedeu a abertura do 19º Festival de Gramado do Cinema Brasileiro, uma magnífica reportagem do jornalista Roldão Arruda, no "O Estado de São Paulo", denunciava a morte de centenas de crianças. Coincidentemente, três dias depois, o público que assistia ao documentário "A Guerra dos Meninos", um dos médias em competição, via na tela as imagens sobre a tragédia que, indiretamente, o jornalista havia se referido.

"A Grande Arte" no Ritz

O nostálgico "Vai Trabalhar Vagabundo", continua no Cine Ritz, mas na sessão da meia-noite de hoje sua tela exibirá o esperado filme de Walter Salles Jr., "A Grande Arte". E amanhã, também mesmo horário, pré-estréia de "Boys'n the Hood - Os Donos da Rua", de John Singleton. Mas tem mais: no domingo, às 20h30, sessão especial de "Pixote - A Lei do mais Fraco", de Hector Babenco, com a presença do roteirista José Loureiro. E na quarta, às 21h, sessão beneficente de "O Ouro de Abraão", de Jorg Gräser.

A próxima safra de filmes sobre Chico e a Amazônia

A imprensa internacional abriu espaços para o julgamento da década - dos assassinos do sindicalista Chico Mendes, em Xapuri, no Acre - mas a transposição de sua vida ao cinema continua a ocupar generosos espaços nas publicações americanas.

As estrelas que foram iluminar o firmamento

O ano de 1990 começou levando duas divas do cinema - Barbara Stanwyck, aos 83 anos, no dia 20 de janeiro e, cinco dias depois, Ava Gardner, aos 68 - e, três meses após, a mitológica Greta Garbo, aos 85 anos, no dia 15 de abril, em Nova Iorque - seu retiro desde 1941, quando abandonou voluntariamente o cinema no auge de sua carreira. Outra atriz inesquecível, Paulette Goddard - a lembrança eterna da companheira de Chaplin (que foi seu marido) em "Tempos Modernos", que morrera aos 79 anos, em 22 de abril.

No festival de cinema, debates sobre rádio e tevê

Rio de Janeiro - Experiente freqüentadora de festivais, Walkíria Barbosa, diretora do Centro Cultural Rio Cine desde sua criação, há seis anos, foi prática: como os debates matinais raramente têm interessados, "já que o pessoal prefere a piscina ou a praia do que rediscutir velhas questões do nosso cinema", as manhãs ficaram livres, embora alguns curtametragistas, com o natural entusiasmo de quem agora se inicia nos caminhos do cinema, ansiassem em "expor e debater" suas propostas.
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br