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Entrevistados e Entrevistadores: Helena Kolody

Do Bicho do Paraná e outras programações

Com apenas uma música - e mais especificamente uma estrofe ("Eu não sou gato de Ipanema/Sou bicho do Paraná"), o paranaense João Lopes estabeleceu uma imagem das mais positivas. A expressão "bicho do Paraná", ganha cada vez mais força nativista e desde a política - como faz o candidato Luiz Henrique Garcez de Mello - até a publicidade - o bicho do Paraná - passa a ser assumido, com orgulho - repetindo-se, de certa forma, aquilo que aconteceu no Rio Grande do Sul a partir do sucesso da Califórnia da Canção: a juventude pilchando-se e orgulhando-se de suas raízes e tradições. xxx

Centro abriu mais duas vagas para a imortalidade

Com 16 cadeiras vagas, o Centro de Letras [do] Paraná está tentando preencher seus espaços, com a escolha de intelectuais de prestígio, capazes de intensificarem as reuniões da entidade fundada em 26 de setembro de 1936. Para tanto, após as eleições das poetas Pompilia Lopes dos Santos e Helena Kolody - primeiras mulheres admitidas na instituição - e da verdadeira consagração que representou a posse do jornalista e escritor Samuel Guimarães da Costa, mais duas vagas estão abertas.

Da história de Filomena ao erotismo poético de Gladys

Uma das mulheres mais inteligentes de sua geração, a lapeana Filomena Gebran, hoje doutora em história da América Latina na Universidade Federal do Rio de Janeiro - de cujo departamento foi uma das mais brilhantes diretoras - está preparando, a convite do editor Fernando Gasparin, da Paz & Terra, um livro com textos de vários autores ligados aos 50 anos da descoberta da América.

Botoneiro Hélio, cheio de graça, imortal alternativo

Há muito que a figura de Hélio Lettes, 40 anos, deixou de ser apenas folclórica dentro do badalativo mundo cultural curitibano para adquirir contornos de um afetivo patrimônio humano. Para este bancário (Banespa) que gasta suas horas livres numa multiplicidade de atividades não lucrativas, a vida deve ser voltada à graça e ao humor.

Pompília e Samuel, os nossos novos imortais

Vinte e um intelectuais paranaenses terão nesta quarta-feira, 3, oportunidade de mostrarem dignidade e homenagearem duas das maiores personalidades de nossa vida cultural. A eleição - que deve ser por unanimidade - de Pompília Lopes dos santos, 91 anos e Samuel Guimarães da Costa, 72, para as cadeiras 37 e 20 da Academia de Letras do Paraná (*), transcede as limitações daquela entidade fundada em 26 de setembro de 1936 pelo escritor Ulisses Falcão Vieira.

[Faisal] e Naif documentam um pouco da história da cidade

Um dos aspectos mais importantes do vídeo - e, infelizmente, até agora pouquíssimo explorado - está em seu aproveitamento, pela praticabilidade e baixo custo, da utilização maciça na documentação visual do Paraná.

Ontem, agora e sempre a poesia maior de Helena Kolody

O acavalamento de uma série de edições patrocinadas pela Secretaria da Cultura que estão sendo lançadas neste mês - de mais de trinta livros programados para o encerramento da administração René Dotti (alguns inclusive nem ficaram prontos a tempo de saírem até o dia 15 último), trouxe algumas felizes coincidências que permitem aos leitores de maior discernimento - e entre os raros que se dão ao trabalho de analisar nossas publicações (como o sempre atento João Manuel Simões, que por sinal pouco tem editado nos últimos meses), a fazerem possíveis aproximações.

A Unidos do Botão vai levar alegoria crítica ao Carnaval

Graças à criatividade de uma pessoa que, por sua originalidade e presença, se torna cada vez mais uma espécie de símbolo afetivo (e vivo) desta Cidade sem Portas, o tradicionalmente desanimado Carnaval local terá ao menos uma pausa para justificar algum flash na abertura nacional das cadeias de televisão.
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